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O Sporting perdeu em casa do Atlético de Madrid por 2-0, um resultado negativo, acima de tudo, pelo facto de não ter marcado nenhum golo fora, mas que deixa esperança para o jogo da segunda mão, em Alvalade – onde não poderá contar com Fábio Coentrão nem com Bas Dost, que viram amarelo e cumprirão castigo. Um desfecho que penaliza sobretudo a pouca objectividade e competência do Sporting na frente de ataque. Após sofrer um golo logo a abrir, o “leão” assumiu o domínio da partida, teve mais bola, foi competente no passe, mas na hora de finalizar esteve desastrado, desperdiçando três ocasiões flagrantes. No final, dois golos sofridos, ambos “oferecidos” por erros dos dois defesas centrais.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Péssima entrada do Sporting na partida, com o Atlético a marcar logo aos… 22 segundos. Sebastián Coates errou um passe simples, Diego Costa interceptou a bola, entregou-a a Koke e este, perante Rui Patrício, inaugurou o marcador.
  • O “leão”, contudo, conseguiu conter um pouco a entrada avassaladora dos “colchoneros”. Por volta dos dez minutos, o Sporting registava já 62% de posse de bola, mas somente um remate. Porém, conseguia evitar que os homens da casa se aproximassem da sua baliza. E aos 13 minutos, Piccini cruzou para cabeceamento perigoso de Bas Dost.

  • Os 86% de eficácia de passe do Sporting contra os 71% do Atlético diziam bastante do cariz de jogo por volta dos 20 minutos. Um conjunto leonino que começou a dar ideia de que o golo que sofrera logo no arranque não passara de um acidente de percurso, pois o domínio continuava a ser luso (65% de posse, os mesmos três remates dos da casa, embora nenhum enquadrado).
  • Aos 32 minutos, Gelson fugiu à defesa do Atlético e, praticamente só com Oblak pela frente, permitiu a defesa do guarda-redes ex-Benfica. Nesta altura, o extremo do Sporting era um dos melhores em campo, com quadro dribles eficazes em cinco tentativas. Piccini estava também a realizar uma boa partida, com três dribles eficazes em três, e William Carvalho com 100% de eficácia após quatro tentativas.

  • Mas dominar não chega, quando a ideia é mesmo marcar golos. Aos 40 minutos, Antoine Griezmann aproveitou um erro do outro central do Sporting, Mathieu, para se isolar e fazer o 2-0. Um tento que surgiu ao sétimo remate “colchonero”, terceiro enquadrado, o segundo do internacional francês. Antes do intervalo, William saiu para dar o lugar a Marcos Acuña.
  • Intervalo Primeira parte estranha para o Sporting, que começou muito mal a partida, com um golo sofrido aos 22 segundos, recompôs-se e dominou (59% de posse), mas foi para o descanso a perder por 2-0, fruto de mais um tento ao cair do pano da etapa inicial. Os “leões” registaram 85% de eficácia de passe, remataram quatro vezes, mas enquadraram apenas um remate e não fizeram nenhuma falta. Pouca objectividade, que os espanhóis aproveitaram da melhor forma. O melhor ao intervalo era Koke, autor do 1-0, com um GoalPoint Rating de 6.8. Para além do golo registou três passes para finalização e 88% de eficácia de passe.

  • No reatamento, o Sporting voltou a dominar as operações, chegando aos 61% de posse nos primeiros 15 minutos. Ainda assim, o Atlético continuou mais perigoso, com dois remates, um enquadrado. Diego Costa e Fábio Coentrão desperdiçaram ocasiões flagrantes nesta fase, numa altura de jogo bastante movimentada.
  • A objectividade das equipas era bem diferente e via-se precisamente pela relação entre posse e remates. Pelos 70 minutos, os “leões” continuavam a ter bola e a trocá-la com qualidade, mas sem jogadas de ruptura, pelo que registavam apenas um disparo no segundo tempo (desenquadrado). O Atlético somava já quatro (um com boa pontaria).

  • O Sporting mostrou-se mais agressivo nesta fase, registando dez faltas perto do final da partida, todas cometidas no segundo tempo. Mas tirando isso, apenas quatro remates na etapa complementar, nenhum enquadrado, de nada valendo a boa circulação de bola.
  • No último lance de ataque do Sporting, a melhor ocasião da partida. Bryan Ruiz rematou para grande defesa de Oblak e, na recarga, isolado à entrada da pequena área, Fredy Montero atirou para a bancada.

O Homem do Jogo 👑

O jogo começou praticamente com o golo de Koke, que assumiu a liderança dos GoalPoint Ratings nessa altura para praticamente não a largar até final. O ala do Atlético fez, obviamente, um golo, cinco passes para finalização e criou uma ocasião flagrante. O espanhol foi o segundo jogador com mais acções com bola (83), colocou-a nove vezes na área contrária e disputou 19 duelos. O grande problema de Koke, que o impediu de ter um rating superior a 6.7, esteve precisamente nos duelos, pois ganhou apenas cinco e foi driblado dez vezes, recorde negativo nesta Liga Europa. Porém, fez o suficiente para terminar como MVP deste encontro.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Rui Patrício 6.6 – O Sporting teve mais bola, até rematou dez vezes, mas os 13 disparos do Atlético foram mais eficazes, dirigindo-se seis vezes para a baliza de Rui Patrício. O guardião luso só não conseguiu parar dois deles, somando quatro defesas, três a remates de dentro da grande área.
  • Antoine Griezmann 6.7 – O francês ficou abaixo de Koke por apenas uma centésima. Para além do golo que marcou, o ponta-de-lança rematou quatro vezes, duas delas enquadradas, e registou impressionantes 15 recuperações de posse.
  • Cristiano Piccini 6.3 – Uma agradável surpresa. O italiano esteve muito activo, em especial a atacar, registando um passe para finalização e seis dribles completos em oito tentativas. E ainda ganhou 13 de 17 duelos individuais.
  • Sebastián Coates 4.5 – Jogo para esquecer do uruguaio. O golo que o Sporting sofreu aos 22 segundos surgiu de um passe errado em zona proibida e, ao longo do jogo, o central mostrou grande intranquilidade, cometendo mais um erro que resultou em remate espanhol. Acabou por recuperar o rating graças às oito acções defensivas, quatro delas intercepções.
  • Mathieu 4.3 – O colega de Coates no centro da defesa também não esteve bem. O segundo golo do Atlético surge também de um erro do francês, que ganhou apenas um de quatro duelos aéreos. As dez acções defensivas ajudaram a disfarçar uma noite desinspirada.

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