Champions | Os “craques” da 3ª jornada 🎖

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A terceira jornada da Liga dos Campeões voltou a oferecer-se um jogador português em grande. Após João Félix ter dominado os GoalPoint Ratings da ronda 2, desta vez foi Diogo Jota a “dinamitar” a Atalanta ao serviço do Liverpool, arrancando uma nota apenas suplantada pela grande surpresa desta semana. Um jovem guarda-redes de 18 anos a fazer a sua estreia na Champions, e logo no terreno do Barcelona, que não foi de “modas” e saiu de lá com um 10.0. Por falar em estreias perfeitas…

Esta voltou a ser uma ronda com ratings muito elevados, prestações de grande nível, mas há dois factores a destacar: o primeiro é que na lista de cinco melhores prestações temos três guarda-redes, algo inédito; e não há Lionel Messi, com o argentino a estar muito bem frente ao Dynamo Kiev, mas a ficar aquém de dois jogadores desse embate. Vamos aos craques, e também às cinco melhores notas dos portugueses que estiveram em acção. Confira os números, percorrendo as galerias “statscards”.

Nem sabemos dizer o apelido, mas arrasou

  • É verdade. Nas redes sociais até nos enganámos no nome do homem. Ruslan Neshcheret é um jovem ucraniano de apenas 18 anos, fez apenas o seu segundo jogo pelo Dynamo de Kiev e estreou-se na Champions, em Camp Nou, ante o Barcelona. Acusou a pressão? Nem um pouco. Fez 12 defesas, recorde na competição desde a época 2013/14, oito a remates na sua grande área, e só não evitou o inevitável. Nota máxima.

  • E terminamos com mais um guardião, o outro do embate de Camp Nou que consagrou Ruslan (não nos peçam o apelido). Marc-André Ter Stegen também ele evitou males maiores para os catalães, com seis defesas, todas a remates na sua grande área, cinco a menos de oito metros, e ainda somou seis saídas a soco.

Portugueses: dois do duelo de Manchester

  • De Diogo Jota já falámos, saltamos logo para um duelo com diversos portugueses – foram seis em campo e ainda a equipa técnica do Olympiacos. João Cancelo foi o melhor dos lusos na recepção do City aos gregos, no grupo do FC Porto, com um golo e muito futebol virado para a frente. Destacou-se sobretudo no passe, com 93% de eficácia global.

  • Para terminar, João Félix. Longe do recital da ronda anterior, o avançado luso foi, ainda assim, um problema para a defensiva do Lokomotiv. Foi o mais rematador na Rússia, com cinco disparos, dois enquadrados, obrigando o guarda-redes Guilherme a trabalhos, somou o máximo de acções com bola na área contrária (8) e ainda criou uma ocasião flagrante.

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