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OFC Porto sofreu para vencer o Sporting de Braga (1-0) marcando o golo do triunfo já dos descontos, por Rui Pedro, acabado de sair do banco. A vitória permite aos “dragões” aproximarem-se do Benfica e alivia a pressão sobre Nuno Espírito Santo e seus comandados.

O Jogo explicado em Números 📊

  • A partida começou a um ritmo algo lento, sem que nenhuma equipa quisesse arriscar mais do que o absolutamente necessário. À passagem da hora de jogo, ainda não tinha havido qualquer remate enquadrado, embora o FC Porto já somasse quatro disparos, contra um do Sporting de Braga. O equilíbrio era nota dominante, com 50% de posse de bola para cada lado.
  • Foi então que tudo mudou: André Silva foi derrubado na grande área por Artur Jorge, que viu o cartão vermelho directo. Chamado a marcar, o camisola 10 portista acabaria por permitir a defesa a Marafona. Nas bancadas do Dragão temia-se o pior, mas a resposta da equipa portista foi positiva, que partiu para cima do adversário e criou uma série de ocasiões, a mais flagrante das quais terminou com um cabeceamento de Danilo ao poste.

  • Intervalo Os números ao descanso não deixavam dúvidas: embora a posse de bola estivesse repartida (com um ligeiro ascendente para o FC Porto), os “dragões” levavam já seis disparos à baliza, de 13 ao todo, enquanto o Braga não havia ousado sequer colocar Casillas à prova uma única vez.  Graças a três passes para ocasião, Óliver Torres liderava os nos GoalPoint Ratings ao intervalo, com 7.1. O melhor dos “arsenalistas” era, sem surpresas, Marafona, que com as suas seis defesas levava uma nota de 6.5.
  • A segunda parte trouxe novamente um FC Porto na mó de cima, agora com Brahimi no centro das operações. Aos 60 minutos, os azuis-e-brancos levavam já três disparos (nenhum deles enquadrado), mas mais importante do que isso eram os 77% de posse de bola que tinham, que demonstravam o enorme sufoco que os jogadores do Braga sentiam.
  • Entre golos anulados e espectaculares defesas de Marafona, tudo fazia crer que a “maldição” do FC Porto iria continuar. Só que do banco saltou o jovem Rui Pedro, que com enorme classe picou a bola sobre o guarda-redes arsenalista e quebrou o jejum de golos da equipa na sua estreia na Liga.

  • O triunfo premiou claramente a equipa que mais fez por ele:  o FC Porto teve 76% de posse de bola na segunda parte e rematou 18 vezes, seis delas à baliza, num total de 31 disparos. Por outro lado, os bracarenses não fizeram um único remate enquadrado durante todo o encontro e acertaram apenas 45% dos passes que realizaram no segundo tempo.

O Homem do Jogo 👑

A partida podia ter tido contornos bastante diferentes, não fosse Marafona. O guarda-redes minhoto fez um total de 11 defesas (novo recorde da Liga NOS) e levou ao desespero jogadores e adeptos portistas. Acabou por ser batido já ao cair do pano, numa jogada em que pouco podia fazer para conseguir um desfecho diferente. Um percalço que em nada mancha a exibição do guarda-redes português, o melhor em campo com um GoalPoint Rating de 7.7.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Óliver Torres 7.5 – Numa noite desinspirada de Otávio, que acabou por sair lesionado, foi ele quem pegou na batuta. Acertou 91% dos passes que fez, criou três ocasiões de remate e ainda fez dois disparos, um deles à baliza.
  • Brahimi 6.9 – Jogou apenas 45 minutos, tempo suficiente para deixar a sua marca em campo. Para além dos seis remates que fez, foi o autor de quatro passes para ocasião. Para quando o regresso à titularidade?
  • André Silva 4.7 – Noite para esquecer do internacional português, embora tenha sido o jogador portista que mais rematou (oito vezes). Desperdiçou uma grande penalidade, foi desarmado cinco vezes e perdeu a bola em 17 ocasiões.
  • Xeka 4.4 – O médio bracarense falhou os três dribles que tentou executar e venceu apenas 44% dos duelos que protagonizou.
  • Artur Jorge 3.5 – Deixou a equipa em maus lençóis com a grande penalidade cometida e consequente expulsão. Antes disso estivera presente em quatro acções defensivas e ganhara metade dos duelos em que participara.