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A Argentina começou titubeante a sua participação no Campeonato do Mundo. Perante a Islândia, os sul-americanos marcaram primeiro, dominaram por completo os acontecimentos, mas as lacunas defensivas permitiram o empate para os europeus. E nem a boa exibição de Lionel Messi alterou o rumo dos acontecimentos – o número 10 falhou mesmo uma grande penalidade.

A Islândia até entrou bem em jogo, com alguns lances de perigo e quatro remates. Porém, não enquadrou nenhum e não concretizou uma ocasião flagrante, desperdiçada por Birkir Bjarnason. Aproveitou a Argentina por dominar por completo, chegando aos 81% de posse de bola por volta dos 19 minutos, altura em que Kun Agüero fez o 1-0, na sequência de um excelente trabalho individual na grande área, ao que se seguiu um remate forte e colocado. Um tento que aconteceu ao sexto remate argentino, segundo enquadrado.

Contudo, na resposta, e numa jogada de insistência aos 23 minutos, os islandeses empataram. O ponta-de-lança Alfred Finnbogason foi mais lesto que toda a defesa argentina e atirou a contar, ao reagir rápido a uma bola perdida na grande área. Um golo ao segundo remate do avançado que ainda registava dois passes para finalização. A Islândia, apenas com 19% de posse, tinha apenas menos num remate (6) que a Argentina. E foi assim que se chegou ao intervalo, com o jogo empatado 1-1. Muito mais Argentina, com 79% de posse, 11 remates, quatro enquadrados, mas a defesa das “Pampas” mostrou muitas fragilidades, pelo que os islandeses remataram oito vezes e criaram as melhores ocasiões. Messi, com um rating de 6.7, ia sendo o melhor.

A segunda parte manteve a tendência de total ocaso da Islândia perante um domínio avassalador dos argentinos, com posse de bola acima de 75%. Isto num jogo em que os lances de perigo escasseavam e Messi jogava muito longe da grande área contrária.

Até que aos 64 minutos, os sul-americanos dispuseram de uma ocasião flagrante para marcar, ao beneficiar de uma grande penalidade. Contudo, Messi permitiu a defesa de Hannes Thór Halldórsson. A vida começava a complicar-se para a formação das “Pampas”, apesar dos 18 remates registados por esta altura, cinco deles enquadrados – sete disparos, contudo, de fora da área, recurso necessário perante o recuo total dos insulares e falta de espaço na área.

Apesar das alterações, a Argentina continuou a apostar num jogo afunilado, esbarrando na defesa contrária, pelo que o resultado não sofreu alterações. No final os números mostram uma “albiceleste” totalmente ao ataque, com 78% de posse de bola, impressionantes 27 remates, mas somente sete enquadrados, para além de dez cantos contra dois e 90% de eficácia de passe.

O melhor em campo foi Lionel Messi. Sim, falhou uma grande penalidade, mas no meio de tamanha desinspiração argentina, foi mesmo o mais esclarecido, com 11 remates, três enquadrados, três passes para finalização, 115 acções com bola – só batido pelas 151 de Mascherano – nove dribles eficazes em 13 tentativas. Terminou com um GoalPoint Rating de 7.7.

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