O “clássico” deste sábado entre Sporting e FC Porto terminou empatado sem golos. Para além do resultado que mantém o “leão” longe do “dragão” (oito pontos) e que reaproximou o Benfica do primeiro lugar (a “águia” está a cinco), este desfecho determinou um novo feito para emblema leonino e impediu outro para os portistas.

A começar pelos homens da casa: esta é a primeira vez desde 1965/66 que o Sporting chega ao final da primeira volta do campeonato português como único “grande” sem derrotas em casa.

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Na altura, o emblema de Alvalade acabaria por ser campeão, apesar de não ter conseguido manter essa invencibilidade caseira na segunda volta da prova – derrota por 2-0 com o Benfica. Numa época emocionante, com alternância no topo da tabela quase até final, a equipa que começou a ser treinada por Anselmo Rodriguez e terminou com Otto Glória e Juca no comando técnico não deixaria fugir mais um título.

Quanto aos “azuis-e-brancos”, o empate deste fim-de-semana impede que o clube fixe um novo máximo nacional de vitórias consecutivas em todas as competições. O anterior recorde do clube, que era de 16, ficou agora em 18, o mesmo número de triunfos que o Benfica conseguiu em 2010/11.

Quanto à partida propriamente dita, os 23 dribles eficazes conseguidos por “leões” e “dragões” são o terceiro número mais elevado na Liga NOS 2018/19. O máximo, de 31, foi fixado num Benfica-Feirense, a 1 de Dezembro último, sendo que o Nacional-Portimonense, o Vitória de Setúbal-Santa Clara e o jogo dos sadinos, também em casa, com o Chaves assinalaram 24 dribles completos. Com os mesmos 23 terminou também o Porto-Rio Ave e o Portimonense-Benfica.