GoalPoint-Pacos-Porto-LIGA-NOS-201617-Ratings
Clique para ampliar
GoalPoint-Pacos-Porto-LIGA-NOS-201617-MVP
Clique para ampliar
GoalPoint-Pacos-Porto-LIGA-NOS-201617-45m
Clique para ampliar
GoalPoint-Pacos-Porto-LIGA-NOS-201617-90m
Clique para ampliar

O FC Porto voltou ao registo de ineficácia ofensiva, na visita ao Paços de Ferreira. Os “dragões” remataram muito, criaram ocasiões mais do que suficientes para ganhar o jogo, mas por desinspiração na hora de finalizar e por competência de Rafael Defendi, a equipa “azul-e-branca” acabou por não ir além de um nulo, que a coloca a seis pontos do líder SL Benfica.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Aos oito minutos, Diogo Jota isolou-se, mas permitiu a intervenção de Rafael Defendi, numa altura em que os “dragões” registavam 67% de posse de bola, embora este tenha sido o primeiro remate portista.
  • Pouco futebol vistoso, mas nos primeiros 20 minutos não faltaram remates, três para o Paços, cinco para o Porto, mas apenas um enquadrado, e para os comandados de Nuno Espírito Santo. Nesta fase, André Silva somava dois passes para ocasião, dos três da sua equipa.

  • Jogo muito morno e aborrecido na primeira meia-hora, apesar do domínio portista de 65% de posse, sete cantos, sete remates, mas apenas um com boa direcção. Mas aos 32 minutos, Defendi negou o golo a Óliver, com uma defesa estupenda.
  • Por volta dos 40 minutos, Diogo Jota era o espelho da desinspiração geral: uma ocasião flagrante desperdiçada, dois controlos de bola deficientes, quatro desarmes sofridos, todos os seis duelos que disputou perdidos.

  • Intervalo Elevado o número de remates do FC Porto no primeiro tempo, nada menos que 14, mas tal como na maioria dos parâmetros de jogo, faltou aqui qualidade: apenas três levaram a direcção da baliza de Defendi. Os portistas foram melhores, chegaram ao descanso com 61% de posse, mas sem efectividade em termos ofensivos. Óliver era, nesta altura, o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.6, graças a três remates, um passe para ocasião.
  • Paços um pouco mais afoito nos primeiros dez minutos do segundo tempo, nos quais atingiu os 44% de posse e rematou duas vezes (desenquadradas), as mesmas que o Porto. Vasco Rocha, com nove recuperações de bola, três intercepções e quatro alívios, destacava-se nos da casa.
  • Por volta dos 70 minutos, a linha defensiva do Paços segurava o nulo. O Porto registava 59% de posse, cinco remates no segundo tempo, dois deles enquadrados, e para além de Defendi, que somava já quatro intervenções importantes, Vasco Rocha (12 recuperações), Ricardo (14 alívios) e Miguel Vieira (11 alívios, quatro intercepções) iam dando conta das ocorrências.

  • Mas apesar das muitas ocasiões criadas, quatro delas flagrantes, dos 59% de posse, dos 23 remates contra seis do passos, o Porto não conseguiu marcar, pois destes disparos, somente sete tiveram a direcção da baliza. E todos eles Defendi… defendeu, com maior ou menor dificuldade.

    O Homem do Jogo 👑

    Óliver Torres saiu aos 78 minutos, quando era o melhor em campo, e continuou a sê-lo até ao final da partida. O espanhol terminou com um GoalPoint Rating de 7.4, graças aos seus três remates, dois passes para ocasião, nove de 14 duelos ganhos, oito recuperações e quatro desarmes. Mas não conseguiu abrir mais a defensiva contrária, registando até uma eficácia de passe de 80%, abaixo do que tem habituado os adeptos portistas.

    Jogadores em foco 🔺🔻 

    • Rafael Defendi 7.2 – Foi o melhor jogador do Paços. Realizou sete defesas, todas elas a remates dentro da área, cinco delas com as mãos. Mas nem todas foram assim tão difíceis…
    • Herrera 7.0 – Substituiu o ausente Brahimi e não desiludiu. Fez quatro passes para ocasião (duas flagrantes), conseguiu acertar 83% dos seus passes e rematou uma vez.
    • André Silva 5.3 – Foi uma sombra de si mesmo. Começou bem a partida, com dois passes para ocasião e um remate logo a abrir, mas perdeu-se na falta de inspiração colectiva. Fez quatro remates, todos na grande área, e só conseguiu enquadrar um, e falhou uma oportunidade clara de golo, para além de ter registado cinco controlos de bola deficientes.
    • Miguel Vieira 6.6 – Foi um dos esteios do Paços, a par de Ricardo, o outro central. Realizou 16 alívios (Ricardo 15), cinco intercepções, três desarmes, um deles dentro da área. Insuperável.
    • Alex Telles 6.2 – Não é pelo lateral-esquerdo que o Porto não funciona. Fez cinco cruzamentos de bola corrida (dois eficazes), ganhou oito de nove duelos e colocou a bola 14 vezes na grande área adversária.