Boavista 🆚 Porto | Soares decide dérbi

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O FC Porto mantém a perseguição ao Benfica após vencer o Boavista, por 1-0, no Estádio do Bessa. Um golo de Soares, logo nos minutos iniciais, deu a vantagem aos “dragões” no dérbi da Invicta, que teve uma primeira parte de grande nível e uma segunda tremendamente enfadonha.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início-relâmpago da partida, com remates de parte a parte e com a sorte a sorrir ao FC Porto, mais concretamente a Soares, que aos sete minutos “empurrou” a bola para o fundo da baliza após um cruzamento rasteiro de Corona. O grande mérito da jogada vai, no entanto, para Óliver Torres, que descobriu o mexicano entre dois adversários.
  • Curiosamente, o ritmo de jogo baixou durante os segundos 15 minutos, de tal forma que houve apenas um remate a registar, contra os seis somados no quarto de hora inicial. Mas foi então que, em cima do minuto 30, surgiu mais um aviso do Boavista, o qual só não deu em golo porque Casillas fez uma monumental defesa para travar o remate de Anderson Carvalho. Minutos depois, seria Vagner a brilhar, dando o corpo ao manifesto para travar o remate de Óliver Torres à queima-roupa.

  • O que se seguiu foi um festival de ocasiões desperdiçadas, com Soares e Brahimi como protagonistas. Em ambos os casos, os jogadores portistas não foram capazes de bater Vagner, levando os adeptos portistas e Nuno Espírito Santo ao desespero.
  • Intervalo Terminados os primeiros 45 minutos, estavam contabilizados 12 remates, metade dos quais à baliza. A vantagem do FC Porto fazia-se sentir em vários indicadores, embora sempre de forma ligeira: posse de bola (55% contra 45%), eficácia de passe (82% contra 75%) e duelos ganhos (27 contra 23). Em termos individuais, era Óliver Torres quem liderava os GoalPoint Ratings, com 6.6, fruto de um remate enquadrado, 96% de passes eficazes e ainda três desarmes. Do lado do Boavista era Vagner quem brilhava mais alto, com 5.9, graças às três defesas efectuadas. Apesar do golo marcado, Soares tinha apenas nota 5.5, muito por culpa da ocasião flagrante desperdiçada e do facto de ter cometido cinco das sete faltas dos “dragões”.
  • Quem esperava um reatar do jogo electrizante ficou seguramente desiludido: nos primeiros 15 minutos só se registou um remate, e apenas em cima do minuto 60. A partida estava agora bastante mais física, com seis faltas e três cartões amarelos já registados.
  • À entrada para os últimos dez minutos, ainda só havia um remate enquadrado a assinalar, um sinal do fraco espectáculo a que se assistia no Bessa, ainda que aguerrido, em contraste com a primeira parte de grande qualidade. A juntar às 17 faltas já assinaladas (um número superior ao da primeira parte) havia a baixa eficácia de passe de ambas as equipas: 55% para o Boavista e 68% para o FC Porto.

  • Aos 82 minutos, o FC Porto viu-se reduzidos a dez unidades, fruto da expulsão de Maxi Pereira, por acumulação de amarelos. Mas os “dragões” mantiveram-se em “cruise control” até ao final da partida, acabando por não perder o controlo do jogo frente a um Boavista que fez apenas um remate à baliza no segundo tempo, e de forma desenquadrada.

O Homem do Jogo 👑

Foi a única luz numa partida sombria, sem grandes rasgos de individualidade. Óliver Torres foi o principal criativo do FC Porto, terminando a partida como o Homem do Jogo GoalPoint Ratings, com nota 6.8. O médio espanhol foi o portista com mais passes (58), toques na bola (79), duelos (21) e faltas sofridas (6). Teve também um importante contributo na defesa, somando cinco desarmes (mais do que qualquer outro jogador da sua equipa) e sete recuperações de posse.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Vagner 6.4 – O melhor dos axadrezados desta noite. Ao todo, contabilizou quatro defesas, mantendo a diferença mínima até ao final.
  • Diogo Jota 5.8 – Entrou ao intervalo para o lugar do lesionado Corona e esteve a um bom nível, tendo feito o único remate dos “dragões” da segunda parte. Pecou na falta de acerto no passe (69% de eficácia, 50% no meio-campo adversário).
  • Soares 5.4 – Não teve uma noite propriamente feliz, apesar do golo da vitória. Falhou uma ocasião flagrante, foi apanhado em fora-de-jogo duas vezes, venceu apenas três dos 16 duelos que disputou e cometeu sete faltas.
  • Boly 5.3 – Fez de Felipe e não comprometeu. Foi o jogador que mais alívios fez (8), somando ainda um duelo ganho, uma intercepção e um desarme.
  • Maxi Pereira 4.9 – Actuação desastrada do uruguaio, que esteve pouco envolvido no ataque (nenhum remate e nenhum passe para ocasião), acertou 69% dos seus passes e somou cinco acções defensivas antes de ser expulso.

Resumo💻

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