ALiga Europa 16/17 acabou para os clubes portugueses, mas nem por isso deixa de ser interessante destacar os melhores entre os 144 jogos que se jogaram nesta primeira fase.

Tal como fizemos para a Champions League, destacámos para si não só o “top 5″ GoalPoint Ratings de toda a prova, como também os melhores lusos antes da fase a eliminar. Mas comecemos pela “nata”.

Os melhores dos melhores

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O melhor dos melhores foi o basco Beñat Etxebarria. A atravessar provavelmente o melhor momento da sua carreira, Beñat já tinha sido recentemente destacado por nós como um dos melhores do mundo na arte do livre directo, mas nos quatro jogos em que alinhou nesta fase de grupos mostrou muito mais que isso. Mais de três passes para ocasião por jogo e uma eficácia de remate de 83% já seriam muito positivos, mas o espanhol ainda lhes junta grandes registos defensivos, como por exemplo as mais de dez recuperações de posse que fez a cada jogo. Golos só marcou um, mas foi esta beleza:

Atrás de Beñat aparece o ponta-de-lança que foi abono de Paulo Sousa nesta fase de grupos. Em cinco jogos, Nikola Kalinic marcou quatro golos, muito graças à sua eficácia de remate (69%), mas ainda somou a isso duas assistências.

Por falar em abonos de treinadores portugueses, Pogba e Ibrahimovic também foram muito úteis a José Mourinho. Com uma média de 115 toques por jogo, o francês foi o autêntico “dono da bola” nesta Liga Europa. Marcou dois, assistiu um, e esteve envolvido directamente em quase seis finalizações por jogo. Como se não bastasse, ainda foi o quinto melhor recuperador de bolas da prova.

Quanto a Zlatan, terminou com o mesmo score de golos/assistências que Paul Pogba, mas curiosamente destacou-se mais a criar oportunidades que a finalizá-las. Só três jogadores terminaram a fase de grupos com melhor média de passes para ocasião por jogo que o sueco (3,8).

Por último, o craque que deixa mais “água na boca”. Quem joga Football Manager de certeza que o conhece como um dos mais promissores das últimas versões da saga, e Youri Tielemans, ainda com 19 anos, começa-se a destacar a sério em mundos menos virtuais. Marcou três golos (nada mau para um centro-campista) e esteve excelente também no contributo defensivo, com uma média de cinco acções defensivas completas a cada jogo. Vai ser craque.

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