Barcelona 🆚 Atlético | Golo 700 de Messi não evita empate

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O jogo grande da 33ª jornada da Liga espanhola terminou com empate. O Barcelona recebeu o Atlético de Madrid – que só teve João Félix na segunda parte – e não foi além de um empate 2-2, deixando em aberto a possibilidade de o Real Madrid aumentar para quatro a vantagem no topo da tabela – caso vença o Getafe em casa, na quinta-feira. Este encontro, longe de bem jogado, teve um autogolo e três grandes penalidades, mas também o tento 700 de Lionel Messi na carreira.

Jogo de intenso domínio “blaugrana” do princípio ao fim, como se previa, aliás, sendo o Barça uma equipa habituada a ter bola e os “colchoneros” um conjunto sem pejo em dá-la ao seu adversário. Assim, viu-se uma equipa da casa em cima do seu adversário e a marcar com fortuna, logo aos 11 minutos, num autogolo de Diego Costa (o azarado da noite) na sequência de um canto de Messi. A resposta visitante surgiu de grande penalidade, pouco depois. Primeiro, Diego Costa falhou o castigo máximo, mas o árbitro ordenou a repetição do lance, por Marc-André ter Stegen se ter adiantado antes do pontapé. “Escaldado” com dois lances infelizes, Diego não cobrou o lance, avançando Saúl Ñíguez, que cobrou com êxito a segunda tentativa, aos 19 minutos. E chegou assim este “clásico” ao intervalo.

No reatamento, mais Barça, quase sempre com mais de 70% de posse de bola e, aos 50 minutos, Messi fez o 2-1, de grande penalidade – o 700º golo da carreira – a castigar falta do ex-portista Felipe sobre o ex-benfiquista Nélson Semedo. “La Pulga” assinalou o feito com uma cobrança “à Panenka”. Porém, a vantagem dos da casa durou somente 12 minutos, com Ñíguez a empatar 2-2, também de penálti, o terceiro do encontro – desta vez foi Nélson Semedo a fazer falta sobre Yannick Carrasco.

A frescura física – ou a falta dela – começou a notar-se aos poucos, pelo que o jogo arrastou-se até ao fim com o Barcelona a tentar o terceiro golo, com muita posse, uma incrível qualidade no passe, mas não no último, pois o Atlético fechou-se “em copas” e guardou um ponto para si.

Saúl Ñíguez 7.6 – O MVP do encontro. O médio do Atlético fez dois golos, ambos de penálti, ganhou dois de três duelos aéreos defensivos, e brilhou intensamente no trabalho defensivo, com um impressionante registo de nove desarmes.

Lionel Messi 7.0 – O argentino fez um golo, de penálti, o 700º da carreira, facto só por si merecedor de grande destaque. Esteve também na origem do 1-0, na cobrança do canto que acabou no autogolo de Diego Costa. Foi o mais rematador do jogo, com seis disparos, dois enquadrados, um no ferro, e registou incríveis 16 tentativas de drible, com sucesso em sete, seis no último terço.

Carrásco? Terminou com 5.5 , o que pode surpreender alguns visto o seu papel fulcral ao conquistar as duas grandes penalidades. Sucede que, para lá desse feito e dos quatro dribles eficazes, o ala foi por exemplo o jogador que mais dribles consentiu (5), três deles ainda no seu terço defensivo, falhas que só não tiveram piores consequências por sorte. Um bom exemplo de pormenores que, por vezes, escapam à análise “a olho” e que os analytics ajudam a apurar.

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