O dérbi da 16ª jornada da Premier League opôs os rivais de Manchester, United e City, em Old Trafford, com os comandados de José Mourinho a necessitarem de uma vitória para não ficarem ainda mais atrás na corrida pelo título. No entanto, foi o City que acabou por vencer a partida, por 2-1, aumentando a vantagem sobre os “red devils” para 11 pontos.

A primeira parte foi de domínio completo dos “citizens”, que tiveram bastante mais posse de bola que o adversário e procuraram sempre quebrar uma igualdade que até servia as suas pretensões. David de Gea levava já três defesas – trazendo à memória a excelente exibição diante do Arsenal – quando sofreu o primeiro golo, por David Silva, que só teve de encostar, após um desvio de Lukaku. Mas ainda mal os adeptos visitantes tinham acabado de festejar e o United restabeleceu a igualdade, por Rashford, num lance com culpas para Otamendi e Delph. Mas igualdade estava apenas no marcador: o City chegou ao intervalo com uns claros 76% de posse, nove remates contra apenas três, e 88% de eficácia de passe contra 66%.

O segundo tempo trouxe um City mais cerebral e menos emotivo, em especial depois do golo de Otamendi, aos 54 minutos, após uma nova “prenda” de Lukaku, que terminou a partida com a pior nota dos GoalPoint Rating da tarde, 3.3 – falhou também uma ocasião flagrante, já perto do final. O herói da partida foi mesmo o antigo defesa argentino do FC Porto que, a juntar ao golo, acertou 60 dos 67 passes que fez e venceu nove dos dez duelos que disputou, terminando com um rating de 7.1, em igualdade com Kevin De Bruyne mas com uma ligeira vantagem de duas centésimas.

Do lado do United, o destaque vai mesmo para De Gea 6.6, graças às cinco defesas que fez, quatro delas a remates de dentro da área, não conseguindo, ainda assim, evitar a derrota diante de um City que, com este triunfo, quebrou o recorde da Liga inglesa de 13 vitórias consecutivas numa só temporada.

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