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O Manchester City começou o campeonato inglês com o pé direito, ao bater o Arsenal por 2-0, no Emirates Stadium. Uma semana após ter vencido o Community Shield, frente ao Chelsea, o campeão inglês mostrou novamente excelentes argumentos, numa partida em que esteve praticamente sempre por cima, com o português Bernardo Silva, titular, a apontar o golo da tranquilidade, já no segundo tempo.

A primeira parte pertenceu quase por completo ao City. Aos 14 minutos, já os actuais campeões ingleses estavam em vantagem, graças a um golo de Raheem Sterling, que cortou para o meio e passou por dois adversários antes de colocar a bola fora do alcance de Petr Cech. O domínio dos “citizens” era notório ao intervalo (60%-40% em posse de bola, 8-4 em remates e 6-0 em cantos), mas na retina também ficara o remate do espanhol Bellerín, aos 21 minutos, a obrigar Ederson a defesa difícil.

Na segunda parte, a entrada de Lacazette para o lugar de Ramsey mexeu com a partida. Passados 15 minutos desde o intervalo, os “gunners” já tinham ligeira vantagem na posse de bola, ainda que não tivessem feito qualquer remate. Mas foi sol de pouca dura. Aos 64 minutos, Bernardo Silva “fuzilou” a baliza defendida por Cech que, momentos antes, negara o golo a Aguero depois de uma falha incrível do jovem Guendouzi. A equipa de Manchester limitou-se a gerir o resultado no resto da segunda parte, terminando a partida com 59% de posse, 17 remates, seis deles enquadrados, e duas ocasiões flagrantes criadas (ambas desperdiçadas), contra nove disparos do Arsenal (três à baliza) e uma ocasião flagrante.

O melhor da partida acabou por ser Cech, que, apesar de ter sofrido dois golos, deu nas vistas com seis defesas, quatro delas a remates de dentro da área, a que somou duas saídas eficazes, uma pelo solo e uma pelo ar, para um GoalPoint Rating de 7.0. Quanto a Bernardo Silva, o internacional português ficou-se pela nota 5.9, muito por culpa dos 11 passes que falhou e dos três dribles que consentiu.

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