Benfica 🆚 Boavista | “Pantera” quase apaga a Luz

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O Benfica somou o segundo empate em casa nesta Liga NOS, uma igualdade 3-3 ante o Boavista. O mais relevante é que o campeão perdia por 3-0 à meia-hora, e só com a entrada de Kostas Mitroglou conseguiu criar perigo e marcar. À grande eficácia do Boavista na etapa inicial respondeu o Benfica com igual qualidade no segundo tempo, pois a quantidade de remates nesta fase não foi tanta como possa imaginar.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Primeiros dez minutos atípicos na Luz, com o Benfica a registar 65% de posse, mas a somar apenas um remate, por Samaris, desenquadrado. Por esta altura, o Boavista tinha ganho 84% dos duelos individuais, o Benfica somava apenas 71% de passes certos e Pizzi errara três de seis passes.
  • Iuri Medeiros colocou o Boavista na frente, aos 13 minutos, na superior execução de um livre directo, no primeiro remate dos “axadrezados”. E aos 20, Lucas ampliou para 2-0 de cabeça, na sequência de um livre da esquerda. Dois remates, dois golos, Benfica seis, apenas um enquadrado.

  • Surpresa total aos 25 minutos, com Schembri a fazer o 3-0, a passe de Iuri, a grande figura da partida até esta altura. Eficácia total boavisteira, com três remates, três golos, 62% de duelos ganhos. Benfica irreconhecível, com apenas 72% de passes certos e muita insegurança.

  • Pelos 40 minutos o Benfica somava 11 remates, apenas um à baliza, 69% de posse e pressionava, e no 12º disparo, Mitroglou, que começara no banco e entrara momentos antes para o lugar de Rafa, reduziu para 3-1, aos 41 minutos. Aos 43, André Almeida falhou o segundo isolado.
  • Intervalo Grande surpresa na Luz, com o Boavista a marcar três golos perante o espanto de um estádio muito composto. Benfica com mais posse no arranque mas algo displicente, perante um Boavista seguro a defender e muito eficaz na frente – três remates, três golos. Ao descanso o Benfica já havia reduzido a desvantagem, por Mitroglou – que começou no banco e notou-se a sua falta como referência ofensiva. Pizzi começou muito mal, com muitos passes errados, mas foi subindo de produção e atingiu os 45 minutos como o melhor das “águias”, com Goalpoint Rating de 6.2, fruto de seis remates (um enquadrado), quatro passes para ocasião. Mas o melhor em campo era mesmo Iuri Medeiros, que fez o 1-0 e ainda duas assistências, que lhe valeu um rating de 6.9.

  • Rui Vitória colocou a “carne toda no assador”, com a entrada de Franco Cervi ao intervalo para o lugar de Luisão (recuou Samaris para central), e o argentino arrancou o penalty para o 3-2, apontado por Jonas, aos 53 minutos. Nesta altura o Benfica empurrava o Boavista para a sua área, graças a 83% de posse de bola no segundo tempo, dois remates, ambos enquadrados.
  • Por volta da hora de jogo, Iuri era ainda o jogador com melhor GoalPoint Rating, 6.7, mas estava em queda, sobretudo pela pobre qualidade no passe (apenas 38% de eficácia) e pelas três ocasiões em que controlou a bola de forma deficiente.
  • O 3-3 acabaria por surgir, já com Zivkovic em campo. Na esquerda, o sérvio centrou e Fábio Espinho fez autogolo, quando tentava cortar de cabeça. Nesta fase o Benfica somava 20 remates contra quatro (6-3 enquadrados).
  • Aos 80 minutos, Ederson fez uma defesa espantosa a evitar o golo do Boavista, na sua primeira intervenção de vulto na partida. Nesta fase o Benfica somava apenas três remates no segundo tempo, contra 18 no primeiro, mas já registava dois golos nesta fase.
  • O esforço benfiquista, mais com o coração do que com a cabeça, acabou por resgatar apenas um ponto, pois apesar da pressão e do domínio (82% de posse na etapa complementar), as “águias” somaram muito menos remates no segundo tempo que no primeiro (cinco contra 18), e só mais um que o Boavista nesta fase. Visitantes foram imperiais a defender.

O Homem do Jogo 👑

Este foi um jogo atípico. O homem que esteve em três golos, Iuri Medeiros, com um marcado e duas assistências, acabou por ficar em terceiro nos GoalPoint Ratings ultrapassado por Pizzi e Mitroglou. O grego acabou na frente, com 6.8, apesar de ter começado no banco. Desde cedo se notou a sua ausência na área e quando entrou tudo mudou. Marcou um golo, fez três remates, dois enquadrados, fez dois passes para ocasião e não falhou nenhum dos dez passes que realizou.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Pizzi 6.8 – Atrás de Mitroglou por centésimas. O médio começou mal o jogo, com muitos passes falhados, mas foi subindo de produção. Fez sete remates, apenas um enquadrado, é certo, mas muitos saíram perto da baliza. E tocou 136 vezes na bola, recorde desta Liga (os registos seguintes são 129 e 126 de… Pizzi).
  • Iuri Medeiros 6.5 – Esteve na frente do rating durante grande parte do jogo, mas o jovem emprestado pelo Sporting pecou no passe, pois fez apenas nove e falhou cinco. Somou ainda três controlos de bola deficientes e só tocou 24 vezes no esférico, tendo perdido o mesmo em metade das ocasiões. Esses detalhes acabaram por penalizá-lo.
  • Lucas 6.3 – O defesa central esteve em grande. Marcou um golo (o 2-0) e a defender registou 12 alívios e três intercepções. Ganhou cinco de sete duelos individuais, quatro de cinco pelo ar.
  • Talocha 6.2 – O lateral-esquerdo foi um pesadelo tanto para Salvio como para Nélson Semedo, que estiveram uns furos abaixo do normal. Somou sete desarmes, cinco intercepções e ganhou nove de 13 duelos.
  • Ederson 5.3 – Estava a ter um jogo tranquilo, apesar dos três golos sofridos na primeira parte. Mas quando na segunda metade o Boavista ameaçou fazer o quarto tento, o guardião brasileiro teve duas intervenções de vulto, que seguraram o ponto.

Resumo💻

Pedro Tudela
Pedro Tudela
Profissional freelancer com 19 anos de carreira no jornalismo desportivo, colaborou, entre outros media nacionais, com A Bola e o UEFA.com.
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