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O FC Porto segue imparável no comando da Liga NOS. No grande dérbi da Invicta, os “dragões” foram ao Bessa vencer por 3-0, mercê de uma segunda parte arrasadora, e na qual a equipa de Sérgio Conceição anulou por completo um Boavista até então atrevido. Os números finais são esclarecedores quando ao domínio total do Porto, que assim mantém-se isolado no comando do campeonato.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Muita luta no arranque do dérbi portuense, mas com o “dragão” a assumir rapidamente o comando das operações, com 72% de posse de bola nos primeiros dez minutos, embora sem remates no registo da partida para cada um dos lados.
  • Jogo “rasgadinho”, com 13 faltas cometidas no total aos 25 minutos. O Boavista conseguiu recuperar alguma posse nesta fase (31%) e registava um remate, o único enquadrado da partida (Porto dois, para fora). Alex Telles, com dois passes para finalização e dois dribles eficazes em dois, começava a destacar-se.

  • Boavista esforçado, mas mal no passe. Aos 35 minutos os “axadrezados não iam além dos 60% de eficácia. Mas já aumentara para 35% a posse e limitava as acções ofensivas do Porto – apenas três remates, nenhum com boa direcção.

  • Intervalo Primeiro tempo sem grande história para além da grande intensidade da partida e alguma dureza. Ao intervalo registavam-se 21 faltas, 13 das quais do lado do Boavista, e já quatro amarelos, dois para cada lado. O Porto dominava os acontecimentos, com 62% de posse de bola e quatro remates, mas não conseguiu enquadrar nenhum, ao contrário dos boavisteiros, que acertaram na baliza no único disparo que conseguiram. Jesús CoronaGoalPoint Rating de 6.0 – era o mais esclarecido, sendo ele autor de dois remates e de dois dribles eficazes, para além de ter ganho a totalidade dos sete duelos em que participou.

  • Reinício perfeito para o “dragão”, que chegou à vantagem aos 50 minutos. Após cruzamento da direita, todos desistiram do lance, menos Brahimi, que cruzou rasteiro de primeira para Aboubakar. O camaronês, na pequena área, aproveitou a passividade boavisteira para fazer um golo fácil.

  • O Boavista não se entregou e continuou a tentar criar perigo, através, sobretudo, da velocidade de Kuka pela esquerda (54%), mas este não era mais que inconsequente – três tentativas de drible, sem sucesso, dois cruzamentos, ineficazes, nenhum remate ou passe para finalização. Nenhum boavisteiro chegava, aos 60 minutos, a um rating igual ou superior a 6.0.
  • Por volta dos 75 minutos, o Porto começava a recuar – a saída de Corona para a entrada de André André, quando era um dos melhores em campo, com 6.6, também para isso contribuiu -, e os boavisteiros tinham 55% de posse de bola na segunda partem nesta altura do jogo, para além de três disparos, tantos quanto o Porto, mas só os “dragões” enquadraram um, o do golo.
  • Aos 78 minutos, Vagner viu Herrera isolado à sua frente, mas evitou o 2-0 com uma defesa com o pé direito, numa flagrante ocasião para os portistas. Mas aos 80, o mexicano redimiu-se e assistiu Marega que, também isolado, não desperdiçou e ampliou a vantagem portista. Estava decidido o jogo, mas não o resultado.

  • Aos 86 minutos, Brahimi recebeu um passe de André André, isolou-se, e bateu Vagner para o 3-0.

O Homem do Jogo 👑

Mais um grande jogo da grande figura deste FC Porto. Brahimi demorou um pouco a “carburar”, mas aos poucos foi ganhando confiança e, sem pedir licença a ninguém, o GoalPoint Rating elegeu-o como o melhor em campo e com os números já habituais. Para além do golo que marcou, em dois remates (ambos enquadrados), o argelino registou uma assistência, duas ocasiões flagrantes criadas em dois passes para finalização, teve sucesso em sete de nove dribles (o máximo da jornada… quem diria), e ganhou dez de 16 duelos – terminou com um rating de 8.1.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Ricardo Pereira 6.9 – Mais um grande jogo do lateral portista. Para além de uma ocasião de golo flagrante que criou, o jovem português realizou ainda cinco desarmes, três intercepções e ganhou oito de dez duelos individuais.
  • Alex Telles 6.7 – Desde cedo deu mostras de querer brilhar. O lateral-esquerdo fez quatro passes para finalização, acertou duas de três tentativas de drible e somou cinco alívios.
  • Jesús Corona 6.6 – O mexicano estava a ser um dos melhores em campo quando foi substituído aos 69 minutos. Para além de dois remates, acertou as suas duas tentativas de drible, ganhou 11 de 12 duelos individuais e sofreu quatro faltas.
  • Aboubakar 5.9 – O camaronês é desconcertante. Pode passar um jogo todo despercebido, mas em curtos espaços de tempo surge e decide um jogo. Por isso nem sempre o rating reflecte os golos que marca. O ponta-de-lança abriu o activo, acertou as suas duas tentativas de drible e foi para casa satisfeito.
  • David Simão 5.3 – O melhor do Boavista. O médio andou sempre acima dos seus colegas em termos de desempenho e terminou com um passe para finalização, 11 duelos ganhos em nove, 15 recuperações de bolas (o máximo da partida) e oito faltas sofridas (o máximo da jornada até ao momento).

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