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O Benfica abriu o ano da melhor maneira, no que toca à Liga NOS, vencendo o Vitória de Guimarães por 0-2, com a eficácia que se exige a um candidato sólido ao título, perante os “conquistadores” de Pedro Martins, que tudo tentaram para inverter o rumo dos acontecimentos. Uma partida disputada, o que, nos dias que correm, merece um destaque complementar: não se verificaram casos polémicos de arbitragem, uma novidade que esperamos tenha continuidade no resto da jornada, a bem do (esquecido) futebol.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Guimarães forte (mesmo sem Marega) a abrir, somando os primeiros quatro remates da partida, perante a posse que o Benfica tentava de imediato controlar (64%). Aos 17 minutos de jogo, e apesar de uma jogada de bastante perigo, os “encarnados” não somavam ainda qualquer disparo à baliza, minuto em que os planos de Rui Vitória se complicavam, sendo obrigado a lançar Samaris para o lugar de Fejsa, por lesão.
  • E… aos 19 minutos surgiu um daqueles momentos que definem equipas candidatas, com Jonas a responder à solicitação de Salvio e inagurando o marcador no… primeiro remate do Benfica. Eficácia total, primeiro golo do brasileiro na Liga NOS 16/17 e terceira assistência do argentino.

  • Apesar da reacção imediata vimaranense (quinto remate) a pressão dos da casa abrandaria um pouco, com o Vitória a acusar um pouco o golo e permitindo uma toada mais calma ao Benfica, que, apesar de controlar melhor as operações (66% de posse), não mais remataria até aos 35 minutos, embora novamente com muito perigo, num remate acrobático de Mitroglou, que, aos 42 repetiria a intenção, desta vez com sucesso, a passe de Jonas. O Benfica ampliava o marcador, com dois golos em apenas quatro remates.

  • Intervalo O intervalo chegava com o Benfica a mostrar-se letal no aproveitamento das oportunidades, frente a um Vitória voluntarioso mas ineficaz no último terço. No plano individual, Mitroglou liderava o GoalPoint Ratings, com 6.6, seguido de perto por Jonas, 6.5, figuras centrais do aproveitamento encarnado (autores dos quatro remates e decorrentes golos). Seguia-se André Almeida6.0, protagonista de uma exibição competente (quatro intercepções e 88% de passes certos) com Raphinha 6.0 (dois passes para ocasião) a cotar-se o melhor vitoriano.
  • O Vitória regressou naturalmente empenhado no arranque do segundo tempo e mostrou-o: três remates, um enquadrado, (nenhum do Benfica) e 55% de posse nos primeiros 10 minutos do recomeço mostravam que os “conquistadores” estavam inconformados.

  • O Benfica foi gerindo, sem deixar de criar perigo ocasional, mas nesta fase foi Ederson a somar intervenções que o destacavam no plano estatístico, em particular uma grande defesa (a terceira até então) a um remate cruzado de Hernâni, antecipando-se com eficácia em vários dos cruzamentos (14 em toda a partida) que o Vitória lançava para a zona central da área.
  • Os “encarnados” congelaram progressivamente o jogo até ao final, enquanto o Vitória ia perdendo acutilância e discernimento, isto apesar das mudanças operadas por Pedro Martins. Os minhotos terminaram o encontro com 13 (!) cantos a favor, mas sem resultados visíveis do empenho colocado em campo. Já o Benfica… mostrou-se letal, como se exige a um candidato.

O Homem do Jogo 👑

Falámos dele apenas aquando da referência a um remate que Ederson travou de forma excepcional, mas a verdade é que o Homem do Jogo GoalPoint Ratings acabou por ser Hernâni,  7.3. O vimaranense cedido pelo FC Porto tentou de tudo para contrariar o desfecho, sobretudo no segundo tempo, somando três remates (dois enquadrados), oferecendo quatro ocasiões de remate aos colegas e apoiando os “conquistadores” até na recuperação de bola, com seis retomas. Uma exibição… desacompanhada pelos colegas, no que toca à eficácia.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Mitroglou 6.8 – Como é habitual não esteve muito em jogo, mas sempre que foi solicitado criou perigo, com três remates enquadrados e colocados, um deles que resultou em golo. Pelo ar também ganhou os dois duelos que disputou.
  • Ederson 6.8 – Só dois jogadores do Benfica (Pizzi e André Almeida) tocaram tanto na bola como ele, algo raríssimo num guarda-redes. Entre todas as intervenções, destaque para quatro defesas e quatro saídas eficazes pelo solo.
  • Jonas 6.7 – Tocou duas vezes na bola dentro da área, numa delas rematou e fez golo. Ainda assistiu Mitroglou para o segundo e fez mais dois passes para ocasião. Regresso em grande nível.