Benfica 🆚 Dínamo Kiev | Salvio dá liderança de penálti

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O Benfica garantiu desde já, pelo menos, a presença nos 16 avos-de-final da Liga Europa e, por enquanto, o primeiro lugar no Grupo B da Liga dos Campeões, com os mesmos sete pontos que o Nápoles, ao vencer o Dínamo de Kiev, no Estádio da Luz, por 1-0. Salvio marcou o único golo do encontro, à beira do intervalo, de penálti, num jogo em que os “encarnados” mostraram falta de inspiração na construção de jogo ofensivo.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Mais dificuldades para o Benfica do que naturalmente os seus adeptos esperavam no início, com um Dínamo a povoar muito bem o “miolo” e a conseguir 53% de posse de bola nos primeiros 15 minutos – um remate para cada lado.
  • Primeira grande ocasião por Grimaldo, aos 22 minutos, a cabecear após lance de insistência de Salvio, e a bola a sair rente ao poste. Nesta altura o espanhol tinha o único cruzamento de bola corrida da equipa (eficaz).
  • Por volta da meia-hora o Benfica já assegurara o domínio, com 52% de posse, quatro remates a um e 54% do seu jogo canalizado pela esquerda, por Grimaldo e Cervi, com o primeiro a somar dois passes para ocasião.
  • Salvio colocou o Benfica na frente de grande penalidade, perto do intervalo, numa altura em que o argentino mostrava toda a sua influência, com 95% de passes certos, dois passes para ocasião, sete de 11 duelos ganhos e muita entrega.

  • Intervalo O Benfica marcou num momento tradicionalmente muito positivo para o moral dos jogadores, de penálti. Contornou assim dificuldades de construção de jogo no meio-campo, mercê da “teia” montada pelo Dínamo. Pizzi e Fejsa, com oito recuperações e bola cada, foram disfarçando a inferioridade numérica da “águia” no sector. No global, os 89% de passes certos do Benfica permitiram-lhe manter uma boa posse de bola (57%) e restringir as transições contrárias. Mas no geral, pobreza no ataque, com apenas dois remates enquadrados para o Benfica, um para o Dínamo (7-5 em disparos).
  • Um remate estupendo de Gonçalo Guedes aos 53 minutos deu um abanão a um segundo tempo que ameaçava arrastar-se. Mas tudo voltou a parar quando Fejsa se lesionou e teve de dar o lugar a Samaris, aos 58 minutos. O sérvio saiu com 93% de passes certos, nove recuperações de bola e três desarmes.
  • A necessidade do Dínamo em marcar abriu espaços para o Benfica e, pelos 65 minutos, já os “encarnados” somavam cinco remates na segunda parte. Parecia que o segundo golo estava perto, mas uma falta de Ederson sobre Dérlis González deu ao Dínamo um penalty, que o guardião benfiquista defendeu, aos 68 minutos – remate de Moraes.

  • Coincidência ou não (acreditamos que não), desde a saída de Fejsa o Benfica deixou de ter bola e de conseguir pressionar à frente, chegando aos 80 minutos com 41% de posse e 76% de passes certos no segundo tempo, e apenas mais um remate desde a substituição do sérvio. O próprio Pizzi apenas recuperou mais duas vezes a bola após o descanso.
  • Nos últimos dez minutos o Benfica controlou o jogo com mestria, tirou ritmo à partida e escondeu a bola, terminando com 44% de posse, 15-9 em remates (4-2 enquadrados), apenas 76% de passes certos e 41% de duelos ganhos na etapa complementar.

O Homem do Jogo 👑

Muitos duvidaram se Salvio estaria em condições de voltar ao nível que demonstrava antes da grave lesão que o afastou dos relvados por oito meses. Demorou, mas o argentino está, aos poucos, a readquirir confiança e ritmo. Frente ao Dínamo foi o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.5. Foi decisivo pelo golo que marcou, mas também pelo que fez jogar, pela entrega no seu corredor. Foi, a par de Mitroglou, o mais rematador, com quatro disparos, fez dois passes para ocasião, acertou dois de três dribles e 95% dos passes. E ainda realizou três desarmes.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Grimaldo 6.1 – Para além de ter sido o benfiquista com mais acções defensivas (9), ainda liderou em passes para ocasião (2) e foi dos poucos a enquadrar um remate com a baliza.
  • Pizzi 5.9 – Cerebral. Tocou mais de 100 vezes na bola e quase todo o jogo passou pelos pés dele. Ainda foi o maior recuperador de bolas em campo (10).
  • Fejsa 5.6 – Até sair era o jogador com mais desarmes (3) e recuperações (9), para além de registar uma eficácia de passe de 93%. Vai fazer falta ao Benfica…
  • Samaris 4.8 – Jogou 35 minutos no lugar de Fejsa e não ganhou nenhum dos três duelos que disputou, fazendo apenas uma acção defensiva (um alívio).

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