[vc_tta_tabs][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-line-chart” add_icon=”true” title=”Ratings” tab_id=”1465571624475-01e55dfc-58e2″]
GoalPoint-Belenenses-Sporting-LIGA-NOS-201819-Ratings
Clique para ampliar
[/vc_tta_section][vc_tta_section i_position=”right” i_icon_fontawesome=”fa fa-trophy” add_icon=”true” title=”MVP” tab_id=”1465571693503-4a0f9bf6-e654″]
GoalPoint-Belenenses-Sporting-LIGA-NOS-201819-MVP
Clique para ampliar
[/vc_tta_section][vc_tta_section i_icon_fontawesome=”fa fa-futbol-o” add_icon=”true” title=”Stats” tab_id=”1465571672809-6f7d6717-7b04″]
GoalPoint-Belenenses-Sporting-LIGA-NOS-201819-90m
Clique para ampliar
[/vc_tta_section][/vc_tta_tabs]

O Sporting conseguiu a sua maior goleada da temporada, a segunda mais expressiva de toda a Liga NOS. Na visita ao Belenenses, no Jamor, os “leões” venceram por 8-1, num jogo de sentido único que desde cedo se começou a definir pelos erros individuais e colectivos dos homens da casa, que ofereceram golos e viram-se em inferioridade numérica numa fase madrugadora do encontro. A insistência em construir jogo de trás com passes curtos esbarrou num Sporting que se preparou para esse facto e provocou o erro, acabando por aproveitar a maioria dos lances de perigo. Bruno Fernandes, com três golos, foi a figura da partida, que teve ainda no regresso de Bast Dost um dos destaques. Esta foi a maior goleada fora de portas do “leão”, igualando registos de 1939/40 ante o Leixões (9-2) e de 1973/74 com o Oriental (7-0).

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Arranque muito forte do Sporting, a estar perto de marcar por duas vezes no mesmo lance ao segundo minuto, tendo o primeiro remate, de Raphinha, acertado no colega de equipa Luiz Phellype e o segundo, de Gudelj, sido afastado em cima da linha de golo por Cleyton. Respondeu o Belenenses aos seis, com Jonatan Lucca a atirar às malhas laterais.
  • Até que aos dez minutos o Sporting marcou mesmo. Muriel Becker, na tentativa de reposição da bola, colocou-a nos pés de Raphinha e este rematou a contar para a baliza deserta. Um golo ao quarto remate leonino, segundo enquadrado.

  • Jogo com bastantes incidências nos primeiros 20 minutos, oportunidades de golo e alguns bons lances. O Belenenses, no seu estilo de passe curto e futebol apoiado, mostrava-se algo previsível para um “leão” mais agressivo nos duelos, registando o Sporting, nesta fase, cinco remates (dois enquadrados) contra apenas um dos “azuis”. Em termos de posse de bola, o equilíbrio era a nota dominante.
  • Aos 21 minutos, Muriel cometeu o seu segundo e último “pecado” no jogo. Bruno Fernandes isolou Raphinha com um passe magistral, o guarda-redes saiu-se da baliza e carregou o extremo leonino fora da área. Livre directo e cartão vermelho para o guardião, que deixou a sua equipa reduzida a dez.

  • À meia-hora já era evidente a superioridade do Sporting no jogo, com 52% de posse, oito remates (contra um), três enquadrados e impressionantes 94% de eficácia de passe. Os “azuis”, ainda assim, apresentavam assinaláveis 87% de acerto nas entregas, num jogo sem qualquer pontapé de canto até este momento.
  • Últimos minutos do primeiro tempo mais pausados, sem grandes lances de perigo, perante um Belenenses mais recuado, mas ainda assim a manter a identidade inalteradaapenas quatro alívios, numa equipa que quer sempre sair a jogar com a bola nos pés.

  • Em cima do intervalo, o Sporting chegou ao 2-0. Luiz Phellype chegou ao seu sétimo golo na Liga – todos de bola corrida, ultrapassando Bas Dost nesse detalhe -, com um remate na grande área sem marcação. O guardião Guilherme Oliveira, que havia entrado após a expulsão, ainda tocou na bola, mas deixou-a entrar na baliza, parecendo mal batido.
  • Intervalo Jogo fácil para o Sporting, muito por culpa da prestação individual e colectiva do Belenenses. A formação “azul” não quis mudar o seu estilo de jogo, levando ao extremo a tentativa de levar sempre a bola no pé para o ataque, e acabou empurrado pelo “leão”, que caía em cima do portador da bola com bastante agressividade. Muriel, que deu um golo bem cedo ao Sporting ao errar um passe curto, acabou expulso pouco depois, com os homens da casa sem conseguirem sair para o ataque. Quem não teve culpa foi a formação de Alvalade, que aproveitou bem as situações para marcar dois golos, dominar na posse de bola, eficácia de passe (94%) e remates. O melhor em campo nesta fase era Raphinha, com um GoalPoint Rating de 7.0. O brasileiro fez um golo em três remates, esteve no lance do vermelho a Muriel, fez dois passes para finalização e errou apenas dois passes.

