Este domingo, FC Porto e SL Benfica jogam no Estádio do Dragão. As “águias” procuram ajudar o seu treinador a fazer história, pois Rui Vitória nunca venceu os “azuis-e-brancos” e possui agora mais uma oportunidade perante um renovado, FC Porto ansioso por consolidar o primeiro lugar.

Desforra. Esta poderá muito bem ser a palavra que tem corrido, nos últimos dias, pelos corredores do Estádio do Dragão e pelas mentes de todos os portistas. O jogo da época passada (2-0 para o conjunto “encarnado”) é uma espinha atravessada na garganta de um “dragão” ansioso por regressar aos títulos e recuperar o ceptro nacional. De recordar também que esse encontro acabou mesmo por marcar a última perda de pontos da equipa de Lopetegui em casa, em jogos a contar para a Liga NOS.

Clássico Porto vs Benfica 2015/16 -  Antevisão em números
Clique na infografia para ampliar (infografia: GoalPoint)

Decorridas apenas quatro jornadas, os “dragões” ocupam o primeiro lugar da tabela classificativa com dez pontos (empate contra o Marítimo), nove golos marcados e apenas dois sofridos. Já os “encarnados” ocupam o terceiro lugar da classificação com nove pontos (derrota frente ao Arouca), 13 golos apontados e três consentidos.

Não será apenas um frente-a-frente entre FC Porto e SL Benfica. Será também entre o melhor ataque e uma das melhores defesas da Liga NOS. Será também entre os dois melhores marcadores: Jonas, com cinco golos, e Aboubakar, com quatro. Quer melhores “ingredientes” para não perder este jogo? Nós temos dez.

1. QUEM REMATA MAIS… MARCA MAIS
Pizzi Benfica  Porto
(foto: J. Trindade)

Esta premissa nem sempre corresponde à verdade mas a diferença de remates é tão grande que acaba mesmo por se refletir no número de golos de cada uma das equipas. O Benfica é uma das formações mais rematadoras da Liga, com um total de 95 remates concretizados contra apenas 55 do Porto. Contudo, os “azuis-e-brancos” são mais concretizadores, com uma percentagem de 16,4% contra os 13,7% da equipa de Rui Vitória.

O conjunto de Lopetegui procura ter mais critério na hora de apontar à baliza adversária e não é por acaso que, dos 55 remates realizados, apenas 13 tenham sido bloqueados. Por outro lado, os “encarnados” têm 29 remates bloqueados, o que perfaz quase um terço dos disparos realizados.

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