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emS brilho nem glória. É assim que o Sporting se despede das competições europeias, depois de uma derrota (0-1) no terreno do Légia, que, à entrada deste jogo, tinha uma média de 4,8 golos sofridos por partida. Ao Sporting bastava um golo, que nunca chegou. A equipa “leonina” lutou pela vitória, sobretudo nos minutos iniciais e finais da partida, sendo superior em vários aspectos durante todo o desafio, mas acabou por não conseguir chegar ao golo, terminando o desafio com dez homens, por expulsão de William Carvalho.

O Jogo explicado em Números 📊

  • O Sporting entrou na partida “a todo o gás”, contabilizando dois remates logo nos primeiros cinco minutos do desafio. Neste período, a equipa sportinguista dominou a posse de bola (70%), mas o Legia não baixou os braços e acabou mesmo por introduzir a bola na baliza de Rui Patrício. No entanto, o golo acabou por ser anulado devido a um fora de jogo de Prijovic. Ficou o aviso.
  • Aos 21 minutos, surgiu o primeiro remate à baliza dos “leões”, com Adrien, na marcação de um livre, a obrigar o guarda-redes polaco a aplicar-se. Mas o que se seguiu foi um período de intensa pressão por parte do Legia, que culminaria com o golo aos 30 minutos de Guilherme logo no primeiro disparo enquadrado.

  • Intervalo Os números mostravam uma considerável superioridade do Sporting durante a primeira parte. Ambas as equipas tinham feito o mesmo número de disparos à baliza – dois -, mas os “leões” tinham sido tido mais posse (64%), eficácia de passe (87% contra 79%) e duelos ganhos (58%). Prijovic foi o melhor jogador durante o primeiro tempo, com um GoalPoint Rating de 6.0, fruto sobretudo de uma assistência e dois remates, um deles enquadrado. Logo atrás, com 5.9, surgia o sportinguista Bas Dost, simplesmente imperial no ar, com seis duelos aéreos ganhos em outros tantos disputados mas… sem o mais importante. Golos.
  • A segunda parte começou a um ritmo bastante lento, com o primeiro remate a surgir passados apenas dez minutos, por Adrien, que acabaria por ver o cartão amarelo pouco depois por protestar uma  grande penalidade por alegada mão de Housek dentro da área.
  • Com as entradas de Bryan Ruiz e Esgaio, o Sporting tornou-se mais perigoso, ameaçando por diversas vezes a baliza contrária. Volvida meia-hora da segunda parte, o Sporting liderava em disparos à baliza (2-0), posse de bola (63%) e eficácia de passe, mas o golo tardava em surgir e o desespero tomava conta dos pupilos de Jorge Jesus.

  • Os últimos dez minutos foram um verdadeiro suplício para os sportinguistas. O Légia esteve por duas vezes muito perto de marcar, só não o fazendo graças a duas boas intervenções de Rui Patrício. Do lado oposto era André quem desperdiçava. Pelo meio, William Carvalho acabou por ser expulso, depois de ter visto dois cartões amarelos no espaço de quatro minutos. No final, ficou o sabor amargo da derrota, agravado pelo facto de o Sporting ter sido a equipa que mais rematou (18 vezes, cinco delas enquadradas, contra dez do Légia, quatro delas enquadrada) e a que melhor tratou a bola (599 passes contra 348 do adversário, eficácia de passe de 87% contra 74% dos polacos). Faltou algo mais e por isso chegou o adeus.

O Homem do Jogo 👑

Jogo após jogo, Sebastián Coates demonstra o motivo por que é considerado um dos melhores jogadores do Sporting. Apesar da derrota, o uruguaio foi o melhor em campo, com  6.6 nos GoalPoint Ratings, em grande parte devido às suas cinco acções defensivas e 11 recuperações de posse. Coates esteve ainda envolvido nas manobras ofensivas da sua equipa, terminando o desafio com um remate enquadrado, dois passes para ocasião e dois cruzamentos eficazes.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Malarz 6.3 – Foi o melhor jogador da equipa polaca, a qual manteve na liderança com cinco defesas, algumas delas de difícil execução.
  • Adrien 6.3 – O médio português rubricou mais uma grande exibição, tanto a atacar como a defender. Foi o jogador sportinguista que mais toques na bola deu, e acertou 93% dos passes que fez. Para além disso, foi o autor de dez acções defensivas (seis desarmes e quatro intercepções).
  • Rui Patrício 6.0 – Sofreu o golo sem ter feito qualquer defesa até então, mas redimiu-se na recta final do desafio, com duas boas intervenções, terminando o jogo com três “paradas”, duas delas fundamentais ainda que inconsequentes no que toca ao desfecho.
  • William Carvalho 5.0 – Exibição discreta do médio português, que venceu 43% dos duelos que disputou e fez apenas duas acções defensivas. Acabou expulso depois de ver dois amarelos em poucos minutos.
  • Rzezniczak 4.1 – Foi de longe o pior em campo. Falhou seis passes, não venceu nenhum duelo e foi o responsável por apenas cinco acções defensivas.