  • Guilherme negou o golo a Bruno Fernandes logo no arranque do segundo tempo, com uma bela defesa perante o médio leonino, completamente isolado. Mas quem marcou foi o Belenenses que, mesmo em inferioridade numérica, entrou mais afoito após o descanso. Aos 61 minutos, Matija Ljujic rematou para defesa complicada de Renan Ribeiro e Licá aproveitou para fazer a recarga fácil, ao quinto remate dos “azuis” no segundo tempo, terceiro enquadrado.

  • Contudo, aos 65 minutos, o “leão” voltou à vantagem de dois golos. Gudelj rematou de fora da área, a bola desviou em André Santos e enganou Guilherme. O Sporting fazia o terceiro golo ao 16º remate, sexto enquadrado, numa altura em que registava 62% de posse de bola e ainda um relevante acerto no passe (90%).
  • Bruno Fernandes fez o 4-1 aos 70 minutos, de grande penalidade, a castigar uma falta assinalada a Sagna sobre Luiz Phellype, acabando em definitivo com as dúvidas em relação ao vencedor. E aos 75 minutos, o médio bisou, após bom trabalho de Luiz Phellype, que fez a sua primeira assistência na Liga.

  • Bas Dost entrou logo a seguir e, na primeira intervenção na partida, fez o 6-1, a dois tempos, voltando a apanhar Luiz Phelyppe em golos de bola corrida. Ao 19º remate, nono enquadrado, o “leão” chegava à meia-dúzia, na sequência de mais um erro colectivo do Belenenses na tentativa de construir jogo.
  • A estatística ia mostrando um sentido único e a total superioridade do “leão”. À passagem no minuto 80 já a equipa de Alvalade registava 20 remates, metade deles enquadrados, com um excelente aproveitamento. Aos 83, Bas Dost acertou no poste e no lance seguinte, Bruno Fernandes chegou ao “hat-trick”, através de um remate de primeira, após centro de Marcos Acuña.

  • Doumbia foi o autor do oitavo golo leonino, num belo lance colectivo que começou na direita, com uma simulação de Bas Dost pelo meio. Logo a seguir, o árbitro deu por terminado o jogo.

O Homem do Jogo 👑

Mais uma vez, Bruno Fernandes. O jogo foi fácil para o Sporting desde cedo, ainda mais após a expulsão de Muriel, mas ainda assim foi o médio aquele que conseguiu brilhar mais do que todos os outros, registando um GoalPoint Rating de 8.9. O internacional luso marcou três golos em nove remates, cinco deles enquadrados, fez uma assistência em quatro passes para finalização e terminou com 84% de eficácia de passe. Uma tarde para recordar e que o coloca a dois golos do melhor marcador da Liga, o benfiquista Haris Seferovic.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Nemanja Gudelj 7.5 – O médio realizou a melhor exibição desde que chegou a Portugal. Para além do golo que marcou, fez três remates, dois deles enquadrados, terminou com 89% de eficácia de passe e ganhou os dois duelos aéreos defensivos em que participou.
  • Luiz Phellype 7.4 – O brasileiro não pára de marcar e voltou a fazê-lo no Jamor, chegando ao sétimo tento na Liga 2018/19. O brasileiro fez três remates (um enquadrado) e a sua primeira assistência de leão ao peito, com duas ocasiões flagrantes criadas em dois passes para finalização.
  • Raphinha 6.9 – O melhor jogador da primeira parte acabou por sair aos 75 minutos, Entretanto já tinha deixado a sua marca na partida, com um golo em três remates, dois passes para finalização e sete passes longos certos em oito.
  • Bas Dost 6.1 – O holandês regressou aos relvados após lesão e no primeiro lance em que participou, marcou. Em apenas 15 minutos em campo, Dost enquadrou dois de três remates e fez a simulação que permitiu a Doumbia estrear-se a marcar pelo Sporting. Tudo isto em somente cinco acções com bola.
  • Licá 5.2 – O naufrágio da “nau” belenense foi total e só dois jogadores registaram um rating positivo. O melhor da equipa da casa foi Licá, o autor do golo de honra da sua equipa, tento terminado com dois remates, um passe para finalização e 15 passes certos em 16.