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O FC Porto escorregou na recepção ao Feirense e acabou por conceder um empate a zero que sabe a derrota. A equipa “azul-e-branca” dominou a partida desde o minuto 20 mas não teve a arte nem o engenho para levar de vencida o guarda-redes Vaná, que fez uma exibição irrepreensível. Com este nulo, os “dragões” marcam passo na luta pelo título, voltando a estar três pontos atrás do Benfica, quando faltam disputar apenas quatro jornadas.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início de jogo bastante lento de parte a parte, sem um único remate nos primeiros dez minutos. Passados 20 minutos, ambas as equipas levavam o mesmo número de remates (dois no total, um deles à baliza), mas era o FC Porto quem dominava a posse de bola (69%).

  • Com o passar dos minutos, a pressão do FC Porto tornou-se cada vez mais sufocante, de tal forma que, à entrada para a meia-hora, os portistas tinham já mais de 70% de posse de bola e mais do dobro de passes do que o Feirense (198-85). Óliver Torres assumia o papel de maestro, com 20 passes no meio-campo adversário, enquanto Alex Telles era uma autêntica dor de cabeça no flanco esquerdo, com quatro cruzamentos, embora nenhum deles eficaz.

  • Aos 35 minutos, gritou-se “golo” nas bancadas do Dragão, mas o remate de André Silva, após passe de Soares, foi anulado devido a fora-de-jogo. Este foi um dos poucos lances de ataque a envolver o camisola 10 portista durante a primeira parte, período em que contabilizou apenas dez toques na bola e sete passes.
  • Intervalo Depois de um período inicial em que o Feirense até demonstrou alguma rebeldia, o FC Porto assumiu as rédeas do jogo, terminando a primeira parte com dez remates, quatro deles enquadrados, 68% de posse e 86% de eficácia de passe. Com nota 7.0, Alex Telles dominava os GoalPoint Ratings graças a uma primeira parte de luxo em que somou dois remates enquadrados, dois passes para finalização, 13 entradas na área adversária, 58 toques e três intercepções. Do lado dos vistantes, era Vaná quem brilhava, com 6.3, resultado de quatro defesas efectuadas.

  • A segunda parte teve início como uma mudança na equipa do FC Porto – a entrada de Otávio para o lugar de Óliver Torres. A decisão apanhou muitos de surpresa, uma vez que o espanhol tinha sido um dos melhores da primeira parte 5.9, mas o que é certo é que o brasileiro esteve perto de marcar logo aos 56 minutos, obrigando Vaná a uma excelente defesa.
  • Perante a pressão exercida pelos “dragões”, o Feirense limitou-se a segurar o nulo com unhas e dentes. Volvidos 20 minutos desde o início da segunda parte, o FC Porto contabilizava seis remates (um dos quais enquadrado), 140 passes (quase o triplo do número de passes do Feirense) e 73% de posse. Apertava-se o cerco à baliza de Vaná.

  • Só nos últimos dez minutos do desafio, Vaná foi testado três vezes, duas por Maxi Pereira e uma por Rui Pedro. Mas uma e outra vez, o brasileiro esteve à altura da ocasião, segurando até ao fim uma igualdade que muitas vezes pareceu estar condenada, tal não foi o domínio do FC Porto, que terminou o desafio com números avassaladores: 25 remates (número recorde de disparos sem resultar em qualquer golo), oito deles à baliza, 72% de posse de bola, 85% de eficácia de passe e 67% de duelos ganhos.

O Homem do Jogo 👑

Faltam adjectivos para descrever a exibição de Vaná. Perante um Estádio do Dragão a ferver, o brasileiro agigantou-se e rubricou uma das suas melhores exibições da época. Ao todo, Vaná fez oito defesas, cinco delas a remates de dentro da área, uma recolha e duas saídas a soco. Silenciou as bancadas e terminou a partida como o melhor em campo, com nota 8.1 nos GoalPoint Ratings.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Alex Telles 8.0 – Foi o principal motor do ataque portista. Somou cinco passes para finalização, três cruzamentos eficazes, 114 toques, 29 entradas na área adversária e nove passes longos eficazes. Pela negativa, ficam as 37 perdas de posse.
  • Soares 6.7 – Esteve bastante activo na procura do golo, embora apenas um dos seus cinco remates tenha sido enquadrado com a baliza. Foi ainda o autor de dois passes para finalização e sofreu quatro faltas.
  • Otávio 6.6 – Entrou ao intervalo e mexeu com o rumo da partida. Fez dois remates, um deles enquadrado, dois passes para finalização e dez entradas na área adversária. Fica, no entanto, um dado negativo: acertou apenas 68% dos passes que executou.
  • Flávio Ramos 6.4 – Esteve sempre em bom plano. Terminou a partida com 14 alívios, a que somou uma intercepção e um remate bloqueada. Ainda teve tempo para fazer um passe para finalização.
  • André Silva 5.1 – Voltou a ser o “dragão” mais apagado. Não fez nenhum remate, acertou apenas sete dos 11 passes que executou e tocou na bola 17 vezes.

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