Benfica 🆚 Arouca | Voo seguro nas asas de Mitroglou

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O Benfica repetiu o resultado do último fim-de-semana e bateu o Arouca por 3-0, com um bis de Mitroglou e um golo de Carrillo. A equipa “encarnada” jogo mais de metade da partida com apenas dez jogadores, fruto da expulsão do guarda-redes Ederson, mas manteve o sangue-frio e fez o necessário para segurar o jogo e impedir o adversário de sonhar com a reviravolta.

O Jogo explicado em Números 📊

  • A equipa encarnada” começou a partida por cima, e aos 15 minutos levava já quatro remates, dois deles enquadrados, contra apenas um do adversário. As “águias” tinham ainda natural clara vantagem na posse de bola (76%) e no número de passes efectuados (124-38).
  • Aos 22 minutos, Mitroglou viu o golo ser-lhe negado por fora-de-jogo assinalado a Jonas, que teve interferência directa no lance. Em jeito de desculpa, o brasileiro acabaria por assistir o grego para o golo apenas minutos depois, com um cruzamento teleguiado para a cabeça do companheiro de equipa.

  • À entrada da meia-hora de jogo, o domínio do Benfica mantinha-se claro: a equipa encarnada somava sete remates (três dos quais à baliza) e 75% de posse de bola. O Arouca, que apresentava uma eficácia de passe de apenas 68% (contra 89% do adversário), só conseguia levar algum perigo à baliza contrária através de cantos, um aspecto no qual igualava os da casa (dois para cada lado). Mas as esperanças arouquenses sofreram um forte abalo pouco depois com o segundo golo encarnado, apontado novamente por Mitroglou, agora a passe de Eliseu.
  • Tudo parecia correr de feição ao Benfica, mas Ederson acabaria por borrar a pintura ao acertar em Mateus, que surgia isolado, após cortar a bola. Cartão vermelho direto para o guarda-redes brasileiro, rendido pelo compatriota Júlio César, com Mitroglou a ser o jogador “sacrificado”.
  • Intervalo No final do primeiro tempo, Mitroglou, o autor dos dois golos do Benfica, e Zivkovic partilhavam a liderança nos GoalPoint Ratings, ambos com 7.0. O criativo sérvio dava nas vistas pela sua influência no ataque das “águias”, com três passes para ocasião, um remate enquadrado e uma elevada percentagem de passes certos (97%).
  • Esperava-se que a segunda parte fosse de grandes dificuldades para o Benfica, fruto da desvantagem numérica, mas equipa da casa esteve à altura do desafio e ampliou a vantagem através de Carrillo, num lance rápido de contra-ataque.

  • Apesar do golo sofrido, a verdade é que o Arouca não deixou de lutar, vivendo então o seu melhor período do encontro. Passados 20 minutos desde o início da segunda parte, o Arouca tinha mais posse de bola (60%) e mais passes efectuados (114-78), ainda que essa superioridade só por uma vez se tenha traduzido em remate enquadrados, num cabeceamento de Kuca ao qual Júlio César soube responder.
  • O Arouca terminaria a partida a dominar vários indicadores (61% de posse, eficácia de passe de 83% contra 70% do adversário), tendo, no entanto, efectuado apenas um remate enquadrado ao longo da segunda parte. A equipa de Lito Vidigal não soube encontrar espaços entre as linhas “encarnadas” e raramente conseguiu impor o seu jogo, chegando ao fim da segunda parte com apenas 30% de duelos ganhos.

O Homem do Jogo 👑

Pelo segundo jogo consecutivo, Zivkovic é o melhor em campo, justificando a aposta de Rui Vitória. O internacional sérvio alcançou a nota mais alta do jogo nos GoalPoint Ratings, 7.4, com três passes para ocasião, três dribles eficazes em cinco tentados e ainda um remate enquadrado. Para além disso, Zivkovic mostrou ainda grande disponibilidade para ajudar a equipa na rectaguarda, somando cinco acções defensivas e nove recuperações de posse.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Pizzi 7.4 – Noite em grande do internacional português, que fez três passes para ocasião (um dos quais resultou em assistência), venceu 75% dos duelos que disputou e recuperou a bola sete vezes.
  • Mitroglou 7.0 – Acabou por ser a principal vítima da expulsão de Ederson. Antes de sair, levava dois golos em outros tantos disparos à baliza, e uma eficácia de passe de 93%.
  • André Carrillo 6.5 – Para lá do golo artístico e tranquilizador o peruano ofereceu ainda um passe para ocasião e venceu quatro dos nove duelos, sofrendo três faltas todas elas na imediação da área adversária. Em aparente melhoria.
  • Mateus 6.0 – O experiente avançado esteve na génese do cartão vermelho a Ederson, mas a sua contribuição não se esgota aí. Fez um remate enquadrado e dois passes para ocasião.
  • Crivellaro 6.0 – A sua entrada, ao intervalo, mexeu com o jogo. Em apenas 45 minutos, o brasileiro fez 54 passes, três dos quais para ocasião, e tocou na bola 62 vezes – todos eles máximos arouquenses.
  • Ederson 3.4 – Viu o cartão vermelho numa altura em que levava duas defesas. Não falhou nenhum dos cinco passes que fez enquanto esteve em campo.

Resumo💻

Luís Mira
Luís Mira
Jornalista com mais de uma década de experiência profissional. Colaborou com vários órgãos de comunicação, nacionais e estrangeiros, entre os quais Público, A Bola, Goal.com, Sky Sports e BBC.
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