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O Benfica continua sem vencer na Liga dos Campeões. Após as seis derrotas na fase de grupos de 2017/18, a formação “encarnada” arrancou a participação desta época com mais um desaire, na recepção ao Bayern de Munique, por 2-0. Num jogo em que os alemães tiveram sempre o controlo dos acontecimentos, o Benfica nunca conseguiu ser verdadeiramente perigoso e até deu para Renato Sanches, antigo jogador das “águias”, marcar à sua antiga equipa. Os “encarnados” somam agora oito derrotas consecutivas na prova, um recorde que nenhuma equipa ambiciona.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Mau começo de jogo para o Benfica. Sem conseguir ligar o seu jogo ofensivo, a formação lusa sofreu o 1-0 aos dez minutos. Num lance de transição iniciado por Renato Sanches, a bola chegou a Robert Lewandowski na grande área, a passe de David Alaba, e o polaco trabalhou bem, antes de rematar colocado. Um tento ao terceiro disparo germânico, quando o Benfica ainda não registava nenhum.

  • A situação não melhorou até aos 20 minutos. O Bayern continuou a mandar no jogo, a recuperar a bola com facilidade e a registar 53% de posse nesta fase. Mas o pior para as “águias” é que chegavam com facilidade a zonas de finalização, chegando aos seis remates, três deles enquadrados, contra nenhuma tentativa dos homens da casa.
  • Primeira situação de perigo para o Benfica nos pés de Salvio, aos 28 minutos, com Manuel Neuer a afastar para canto quando quase se gritava golo na Luz. Este foi o segundo remate dos “encarnados” na partida, o primeiro enquadrado. À meia-hora, a equipa de Rui Vitória dava mostras de reagir ao domínio contrário.

  • Perto dos 40 minutos, um erro de Rúben Dias permitiu um lance que isolou Arjen Robben, para excelente defesa de Odysseas Vlachodimos. Nesta fase, apenas Pizzi fugia da mediania benfiquista, com uma ocasião flagrante criada em dois passes para finalização.
  • Intervalo Vantagem perfeitamente justificada do Bayern ao descanso, fruto de uma clara superioridade expressa em 55% de posse de bola, mas especialmente na facilidade com que chegou junta da área benfiquista na primeira meia-hora. Exemplificativo disso mesmo, o facto de o primeiro remate benfiquista ter acontecido quando os bávaros já registavam sete, três deles enquadrados. Destaque para o reduzido número de faltas de parte a parte, duas cometidas pelo Benfica, três pelo Bayern. O melhor em campo nesta fase era Robert Lewandowski, o autor do golo, com um GoalPoint Rating de 6.8. O polaco esteve muito bem nos duelos, ganhando dois de três aéreos ofensivos.

  • O Benfica até arrancou bem o segundo tempo, com mais bola, mas o Bayern voltou a marcar cedo. Aos 54 minutos, num belo lance colectivo dos alemães, James Rodríguez arrancou um cruzamento da esquerda e Renato Sanches… sim, ele mesmo, surgiu na pequena área a encostar facilmente para o 2-0.
  • Em cima da hora de jogo, Manuel Neuer realizou uma grande defesa, após cabeceamento de Rúben Dias. Os bávaros voltavam a dominar a partida, com 56% de posse de bola e relevantes 88% de eficácia de passe, mas apesar do segundo tento, os visitantes já não chegavam com tanta frequência junto à baliza benfiquista.

  • O Bayern passou a controlar ainda mais o jogo. Pelos 70 minutos registava cerca de 63% de posse, embora os “encarnados” somassem mais um remate (4-3) e mais um enquadrado (2-1) desde o início da segunda parte. Sem Pizzi, substituído pouco depois da hora de jogo quando era o jogador com melhor rating, Odysseas passou a ser o melhor do Benfica, com um rating de 5.8, graças às suas três defesas.
  • O Benfica assumiu mais as despesas de jogo nos derradeiros minutos, com vários remates e alguns lances e combinações junto à área alemã. Porém, o Bayern tinha o jogo e os movimentos colectivos dos “encarnados” totalmente controlados.

O Homem do Jogo 👑

Num jogo muito difícil para o emblema português, foi até relevante o facto de Pizzi ter sido, durante alguns minutos, o melhor em campo. Mas o médio saiu aos 62 minutos, pelo que o MVP desta partida foi mesmo o polaco Robert Lewandowski. Para além de ter feito o 1-0, o ponta-de-lança realizou dois passes para finalização, ganhou três de seis duelos aéreos ofensivos e ainda dois de cinco defensivos, terminando o jogo com um GoalPoint Rating de 7.0.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Pizzi 6.9 – O melhor do Benfica foi o médio Pizzi. Quando saiu, aos 62 minutos, para dar lugar a Rafa, o brigantino registava quatro passes para finalização, uma ocasião flagrante criada, três dribles certos em três e sete recuperações de posse.
  • David Alaba 7.0 – O facto de Salvio ter saído aos 60 minutos demonstra a qualidade do jogo do austríaco, verdadeiramente intratável a defender. Os números finais falam por si: 14 acções defensivas, entre elas quatro intercepções, oito recuperações de posse, seis duelos aéreos ganhos… em seis e 95 acções com bola.
  • Jardel 6.3 – Jogo competente do capitão benfiquista, que ganhou os três duelos aéreos defensivos em que participou, dois de três ofensivos e ainda somou 11 acções defensivas. No ataque registou dois remates.
  • Renato Sanches 5.4 – Jogo especial para “Bulo”, no regresso à titularidade no Bayern e ao Estádio da Luz. Quis o destino que fosse frente à sua equipa que Sanches desse um ar da sua graça, marcando o segundo golo alemão. De resto, um jogo discreto, em que se destacam os 94% de eficácia de passe (mas com pouco risco), dois dribles completos em três e sete recuperações de posse.
  • Ljubomir Fejsa 6.2 – Jogo conseguido do sérvio, apesar da multidão de jogadores dos bávaros a surgirem na sua zona de acção (já de si ampla). Para além dos 87% de eficácia de passe, Fejsa realizou dez recuperações de posse e dez acções defensivas, entre elas quatro desarmes.

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