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O Sporting regressou às vitórias para o campeonato ao bater o Moreirense por 3-2 num jogo de nervos. A equipa leonina esteve por duas vezes em desvantagem no marcador, acabando por dar a volta ao resultado numa segunda parte de grande nível, a contrastar com um primeiro tempo bastante apagado.

O Jogo explicado em Números 📊

  • A partida começou a um ritmo muito lento, tão lento que, nos primeiros 15 minutos, não houve um único remate enquadrado. O Sporting mostrava mais vontade, com 72% de posse, e mais brio a tratar a bola, apresentando uma eficácia de passe de 80% contra os 56% do Moreirense, que não parecia disposto a arriscar mais do que o estritamente necessário.
  • Mas foi precisamente a equipa da casa que chegou primeiro ao golo, aos 17 minutos, numa “prenda” de Bruno César, que, atrapalhado com a pressão exercida por Dramé, acabou por colocar a bola na própria baliza. Sobram culpas ficam ainda para Rúben Semedo, que perdeu a bola em zona proibida e permitiu o contra-ataque dos cónegos.

  • Passados 30 minutos, o Sporting continuava a demonstrar superioridade a vários níveis (73% de posse, 83% de eficácia de passe contra 59% do adversário e 62% de duelos ganhos), mas remates à baliza… nem vê-los. Foi só aos 36 minutos que os “leões” conseguiram fazer a sua primeira ameaça, com Gelson Martins a obrigar Makaridze a efectuar uma boa defesa.
  • O golo da igualdade acabaria por surgir à entrada do minuto 40, num remate de Alan Ruiz a passe de Bas Dost (já tinha sido assim no Dragão) e que contou ainda com um desvio de um defesa do Moreirense. Mas este resultado não se manteria durante muito tempo: momentos depois, Rui Patrício derrubaria Dramé na grande área, com Cauê, o herói da final da Taça da Liga, a rematar para o fundo da baliza.

  • Intervalo No final da primeira parte, era Alan Ruiz, o autor do golo do Sporting, que se destacava nos  GoalPoint Ratings, com 6.1. A somar ao disparo certo, o argentino tinha ainda uma eficácia de passe de 93% – o máximo sportinguista da noite – e ainda dois desarmes. Boateng, com 5.8, era o melhor da equipa cónega, destacando-se mais pela “luta” (13 duelos e quatro acções defensivas) do que pelo seu envolvimento nas manobras ofensivas.
  • O Sporting deixou o primeiro aviso logo nos instantes iniciais do segundo tempo, num livre perigoso de Adrien que ficou na barreira. Mas a verdade é que, passados 15 minutos do reatamento do encontro, os “leões” levavam apenas um remate enquadrado – pouco para quem necessitava de dar a volta ao marcador.
  • A entrada de Podence, aos 64 minutos, para o lugar de Bryan Ruiz (o jogador sportinguista com mais passes para ocasião, três), acabou por mexer com o jogo: pouco depois, o jovem atacante, que havia estado cedido ao Moreirense, arrancou pela esquerda, passou por dois adversários e rematou ao poste, com Bas Dost, sempre letal, a aparecer na recarga para restabelecer a igualdade.

  • Pouco depois, o Sporting chegaria à vantagem pela primeira vez na partida, através de Adrien Silva, a passe de Schelotto, numa jogada em que também esteve envolvido Gelson Martins. Era um duro golpe para a equipa da casa, que só não chegou ao terceiro golo porque a barra negou o golo a Drame. A verdade é que a equipa liderada por Augusto Inácio pouco fez na segunda parte para manter a vantagem (nenhum dos três remates efectuados foi à baliza, enquanto os “leões” fizeram seis disparos enquadrados), demonstrando alguma força de vontade apenas depois de sofrer o terceiro golo.

O Homem do Jogo 👑

O capitão leonino voltou às grandes exibições e aos golos. Adrien foi o Homem do Jogo  GoalPoint Ratings, com 7.3, graças ao seu papel decisivo, tanto a atacar como a defender. Para além do golo da vitória (no seu único remate enquadrado da noite), o médio português acertou 89% dos passes que fez, foi feliz nos dois dribles que tentou e sofreu quatro faltas. A defender, Adrien somou três intercepções, dois desarmes e seis recuperações de posse.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Alan Ruiz 6.9 – Voltou a demonstrar porque é um dos “leões” em melhor momento de forma. Foi, a par de Adrien, o jogador sportinguista que mais remates fez (três), apontou um golo e conseguiu ainda um passe para ocasião. A somar a isso há o facto de ter acertado 95% dos seus passes (94% se apenas se considerarem passes no meio-campo adversário).
  • Cauê 6.3 – Mostrou frieza na cobrança da grande penalidade e foi um dos melhores do Moreirense a defender, com cinco intercepções e dez bolas recuperadas. Pecou na distribuição, com apenas 52% de passes certos.
  • Bas Dost 6.3 – Fez dois remates, um deles resultante em golo, e ainda uma assistência. Foi imperial no jogo aéreo, vencendo todos os duelos que disputou nas alturas.
  • Podence 6.0 – Esteve apenas 26 minutos em campo – tempo suficiente para mexer com o jogo. Fez dois remates (um deles enquadrado, o outro que deu origem ao golo de Bas Dost), venceu quatro dos cinco duelos que disputou e ainda somou quatro acções defensivas.
  • Rui Patrício 3.2 – Mais um jogo para esquecer. Sofreu dois golos (um dos quais numa grande penalidade por ele cometida) e não efectuou qualquer defesa.

Resumo💻