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A Bélgica alcançou a sua melhor qualificação de sempre em Campeonatos do Mundo. Os “diabos vermelhos” venceram a Inglaterra por 2-0, no jogo de atribuição do terceiro lugar. A formação belga começou praticamente a ganhar, geriu bem a pressão inglesa em busca do empate e, num lance de contra-golpe no segundo tempo, “matou” o jogo, mostrando uma eficácia ofensiva que os britânicos nunca tiveram.

O jogo começou praticamente com o 1-0 da Bélgica. Numa altura em que nenhuma equipa havia ainda justificado qualquer vantagem, Romelu Lukaku lançou Nacer Chadli em profundidade pela esquerda, este fugiu a Kyle Walker e Kieran Trippier e assistiu Thomas Meunier do lado direito. O lateral, surgindo em velocidade desde trás, atirou a contar.

A Inglaterra assumiu o comando das operações a partir deste momento, com mais bola e iniciativa de jogo. Mas, tal como em praticamente todo o Mundial, a equipa na expectativa conseguiu contra-atacar sempre com perigo e os belgas chegaram ao descanso com mais remates e as duas únicas ocasiões flagrantes do primeiro tempo. Nesta fase, o melhor foi Kevin De Bruyne, com um rating de 6.2.

O jogo belga perdeu um pouco de qualidade, sendo que desde os 12 minutos a equipa não conseguia nenhum remate enquadrado. Ao invés, os ingleses dominavam no segundo tempo, registando, nos primeiros 20 minutos, cerca de 65% de posse de bola e os únicos quatro remates após o descanso, um enquadrado, por Eric Dier, afastado em cima da linha de golo por Toby Alderweireld.

Porém, a Bélgica espreitava sempre o contra-ataque e, aos 82 minutos, chegou ao 2-0. De Bruyne lançou Hazard na esquerda, Phil Jones falhou a intercepção e o extremo do Chelsea, isolado, não desperdiçou. Os nove remates ingleses (três enquadrados) no segundo tempo até este momento não produziram qualquer golo, ao contrário dos três belgas (dois com boa direcção).

Apesar da primeira parte discreta, Eden Hazard aproveitou bem os espaços concedidos pelo adiantamento inglês para mostrar o seu futebol. Qualidade técnica, velocidade, inteligência valeram-lhe o melhor GoalPoint Rating do encontro, um excelente 7.7. O extremo fez um golo, três passes para finalização e registou sete dribles eficazes em 11 tentativas.

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