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Portugal somou o seu segundo empate em dois jogos, no segundo compromisso de preparação para o Campeonato do Mundo, dos três agendados para esta fase – após o 2-2 em casa ante a Tunísia. Desta feita, os campeões europeus não marcaram, mas também não consentiram na visita à poderosa Bélgica, que até começou bem e a criar problemas, mas rapidamente perdeu gás perante a estratégia lusa. O nulo acabou por premiar a táctica de Fernando Santos, que utilizou Gonçalo Guedes como homem mais avançado e Bernardo Silva nas suas costas – numa equipa que soube tapar os caminhos para a sua baliza e guardar (e trocar) a bola com inteligência.

A Bélgica entrou forte no jogo, com intensidade e rápidas trocas de bola a criar problemas à defensiva lusa. Os números reflectiam isso mesmo, com os anfitriões a registarem 66% de posse de bola aos 15 minutos, para além de 93% de eficácia de passe – um número elevadíssimo devido à pouca pressão de Portugal. Contudo, os belgas registavam apenas um remate enquadrado (em duas tentativas), enquanto os portugueses tinham um disparo, para fora.

Por volta da meia-hora, contudo, Portugal já havia resfriado os ânimos contrários, ao ponto de registar já 46% de posse, 86% de eficácia de passe e o mesmo número de remates que o seu adversário, três, um deles com boa direcção. Bom jogo de José Fonte nesta fase, a somar nada menos que sete acções defensivas, entre elas três alívios e um importante bloqueio de remate. Mas também de João Mário, muito bem no capítulo do drible – quatro certos em quatro tentativas.

Perto do intervalo, Bernardo Silva construiu um dos seus lances típicos da direita para o meio, obrigando Thibaut Courtois a grande defesa. E a seguir foi Gonçalo Guedes quase a marcar. E foi assim, com Portugal por cima, que se atingiu o intervalo. A formação lusa começou discreta, mas foi subindo no jogo, ao ponto de chegar ao descanso com nove remates, três deles enquadrados, contra quatro disparos (um com boa direcção) dos belgas. Nesta fase, José Fonte era o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.1, fruto de oito acções defensivas e superioridade nos três duelos aéreos que realizou.

A partida manteve a toada nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, embora com um pouco mais espaço para as equipas construírem lances de perigo. Destaque, nesta altura, para William Carvalho, que não falhou nenhum dos 51 passes realizados até aos 60 minutos. E por volta dos 70, o guarda-redes Beto era o melhor em campo, com um rating de 6.5, a realizar duas magníficas defesas nos dois primeiros remates enquadrados dos belgas no segundo tempo.

As substituições começaram a surgir em catadupa, mas o jogo não mudava muito de toada, com Portugal a registar 51% de posse de bola nesta fase e 92% de eficácia de passe. Faltava, contudo, alguém na grande área que causasse desequilíbrio na defesa contrária. E nem a entrada de André Silva mudou esse panorama.

O jogo encaminhou-se para o fim já sem grande clarividência e com Portugal ligeiramente por cima – 52% de posse no segundo tempo – e com um total de 13 remates, contra dez dos belgas – ambas as equipas enquadraram três. O melhor em campo acabou por ser o defesa belga Jan Vertonghen, que registou três dribles eficazes em outras tantas tentativas, foi o elemento mais em jogo, com 95 acções com bola, e ainda somou oito acções defensivas – um GoalPoint Rating de 6.6. O melhor português foi mesmo Gonçalo Guedes, que actuou como homem mais avançado e colocou sempre problemas aos da casa. No final os números mostram quatro remates (desenquadrados), três passes para finalização, dois dribles completos e 92% de eficácia de passe pelas três defesas, que lhe valeram um rating de 6.3.

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