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O Benfica regressou às vitórias, após três jogos sem vencer. A vítima foi o Paços de Ferreira, que perdeu por 2-0 no Estádio da Luz, perante uma “águia” a querer responder à “crise” com muito futebol ofensivo, suficiente para golear o seu adversário. Mas a falta de pontaria na primeira parte (ou o excesso, a “águia” enviou três bolas aos ferros) e a boa actuação de Mário Felgueiras na segunda evitaram números mais penalizadores para os “castores”. Ainda assim, a certeza de que os campeões nacionais encurtaram para três pontos a distância em relação ao Sporting, em véspera de um clássico entre os rivais que seguem nos primeiros lugares da prova.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Primeira grande oportunidade para o Benfica aos cinco minutos, com Jonas a cabecear à entrada da pequena área para defesa estupenda de Mário Felgueiras. Excelente entrada dos “encarnados”, com grande pressão ofensiva e, aos nove, Grimaldo acertou no poste na sequência de um livre directo.

  • No primeiro quarto-de-hora as “águias” registavam 77% de posse de bola, cinco remates contra nenhum do Paços, mas apenas um enquadrado. Os pacenses somavam tímidos 53% de eficácia de passe e pouco ou nada haviam feito em termos ofensivos. E aos 18 minutos foi Jonas a atirar ao ferro.
  • Adivinhava-se o golo do Benfica, que surgiu aos 20 minutos. Ataque pela direita, Zivkovic cruzou rasteiro e Franco Cervi, em zona frontal à baliza, atirou colocado e sem hipóteses de defesa. Surgiu ao sétimo remate, segundo enquadrado, dos da casa.

  • Aos 27 minutos foi Seferovic a acertar na barra… Por volta dos 30 minutos, os “encarnados” registavam já 12 remates, mas a grande produção atacante dos homens da Luz esbarrava na falta de pontaria dos seus jogadores, pois apenas dois disparos tiveram enquadramento. Em termos de posse, as “águias” registavam 78%, e também o incrível número de dez cantos.

  • Intervalo Domínio absoluto do Benfica na primeira parte. O resultado pecava por escasso perante tamanha superioridade, mas explicava-se pela fraca competência em frente à baliza do Paços de Ferreira, pois em 13 remates os homens de Rui Vitória apenas enquadraram dois. De resto, 78% de posse de bola para os benfiquistas, dez cantos, 87% de eficácia de passe. Os extremos do Benfica eram os melhores em campo. Zivkovic terminou a primeira parte com um GoalPoint Rating de 6.7, mas Cervi, autor do golo, consegui atingir 7.5. O argentino fez dois remates, um enquadrado, dois passes para finalização, um deles para ocasião flagrante, teve dois cruzamentos eficazes em cinco e registou duas intercepções.

  • Mais do mesmo no segundo tempo, com 77% de posse de bola para o Benfica nos primeiros 15 minutos, e o 2-0 logo aos 61. Após mais um canto, o 11º, Seferovic desviou de cabeça e a bola chegou aos pés de Jonas, que não perdoou. Foi ao sétimo remate no segundo tempo, 20º no total, e o quarto enquadrado. O Paços tinha apenas dois disparos.

  • Cervi ia cimentando a sua vantagem no GoalPoint Ratings, pois aos 70 minutos registava já 8.4, graças sobretudo aos quatro passes para ocasião. Jonas somava 7.5, somando nove remates na partida, três enquadrados, um golo.
  • Ainda assim o Paços conseguiu melhorar em relação ao segundo tempo, pois conseguiu ensaiar o remate em quatro ocasiões, contra uma da primeira parte, e registou os seus únicos dois cantos. Mas não enquadrou nenhum nesta fase.
  • O Benfica terminou em cima do Paços, com várias ocasiões de golo e muitos remates. No final, 27 disparos para o Benfica e seis para os “castores”, o que representa a maior diferença de remates entre duas formações num só jogo esta temporada na Liga NOS: 21.

O Homem do Jogo 👑

Não estava difícil de adivinhar quem seria o melhor em campo neste jogo. Franco Cervi fez o 1-0 e arrancou para uma exibição de grande nível, que lhe valeu um GoalPoint Rating de 8.5. Rematou três vezes, uma delas enquadrada, criou uma ocasião flagrante em quatro passes para finalização, acertou dois de cinco cruzamentos, colocou a bola oito vezes na área contrária e ainda ajudou na defesa, com três desarmes e outras tantas intercepções. Um belo jogo do pequeno argentino.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Jonas 7.5 – Não sabe jogar mal. O brasileiro marcou mais um golo na Liga NOS, o seu oitavo, em nove remates (recorde nesta Liga a par de Aboubakar, que o conseguiu na primeira jornada), e enquadrou três. Fez ainda três desarmes.
  • Zivkovic 7.2 – O sérvio está em boa forma. Voltou a exibir-se a grande nível, com três remates, dois enquadrados, uma assistência (para o 1-0) em quatro passes para finalização, duas de quatro tentativas de drible com sucesso, 15 vezes a bola colocada na área contrária, dez duelos ganhos em 21 e quatro desarmes. Um verdadeiro dínamo.
  • Pizzi 6.9 – Pizzi foi assobiado! Ouviu bem. Não sabemos se por não ser alto e loiro, mas foi. É certo que não arrasou, mas manteve sempre a bitola alta. Rematou quatro vezes, uma enquadrada, criou uma ocasião flagrante em dois passes para finalização, terminou com 89% de passes certos, teve 107 acções com bola (só Grimaldo teve mais, com 112) e recuperou nove vezes a bola. E foi assobiado…
  • Mário Felgueiras 6.2 – O Paços bem pode agradecer ao seu guarda-redes por não ter saído da Luz goleado. O guardião fez seis defesas, cinco delas a remates de dentro da área, e pecou apenas na eficácia de passe: 36%, em comparação, por exemplo, com os 86% de Júlio César.
  • Rúben Dias 5.5 – Parece ter conquistado os adeptos do Benfica, pela abnegação e espírito de entrega. Mas ainda lhe falta crescer. Ganhou apenas três de nove duelos individuais, e um de cinco aéreos, e registou apenas duas acções defensivas.

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