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O Benfica garantiu uma boa vantagem para a segunda mão dos quartos-de-final da Liga Europa. No Estádio da Luz, as “águias” portuguesas bateram as alemãs do Eintracht de Frankfurt por 4-2, num jogo em que estiveram em superioridade numérica desde a primeira parte. O resultado chegou a estar em 4-1 e soou a números ainda mais “gordos”, mas Gonçalo Paciência garantiu o segundo tento dos visitantes, que torna a segunda partida mais discutida. A grande estrela da noite, porém, foi João Félix, autor de um “hat-trick” e uma assistência, feito que se tornou histórico para o clube e para a competição.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Ao quarto minuto, o avançado emprestado pelo Benfica ao Eintracht, Luka Jovic, viu cartão amarelo, por falta sobre Rafa. À parte da curiosidade, o primeiro quarto-de-hora do desafio trouxe um jogo algo repartido, com ligeiro domínio benfiquista (53% de posse), mas com os três únicos remates (desenquadrados) a pertencerem ao Eintracht, que ia criando algum perigo.
  • Até que aos 20 minutos, numa rápida transição ofensiva, Evan N’Dicka empurrou Gedson Fernandes na grande área, quando o médio benfiquista estava isolado, e o árbitro assinalou grande penalidade e mostrou cartão vermelho ao jovem central francês. Na conversão da grande penalidade, João Félix (21′) não desperdiçou, naquele que foi o primeiro remate da “águia” no jogo.

  • Apesar de ter apenas dez jogadores, os alemães partiram para o ataque, em busca do empate, sendo que chegaram à meia-hora com cinco remates, nenhum enquadrado, contra o disparo solitário de Félix. O jovem benfiquista já registava nesta fase o melhor rating, um 6.0 que se baseava fundamentalmente no golo que marcou, registando também um drible eficaz e 12 passes certos em 13.

  • Até que, numa perda de bola de Fejsa aos 40 minutos, os germânicos empataram. Na esquerda, Rebic cruzou rasteiro para Jovic e o sérvio ligado ao Benfica marcou à sua antiga equipa. Ao primeiro remate enquadrado, num total de sete, e em inferioridade numérica, o Eintracht fez golo.
  • Mas o Benfica e os seus adeptos nem tiveram tempo para desanimar, pois aos 43 minutos, João Félix recolheu a bola e arrancou um pontapé muito forte de fora da área, sem hipóteses para Kevin Trapp. Dois remates do jovem, dois golos.
  • O 3-1 quase surgiu a seguir, com Franco Cervi a obrigar Trapp a grande defesa, e o 2-2 aconteceu nos descontos, mas o tento foi anulado por fora-de-jogo. Emoção era algo que não faltava no Estádio da Luz.
  • Intervalo Excelente espectáculo de futebol na Luz, entre duas equipas totalmente apostadas em atacar e em marcar. O Eintracht começou melhor, o Benfica rapidamente equilibrou e marcou, os alemães empataram, mas João Félix bisou através de um golo de grande qualidade, logo a seguir. Antes do descanso, oportunidades e um golo anulado, numa partida de grande intensidade e com os “encarnados” a dominarem com 61% de posse de bola, e com melhor eficácia de remate. Félix era o melhor ao intervalo, com um GoalPoint Rating de 7.0, graças a dois golos em três remates (dois enquadrados).

  • Entrada de rompante do Benfica na segunda parte. Logo aos 50 minutos, canto da direita, João Félix desviou ao primeiro poste e Rúben Dias surgiu sem marcação a cabecear para o 3-1, ao segundo remate “encarnado” no segundo tempo, primeiro enquadrado. E aos 53 minutos, o 4-1, num “hat-trick” de João Félix, o mais jovem jogador de sempre dos benfiquistas a marcar três golos numa competição europeia e o o mais jovem a fazê-lo na Liga Europa, no universo de todas as equipas.

  • Domínio completo dos “encarnados” no primeiro quarto-de-hora da etapa complementar, com 62% de posse e dois golos marcados em somente três remates (dois enquadrados). Os alemães também somavam três disparos, mas sem causar perigo. A formação lusa mostrava mais competência no passe, com 84% de eficácia, perante os 68% dos visitantes após o intervalo.
  • Aos 69 minutos, Seferovic, isolado, permitiu a defesa de Trapp, quando já se adivinhava o quinto golo, numa fase em que os “encarnados” tentavam apanhar o Eintracht em contra-pé. Os alemães procuravam reduzir a desvantagem, mas não conseguiam rematar – os dois centrais do Benfica, Rúben Dias e Jardel, registavam, em conjunto, dez duelos aéreos defensivos, seis ganhos.

  • Só que o golo surgiu na baliza portuguesa. Aos 72 minutos, o recém-entrado Gonçalo Paciência marcou, de cabeça, num remate muito colocado do avançado português – ao quarto remate alemão na segunda parte, segundo enquadrado.
  • Os últimos dez minutos mostraram duas equipas sem a mesma energia, pelo que o jogo partiu um pouco. O Benfica continuou a dominar os acontecimentos, mas os alemães não desistiam de reduzir ainda mais a desvantagem. Contudo, não haveria mais golos no Estádio da Luz.

O Homem do Jogo 👑

Esta é fácil. João Félix fez História, ao tornar-se no mais jovem jogador do Benfica a fazer um “hat-trick” nas provas europeias, e o mais jovem de sempre a marcar três golos na competição propriamente dita. Para além disso, o avançado português fez a assistência para o outro tento benfiquista. Não espanta, portanto, o GoalPoint Rating de 9.0 que registou na partida. Para além da participação nos golos, Félix somou três passes para finalização e terminou com 84% de eficácia de passe.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Andreas Samaris 6.2 – Mais um grande jogo do grego. Samaris foi o “patrão” do meio-campo benfiquista, com números de relevo a defender, mas também no processo defensivo. Para além de quatro desarmes e seis recuperações de bola, registou o número máximo de acções com bola (101), teve sucesso em seis de sete tentativas de drible e completou 73 dos 78 passes que fez, com destaque para os 13 longos que fez, todos eficazes.
  • Gonçalo Paciência 6.8 – O ponta-de-lança português jogou apenas 25 minutos, mas foi a tempo de registar o rating mais elevado dos visitantes. Gonçalo fez o segundo tento alemão, enquadrou os dois remates que fez e ainda realizou um passe para finalização.

  • Gedson Fernandes 6.0 – O jovem benfiquista começou a partida como o mais adiantado de um meio-campo a três, mas acabou o jogo a lateral-direito, perante a lesão de Corchia. E foi dos melhores do Benfica, com dois passes para finalização, sete recuperações de posse e sete acções defensivas. Foi sobre ele cometida a falta que deu penálti para o 1-0.
  • Rúben Dias 5.5 – O central foi muito importante, em especial pelo golo que marcou. Na retaguarda, ganhou três de cinco duelos aéreos defensivos e somou nove acções defensivas, entre elas quatro alívios.
  • Luka Jovic 4.4 – Parte das atenções recaíam sobre o avançado sérvio, pela época que está a realizar e pelo facto de estar no Eintracht emprestado pelo Benfica. Tal não o impediu de marcar à equipa benfiquista, o 1-1, mas a sua exibição esteve longe de brilhante. Ao todo fez três remates, enquadrou apenas um e desperdiçou uma ocasião flagrante de golo.