O grande jogo esta aí à porta e ninguém melhor que nós para esmiuçar tudo o que os números dizem sobre Porto e Benfica antes do “clássico” da 13ª jornada da Liga NOS 2017/18. Desta vez propomos partilhar consigo o que a nossa “lupa” descobriu: as “águias” e “dragões” que mais perigo criam para as balizas contrárias, com base nos dados acumulados das 12 jornadas disputadas até ao momento.

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Os homens na base dos golos do “dragão”

Antes mesmo de analisarmos os “onzes”-base no que toca a acções ofensivas propomos uma vista de olhos pela sua melhor consequência: o golo. Começamos pelo FC Porto, revelando os melhores ratings “azuis-e-brancos”, ao mesmo tempo que identificamos o contributo que deram até agora, em golos e assistências:

GoalPoint-Ratings-FC-Porto-J12-Liga-NOS-201718-infog
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A linha ofensiva dos “dragões” sobressai naturalmente, não só no que toca aos ratings, como ao contributo directo para os golos que colocam o Porto na liderança. Mas também o contributo ofensivo do sector recuado, com destaque para os laterais, não é de somenos e, prova disso, é a recente eleição de Ricardo Pereira como Jogador do Mês GoalPoint de Outubro/Novembro 2017.

A influência de Brahimi não surpreenderá o leitor, pelo menos tanto quanto a preponderância do grande ausente do clássico: Jesús Corona. O mexicano tem mais peso do que, por vezes, lhe é atribuído, mas não poderá alinhar no “clássico”, devido à expulsão em Vila das Aves. Sérgio Oliveira tem sido aposta de Conceição nos jogos mais complicados, sendo por isso expectável que ocupe a vaga deixada por Corona, mexendo também com o esquema mais ofensivo apresentado.

Os que mais contribuem para os golos da “águia”

Olhamos agora os ratings e golos do Benfica:

GoalPoint-Ratings-SL-Benfica-J12-Liga-NOS-201718-infog
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É caso para dizer que o Benfica vai dependendo sobretudo de um só homem, e um que tem por hábito não aparecer ao seu nível nos grandes duelos da Liga: Jonas. No entanto, e como iremos perceber na próxima página, tal não significa que o Benfica não ofereça outros focos de perigo, sobretudo tendo em conta as mexidas que Rui Vitória tem operado no “onze encarnado”, bastante menos estável que o do adversário: o FC Porto tem 11 homens com pelo menos 600 minutos jogados na Liga, enquanto no Benfica esse número desce para nove.

Na próxima página, as “águias” e “dragões” que somam mais acções ofensivas