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Portugal não foi além de um empate 1-1 na derradeira jornada do Grupo F do Mundial Sub-20, com a África do Sul, e ficou pelo caminho na competição. A turma lusitana foi superior na primeira parte, altura em que conseguiu marcar por Rafael Leão, mas na segunda deixou-se empatar de penálti e falhou uma grande penalidade logo a seguir. Um resultado que espelha uma exibição pobre, apesar dos números finais superiores da equipa das “quinas”. Contudo, a pouca competência na frente de ataque acabou por ditar um adeus prematuro. Argentina e Coreia do Sul seguiram em frente.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Portugal começou o jogo a pressionar e, ao primeiro quarto-de-hora, registava 55% de posse, quatro remates, dois enquadrados e os melhores lances do jogo – embora três disparos tenham acontecido de fora da área, perante o recuo contrário. Contudo, não conseguia travar as transições dos sul-africanos, que registavam dois disparos, embora sem a melhor direcção.

  • Adivinhava-se, ainda assim, o tento luso, que surgiu aos 19 minutos. Thierry Correia, do lado direito, cruzou para a grande área onde Rafael Leão ganhou espaço com uma recepção orientada e atirou a contar. Ao sétimo remate, terceiro enquadrado, Portugal marcava.
  • A África do Sul esboçou uma pequena reacção, mas Portugal fechava bem os caminhos para a sua baliza quando recuava com rapidez no terreno. Pela meia-hora os africanos registavam os mesmos dois remates, numa altura em que Rafael Leão destacava-se nos ratings, com 6.3, acompanhado de perto pelo autor da assistência, Thierry Correia – o lateral tinha, contudo, muito pouco trabalho defensivo.

  • Rafael Leão voltou a realizar uma recepção orientada que o colocou em excelente posição para marcar aos 36 minutos, mas desta feita, Khulekani Kubheka defendeu o remate do avançado do Lille.
  • Intervalo Primeira parte de superioridade portuguesa, expressa em um golo marcado e números ofensivos superiores – o dobro dos remates e os únicos enquadrados (5). Melhor no passe, a formação lusa teve também mais bola e apostou bastante no jogo pelos flancos, 51% pelo direito, mas voltou a mostrar pouca presença na área contrária, ante uma África do Sul com muitos homens na retaguarda. O melhor por esta altura era Rafael Leão, autor do único golo e que registava um GoalPoint Rating de 6.5 – fruto também de dois disparos enquadrados, dois passes para finalização e dois de três duelos aéreos ofensivos ganhos.

  • Mau arranque de Portugal na segunda parte. Aos 52 minutos o árbitro assinalou grande penalidade de Diogo Leite (por mão na bola) e James Moryane não desperdiçou a oportunidade para empatar, no primeiro remate enquadrado dos sul-africanos, ao sétimo disparo.

  • Porém, aos 58 minutos, um cruzamento de Jota foi cortado com o braço por Fezile Gcaba e o árbitro voltou a assinalar penálti. Só que desta feita, o guarda-redes defendeu o disparo do próprio Jota.
  • O jogo chegava assim empatado aos 60 minutos, com uma exibição pálida de Portugal. Nesta fase a formação lusa registava somente um remate na segunda parte, o da grande penalidade desperdiçada, apesar dos 66% de posse de bola e dos 67% de duelos ganhos. Vida difícil para os comandados de Hélio Sousa, ao mesmo tempo que a Coreia do Sul vencia a Argentina por 2-0.

  • Portugal lançou-se no ataque e, aos 71 minutos, Diogo Queirós cabeceou à barra da baliza sul-africana. A equipa das “quinas” tinha 71% da posse de bola e chegava aos três remates no segundo tempo, dois enquadrados, mas a verdade é que as duas equipas somavam somente três acções com bola cada nas grandes áreas contrárias.
  • A pressão final foi grande, Portugal terminou em cima da África do Sul, mas o recurso ao chamado “chuveirinho”, sem grande critério, acabou por facilitar a vida à equipa contrária – que, apesar das debilidades, acabou por segurar o empate e ditar o adeus lusitano.

O Homem do Jogo 👑

Esforço em vão. O extremo do Sporting de Braga, Francisco Trincão, foi o melhor em campo nesta partida que ditou o afastamento de Portugal. O jovem registou um GoalPoint Rating de 7.4, um valor alto, pois manteve sempre um nível elevado do seu jogo. Para além de dois remates enquadrados em três tentativas, Trincão criou uma ocasião flagrante em quatro passes para finalização e completou três de seis tentativas de drible. Merecia mais do jogo.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Thierry Correia 7.3 – O lateral-direito não teve grande trabalho defensivo, dado o posicionamento retraído dos sul-africanos, ainda assim registou oito recuperações de posse e cinco desarmes. No ataque fez a assistência para o golo luso em dois passes para finalização.
  • Rúben Vinagre 6.6 – Do lado oposto – e tirando partido do jogo de Portugal pelos flancos -, o lateral-esquerdo mostrou também qualidade. Vinagre também não teve muito trabalho defensivo, mas na frente realizou dois passes para finalização, teve sucesso nos três cruzamentos que fez e completou duas de quatro tentativas de drible.
  • Rafael Leão 6.3 – O homem mais avançado de Portugal fez o golo luso, na primeira parte, e foi um dos mais perigosos em campo. Ao todo somou quatro remates, três enquadrados, fez três passes para finalização, mas não teve sucesso em nenhuma das quatro tentativas de drible.
  • Diogo Leite 6.1 – O jogo do central português fica marcado pela grande penalidade por si cometida (mão na bola). Tirando isso esteve muito sólido a defender, com cinco duelos aéreos defensivos ganhos em seis, 11 recuperações de posse e oito acções defensivas.
  • Khulekani Kubheka 6.9 – Mais uma vez, tal como aconteceu ante a Argentina, o melhor em campo do adversário de Portugal foi o seu guarda-redes. Kubheka terminou o jogo com oito defesas, uma delas a uma grande penalidade, sete delas a remates na sua grande área.