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O Benfica viajou até Moreira de Cónegos e cumpriu a sua “obrigação” de candidato ao título, com uma vitória por 2-0. Num jogo de muita luta e intensidade, mas nem sempre bem jogado, os campeões nacionais foram sempre superiores, em posse de bola, remates e nas melhores ocasiões da partida – cinco flagrantes -, justificando a conquista dos três pontos. Jonas voltou a estar em destaque pela positiva, mas não só…

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início de jogo de muita luta, mas pouca clarividência de parte a parte. Nos primeiros dez minutos o Benfica registava 72% de posse de bola, 75% de duelos ganhos, dois remates (um enquadrado) para cada equipa, mas nenhum lance de verdadeiro perigo.
  • Mas aos 12 minutos, Jonas surgiu isolado, mas nos dois remates que fez, Jhonatan Luiz fez duas excelentes intervenções. Foram duas ocasiões flagrantes desperdiçadas pelo brasileiro no mesmo lance, uma ocorrência rara no nosso “radar”.
  • O Benfica chegava por cima aos 20 minutos de jogo, com 74% de posse, seis remates, três enquadrados, duas ocasiões flagrantes, mas permitira aos minhotos realizar três disparos, um com boa direcção. O central Jardel, com apenas uma acção defensiva, registava nesta fase dois remates, o que reflectia um pouco o cariz do jogo.

  • Essa tendência da partida acabaria por dar frutos à “águia” aos 22 minutos. Jonas redimiu-se do lance aos 12 minutos com a assistência para Pizzi que, na grande área, rematou de primeira para o 1-0. Foi ao nono disparo dos “encarnados”, o quinto enquadrado.
  • Aos 28 minutos, Jhonatan negou o bis a Pizzi, com uma excelente defesa, numa fase em que ainda não se vislumbrava qualquer reacção dos homens de Moreira de Cónegos. Aliás, os homens da casa não iam além dos 58% de eficácia de passe nesta altura e registavam apenas dois passes para finalização.

  • A partir da meia-hora o Benfica como que tirou o pé do acelerador, registando o último remate aos 28 minutos, e só voltando a fazê-lo na segunda parte. Por volta dos 40 minutos a formação lisboeta dominava ainda os acontecimentos, com 70% de posse, sem deixar que o Moreirense se chegasse com perigo junto à baliza de Varela (o seu ultimo disparo acontecera aos 16 minutos).
  • Intervalo Vantagem justa do Benfica na primeira parte, pois foi a equipa que mais procurou o golo e teve sempre a iniciativa da partida. Ao descanso, a formação “encarnada” registava 68% de posse, dez remates, seis enquadrados, três ocasiões flagrantes e os únicos cinco cantos da partida. O melhor nesta altura era Pizzi. O médio marcou o golo do encontro, somou três remates, todos enquadrados, e dois passes para finalização – um GoalPoint Rating de 7.3.

  • A reacção do Moreirense surgiu após o reatamento. Aos 55 minutos, Arsénio surgiu solto na grande área para cabecear para grande defesa de Bruno Varela, na melhor ocasião dos da casa. Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo os cónegos registavam 42% de posse, face aos 32% do primeiro.
  • Jonas, contudo, esteve prestes a fazer o 2-0, aos 70 minutos, quando surgiu novamente frente a Jhonatan, mas o guardião voltou a fazer uma grande defesa. O Benfica voltava a estar por cima, com 65% de posse, seis remates e quatro enquadrados no segundo tempo (2-1 para o Moreirense). O ponta-de-lança brasileiro registava por esta altura quatro ocasiões flagrantes desperdiçadas.
  • Porém, Jonas não quis ficar com essa mancha no currículo e, a passe de João Carvalho, tirou um defesa do caminho e disparou para o 2-0, decorria o minuto 74.

  • A reacção do Moreirense havia sido curta, e o Benfica aproveitara os espaços para marcar. Jonas, com o golo, chegou também ao sexto disparo enquadrado na partida, o máximo de um jogador na Liga NOS 2017/18. Colectivamente, os “encarnados” tinham o jogo sob controlo, terminando com 65% de posse de bola, 17 remates, 11 deles enquadrados, dez cantos contra dois.

O Homem do Jogo 👑

Intermitente tem sido a época de Pizzi. Após o brilharete em Tondela e o jogo apagado contra o Sporting, o médio voltou a ser o melhor em campo, agora em Moreira de Cónegos, com um GoalPoint Rating de 7.3. Pizzi fez um golo em três remates (todos enquadrados e realizados no primeiro tempo), registou três passes para finalização, 94 acções com bola (só batido pelas 96 de Grimaldo) e ainda nove recuperações de posse.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Jonas 6.6 – O brasileiro chegou aos 20 golos no campeonato, e ainda fez uma assistência. Por outro lado, terminou com sete remates, seis deles enquadrados, o que constitui recorde nesta Liga. Porém, a sua nota acaba penalizada por ter desperdiçado quatro ocasiões flagrantes de golo, um recorde das últimas duas edições da Liga.
  • Andreas Samaris 6.3 – Jogou apenas 45 minutos, saindo ao intervalo com uma lesão no joelho esquerdo. Mas enquanto esteve em campo varreu todo o meio-campo, com quatro desarmes, cinco recuperações de posse e 85% de eficácia de passe.
  • Jhonatan Luiz 6.2 – O guardião foi o melhor do Moreirense, que só por uma vez perdeu o duelo pessoal com Jonas. No total somou nove defesas, o que constitui um recorde (ex aequo) num jogo da Liga esta temporada.
  • Krovinovic 5.9 – O croata agarrou o lugar no “onze” do Benfica. Este não terá sido um jogo de encher o olho do médio, mas para além dos 92% de eficácia de passe, somou ainda duas intercepções e outros tantos desarmes.
  • Franco Cervi 5.9 – O argentino está endiabrado. Faltou-lhe mais intervenção em zonas de decisão (não fez qualquer remate), mas terminou a partida com quatro passes para finalização, sendo dois deles ocasiões flagrantes – e também desperdiçou uma.

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