Colômbia 🆚 Japão | Nipónicos agradecem erros 💪

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O Japão surpreendeu tudo e todos ao bater a Colômbia por 2-1, no primeiro jogo do Grupo H, disputado na Mordovia Arena. Um resultado justo que começou a desenhar-me muito cedo, com a expulsão de Carlos Sánchez logo aos três minutos, num lance que deu grande penalidade e golo dos nipónicos. Na primeira parte os sul-americanos ainda esboçaram a reacção e empataram, mas a superioridade numérica dos asiáticos foi-lhes vantajosa no segundo tempo, altura em que o Japão dominou, criou perigo e marcou.

O jogo começou muito bem para o Japão. Após um erro defensivo de Davinson Sánchez, Yuya Osako isolou-se, permitiu a defesa de David Ospina, e na recarga, Shinji Kagawa rematou, com Carlos Sánchez a cortar a bola com o braço na área. Cartão vermelho para o colombiano (o primeiro do certame) e grande penalidade, convertida por Kagawa no 1-0, logo aos seis minutos. Sul-americanos em desvantagem no marcador e em número de jogadores.

Este contratempo não afectou o espírito da Colômbia que, mesmo com dez, foi atrás do prejuízo. Aos 39 minutos registava 51% de posse e quatro remates. E ao quinto disparo (terceiro enquadrado) empatou mesmo. Livre directo do lado direito e Juan Quintero rematou rasteiro, com a bola a passar a linha de golo, apesar dos protestos nipónicos, em especial do guarda-redes Eiji Kawashima. Um tento de tons azuis de “dragão”, com a falta a ser assinalada em lance com o ex-FC Porto, Radamel Falcao, e Quintero (ainda ligado aos portistas) a facturar. Uma igualdade que se ajusta pelo relativo equilíbrio na partida, na qual Quintero foi o melhor no primeiro tempo, com um rating de 6.9.

A inferioridade numérica colombiana começou finalmente a fazer-se notar no segundo tempo. O Japão pegou no jogo e, nos primeiros 20 minutos após o descanso, registou 69% de posse de bola e os únicos quatro remates da etapa complementar, dois deles enquadrados. Por isso, não espanta que os nipónicos chegassem novamente à vantagem. Aos 73 minutos, canto da esquerda e Yuya Osako saltou mais alto que toda a gente para cabecear com êxito para o 2-1.

A Colômbia tentou, novamente, esboçar uma reacção, mas era tarde demais, para além de que lhe faltava forças e o Japão estava fresco e bem organizado. A superioridade nipónica foi total, com 61% de posse de bola, 14 remates (cinco enquadrados) contra oito (três com boa direcção) da Colômbia e excelentes 87% de eficácia de passe. Aliás, este foi um dos detalhes que suportou o triunfo japonês, a qualidade nas entregas.

O melhor em campo foi o autor do segundo golo do Japão, Yuya Osako, que registou um GoalPoint Rating de 7.2, fruto, igualmente, de cinco remates, três deles enquadrados, dois passes para finalização, três dribles eficazes e quatro duelos aéreos ofensivos ganhos em seis.

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