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O FC Porto não foi além de um empate a zero em Setúbal, num jogo em que rematou muito e acertou pouco com a baliza de Varela, para o que é exigível num candidato ao título. O empate permite ao Benfica distanciar-se (cinco pontos) em véspera de visita ao Dragão.

O Jogo explicado em números 📊

  • Entrada “clássica” de “grande”, ainda que inofensiva: aos 10 minutos o Porto somava três remates (Óliver dois, A. Silva um), embora nenhum enquadrado, contra zero dos da casa.
  • O FC Porto tentava aumentar a pressão mas o Vitória continuava a vencer mais duelos (61%) e até tinha, aos 20 minutos, mais posse (52%).
  • Aos 25′ Óliver desperdiçaria a 1º grande ocasião do jogo, O espanhol destacava-se nesta fase, estando envolvido nos seis remates portistas, ora disparando ora oferecendo.

  • Intervalo O FC Porto chegava ao descanso com um número elevado de remates (13) mas com pouca pontaria (apenas dois testaram Varela), o que explicava o nulo. O ascendente defensivo setubalente era personificado em Fábio Cardoso 6.2, com 13 acções defensivas, que era assim, por essa altura, o melhor em campo GoalPoint Ratings, com Diogo Jota 6.1 a ser o mais produtivo entre os “dragões” (dois remates e dois passes para ocasião).
  • O Porto entraria no segundo tempo com maior intensidade, chegando aos 18 remates aos 60‘ mas o problema mantinha-se: Óliver, Jota e André Silva somavam quatro remates cada mas destes 14 apenas dois haviam testado Varela.
  • Apesar de não rematar o Vitória ia aproveitando os espaços criados pela subida do Porto e chegava ao 4º canto perto dos 70′. Sem consequências, ainda que o atrevimento caseiro coincidisse com um período de “seca” ofensiva portista.

  • A inoperância portista resultaria em sério susto para os visitantes, aos 77′, quando Fábio Cardoso introduziu a bola na baliza de Casillas mas o lance seria invalidado por fora-de-jogo. O Vitória continuava com apenas um remate mas já preocupava, vencendo 55% dos duelos individuais.
  • O FC Porto faria uma última carga, atingindo os 21 remates mas apenas três deles enquadrados, um único na segunda parte. Muito pouco acerto para uma equipa em recente ascendente de concretização.

O Homem do Jogo 👑

O jogo ofereceu nada menos do que sete homens com ratings superiores a 6.0 mas o destaque acabaria por ser o central portista Felipe 6.9 que não só cumpriu com as obrigações defensivas (seis alívios, dois desarmes e um remate bloqueado) como ainda foi um dos mais rematadores do Porto (4) e autor de um dos únicos três remates enquadrados do candidato.

 

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Fábio Cardoso 6.8 – Imperial, falhou o prémio MVP por uma décima mas também não lhe ficava mal. Totalizou 24 acções defensivas eficazes e ainda introduziu a bola na baliza de Casillas, mas estava fora-de-jogo
  • Layún 6.7 – Para não variar, foi responsável pela maioria das oportunidades criadas pelo Porto (4) e esteve bem nos cruzamentos, com três eficazes no total.
  • Herrera 6.3 – Quando saiu aos 62 minutos, liderava em desarmes, intercepções e recuperações e estava a ser um dos melhores do Porto, particularmente no auxílio a Danilo.
  • Marcano 4.6 – Falhou 12 passes, quatro deles no seu próprio meio-campo e a defender pouco se viu, com apenas 3 alívios e um desarme. No final ainda podia ter dado a vitória mas… também falhou.

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