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O FC Porto não dá descanso aos seus adversários e somou mais uma goleada das antigas. Os comandados de Sérgio Conceição responderam à derrota de terça-feira na Liga dos Campeões, ante o Leipzig, com uma vitória categórica por 6-1 sobre o Paços de Ferreira, resultado construído, sobretudo, na primeira parte – ao intervalo estava já 4-1. O “dragão” já soma 25 golos em nove partidas e, este sábado, cinco dos seus jogadores terminaram com um rating superior a 7.0. Algo que não espanta perante os 14 remates enquadrados dos “azuis-e-brancos”.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • O Porto entrou a todo o gás e já ganhava aos quatro minutos. Brahimi serviu Ricardo Pereira, que irrompera na grande área pacense, e este marcou à saída de Mário Felgueiras. Um golo que aconteceu no primeiro remate.
  • A reacção visitante foi rápida e Welthon empatou aos oito minutos, com um remate forte de fora da área, sem hipóteses para José Sá. Dois remates, um para cada lado, dois golos.

  • Por volta dos 15 minutos o domínio portista era evidente, com 74% de posse de bola e pressão intensa. A noite parecia ser de Ricardo Pereira, que voltou a estar em destaque no 2-1. Aos 18 minutos fez um passe longo para Felipe e o defesa-central, isolado, não falhou.
  • Aos 25 minutos o 3-1, por Marega, também isolado, após excelente assistência de Aboubakar, numa bela combinação atacante entre os dois jogadores. Excelente jogo no Dragão.
  • O domínio portista era total e, por volta da meia-hora, os homens da casa mantinham uma posse de bola elevada (75%), seis disparos, sendo quatro deles enquadrados, demonstrativo de uma excelente eficácia de remate. Não espanta o 4-1.
  • Ricardo voltou a surgir de seguida em grande plano. O lateral centrou da direita, com conta, peso e medida, e Marega, na grande área, encostou para o bis do maliano. Goleada bem antes do intervalo.

  • Intervalo Jogo completamente resolvido no descanso. O Porto chegou facilmente aos 41, apesar do susto com o golo de Welthon. Marega, com dois golos, e Ricardo Pereira, com um tento e duas assistências, eram as grandes figuras de um primeiro tempo que viu o Porto dominar, com 70% de posse, dez remates, seis deles enquadrados. O Paços fez três disparos e enquadrou dois.
  • Pouco mudou nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, com o Porto a registar 70% de posse nesta fase e quatro remates, mas desta feita nenhum enquadrado. O mesmo para o Paços, que alvejou duas vezes a baliza contrária, também sem a melhor direcção.
  • Porém, o 5-1 parecia inevitável e surgiu aos 65 minutos, com Jesús Corona a finalizar na recarga a um primeiro remate de Marega, que Felgueiras havia desviado com o corpo.

  • As facilidades do “dragão” eram evidentes e Aboubakar fez o 6-1 aos 72 minutos, num encosto fácil após assistência de Corona. No segundo tempo o Porto levava nove remates, todos eles realizados dentro da grande área do Paços, que estava completamente desorganizado.
  • Tudo mais do que decidido. Aos 80 minutos o Porto registava 68% de posse só na segunda parte, apesar da vantagem dilatada, e ainda 12 remates, sete deles enquadrado, e 88% de passes certos. O Paços desistira há muito.

O Homem do Jogo 👑

Logo no início deu para entender que este iria ser o jogo de Ricardo Pereira. O lateral-português nem sempre tem sido primeira opção, mas este sábado ajudou Sérgio Conceição a decidir em quem apostar na lateral-direita. O ainda jovem jogador marcou logo aos quatro minutos e a seguir fez duas assistências, terminando a partida com quatro passes para finalização, três ocasiões flagrantes criadas, dois dribles eficazes em duas tentativas, 11 duelos ganhos em 13 e ainda quatro desarmes. O seu GoalPoint Rating de 9.4 é o terceiro mais elevado nesta Liga NOS.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Jesús Corona 8.6 – O mexicano esteve endiabrado. Não só marcou um golo, como fez uma assistência em dois passes para finalização, teve sucesso em três de cinco tentativas de drible, terminou com 93% de eficácia de passe, recuperou oito vezes a bola e ainda fez cinco desarmes. Para mais tarde recordar.
  • Felipe 7.8 – O defesa-central brasileiro marcou um golo e poderia ter tido um rating mais elevado, não tivesse marcado um golo que acabaria invalidado. Para além disso foi um dos mais rematadores na partida, com três disparos, dois enquadrados, e ainda registou cinco intercepções.
  • Brahimi 7.2 – Desta feita não marcou (e falhou uma ocasião flagrante), mas esteve em todo o lado. O argelino fez uma assistência em três passes para finalização e conseguiu 100% de dribles certos nas suas nove tentativas. Não espantam assim os 12 duelos ganhos em 17.
  • Marega 7.2 – O maliano fecha o lote de cinco portistas com mais de 7.0. O avançado fartou-se de rematar, seis vezes, cinco delas enquadradas, e marcou dois golos. Pena a ocasião flagrante falhada.
  • Mário Felgueiras 6.3 – Um guarda-redes sofrer seis golos e arrancar um rating superior a 6.0 é obra. E o português conseguiu-o porque realizou oito defesas, sete delas a remates dentro da grande área.

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