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O dérbi lisboeta deu em empate 1-1. O Sporting entrou melhor em campo, marcou cedo de pénalti, por Adrien Silva, mas a partir daqui o Benfica foi obrigado a ir atrás do resultado e empatou, por Lindelöf. Um encontro equilibrado na maior parte dos detalhes de jogo, com ascendência “encarnada” nos remates e nos disparos enquadrados. Os “leões” acabaram por marcar no único remate em que acertaram com a baliza, com Dost em dia de atípico desperdício. Enquanto isso, o Benfica completou os jogos com os outros dois “grandes” sem sofrer qualquer derrota, em contraste com o que aconteceu na época passada.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Entrada de rompante do Sporting, e aos cinco minutos já estava 1-0 para os homens da casa. Ederson fez penálti sobre Bas Dost, num lance de pura desconcentração, e Adrien Silva cobrou com competência o castigo máximo. Foi ao terceiro remate dos “leões”, o primeiro enquadrado.
  • O Benfica reagiu e, por volta do quarto-de-hora, já tinha mais bola – 59% – mas o Sporting tinha os três remates, todos eles realizados dentro da grande área “encarnada”, para além de 54% de duelos individuais ganhos.

  • Por volta dos 25 minutos o habitualmente discreto Bas Dost – não estamos a falar em finalização… – tinha já ganho cinco dos seis duelos que disputara, quatro de cinco no jogo aéreo, mas havia perdido seis vezes a bola, em dez vezes que lhe tocou.
  • O Benfica assumiu definitivamente o domínio da posse de bola, com 57% por volta dos 35 minutos, mas o Sporting não dava espaços. Nem na direita, por onde o Benfica atacara em 55% das vezes até esta fase, com Nélson Semedo, Salvio e Cervi a caírem nesse flanco, a tentar surpreender Jefferson.

  • Intervalo Primeira parte marcada pelo erro de Ederson, que deu a Adrien Silva a possibilidade de colocar o Sporting na frente de penálti. A partir deste momento o Benfica assumiu as despesas de jogo e atacou mais, com 60% de posse de bola e cinco remates, dois deles enquadrados. O Sporting somou três (um à baliza), mas todos de dentro da grande área benfiquista. Grimaldo era, nesta altura, o mais influente em campo, com um GoalPoint Rating de 6.3, fruto de um remate (enquadrado), quatro de sete duelos ganhos, quatro desarmes e um cruzamento eficaz em uma tentativa. Uma palavra para Coates que, com sete alívios, mantinha o perigo longe de Rui Patrício.

  • Novamente o Sporting a reentrar melhor em jogo, com Bas Dost a ter duas boas ocasiões para marcar, uma de cabeça, uma outra em que enrolou o remate e a bola saiu perto do poste. Nos primeiros 15 minutos da segunda parte o Sporting registou três remates, o Benfica um, nenhum enquadrado dos dois lados, e os “leões” somavam 57% de posse nesta fase.
  • Porém, aos 66 minutos, Lindelöf empatou na cobrança irrepreensível de um livre directo descaído para a esquerda. Foi o oitavo remate do Benfica, o terceiro na segunda parte, num total de quatro enquadrados.

  • Jogo “rasgadinho” e com muita luta, e aos 71 minutos já se registavam 36 faltas, 20 cometidas pelo Sporting, 16 pelo Benfica. Bruno César, com seis (cinco na primeira parte), e Alan Ruiz, com cinco, eram os mais faltosos. Salvio era quem mais faltas tinha sofrido, sete.

  • Final de jogo mais desinspirado, e com o Sporting a tentar chegar ao golo, mas a frescura faltava às duas equipas, pelo que o resultado não mais se alterou.

    O Homem do Jogo 👑

    Adrien Silva marcou um golo e foi um trabalhador incansável durante toda a partida, a defender e a construir jogo. O médio foi o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.9, fruto também de um passe para ocasião, 86% de passes certos, 11 duelos ganhos em 16 disputas, duas tentativas de drible certas em três. E ainda fez seis desarmes, o máximo, a par de Nélson Semedo.

  • Jogadores em foco 🔺🔻 

        • Lindelöf 6.2 – Estava a ter muitas dificuldades com Bas Dost, ganhando apenas três dos oito duelos aéreos que disputou, mas o “golaço” que marcou apaga tudo. Decisivo.
        • Paulo Oliveira 6.1 – O melhor na defesa do Sporting. Sempre muito sóbrio, desarmou quatro vezes e não se coibiu de recorrer ao alívio (cinco vezes) quando foi preciso.
        • Grimaldo 5.9 – Grande duelo com Gelson Martins, do qual saiu com alguns embaraços, mas também somou cinco desarmes e ía marcando de livre directo.
        • Bas Dost 4.9 – Fortíssimo no jogo aéreo, ganhou oito dos 11 duelos que disputou, mas de resto não foi o Bas Dost que nos habituou, falhando uma ocasião flagrante e 17 das suas 30 tentativas de passe.
        • Pizzi 6.1 – Esteve em todo o lado, a defender, a atacar, a organizar. Um autêntico cérebro que equilibrou toda a equipa do Benfica. Tocou 76 vezes na bola, recuperou-a dez vezes e fez três desarmes e um passe para ocasião.

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