O Brasil realizou a sua segunda partida no Grupo A da Copa América, competição que está a organizar, e não foi além de num nulo frente à Venezuela. Num jogo em que dominou amplamente, em especial na primeira parte, a “canarinha” revelou uma ineficácia ofensiva assinalável para a qualidade dos seus executantes, registando somente um remate enquadrado em 19 tentativas. E ainda viu três golos serem anulados.

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No primeiro tempo, a superioridade brasileira ficou expressa fundamentalmente na posse de bola. A formação da casa teve 75% do tempo com a bola em seu poder, mas sentiu muitas dificuldades para criar lances de perigo, não passando dos seis remates, um com boa direcção. Salvou-se a qualidade de passe, que manteve-se sempre muito elevada, em parte porque a Venezuela só pressionava verdadeiramente no seu terço mais recuado.

A pressão brasileira prosseguiu no segundo tempo, mas a qualidade no ataque continuava arredia do “escrete”, apesar da posse de bola continuar alta – embora não tanto quanto na primeira parte. O Brasil teve dois golos anulados na etapa complementar, ambos por fora de jogo, e no remate a eficácia era nula – 13 disparos desde o intervalo, nenhum na direcção da baliza contrária. E assim, os venezuelanos conseguiram segurar um precioso ponto.

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O melhor em campo foi um jogador bem conhecido dos portugueses. Yordán Osorio, jogador dos quadros do FC Porto e que esteve emprestado na época finda ao Vitória de Guimarães, esteve praticamente intransponível. O defesa-central terminou com um GoalPoint Rating de 6.9, com 20 acções defensivas – cinco intercepções, 11 alívios, três bloqueios de remate e um de passe.

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