Rússia 🆚 Portugal | Com um pé nas meias-finais 💪

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A Selecção Nacional está a um passo das meias-finais da Taça das Confederações, após vencer a anfitriã, Rússia, por 1-0. O golo de Cristiano Ronaldo, logo nos minutos iniciais, fazia antever um jogo tranquilo, mas Portugal não teve arte para “matar” o desafio, acabando por sofrer – e de que modo – no decorrer da segunda parte, na qual os russos foram mais incisivos, sem nunca conseguir, porém, incomodar Rui Patrício.

O Jogo explicado em Números 📊

  • A partida arrancou logo com um golo de Portugal, aos oito minutos, num cabeceamento certeiro de Cristiano Ronaldo após cruzamento de Raphäel Guerreiro ao segundo poste. Excelente início de jogo da Selecção Nacional, com 66% de posse e 87% de eficácia de passe nos primeiros dez minutos do encontro.

  • Mesmo com a vantagem de Portugal, André Silva demorava a entrar no jogo. Passados 20 minutos, o agora jogador do AC Milan levava quatro toques, outros tantos passes, e uma eficácia de 0% nos três duelos disputados até então.
  • Embora a Rússia tenha conseguido esfriar o ímpeto lusitano, Portugal chegou à meia-hora de jogo ainda com vantagem na posse de bola e nos duelos ganhos (55%-45% em ambos os casos), e o domínio claro nos remates (3-1). De notar que todos os disparos portugueses tinham sido enquadrados com a baliza e tinham sido desferidos pelo mesmo jogador: Cristiano Ronaldo.

  • Intervalo Terminada a primeira parte, o domínio português era claro em várias vertentes do jogo. Os russos não só tinham menos bola como também não conseguiam levar perigo junto da baliza de Rui Patrício, que não era mais do que um mero espectador. Em termos individuais, o destaque pertencia a Cristiano Ronaldo, o líder nos GoalPoint Ratings, com nota 6.9. A juntar ao golo apontado, o jogador do Real Madrid tinha dois outros remates enquadrados, um drible eficaz e três duelos ganhos em outros tantos disputados. O melhor dos russos era por esta altura o médio Glushakov 6.0, que dava nas vistas com dez recuperações de bola.

  • A segunda parte começou logo com uma ocasião de golo para Portugal, com André Silva a obrigar Akinfeev a uma defesa por instinto. O antigo jogador do FC Porto saltou mais alto do que Jikia, vencendo apenas o seu segundo duelo até então, em 14 disputados.

  • Pouco depois de a partida ter ultrapassado a marca dos 60 minutos, Fernando Santos sofreu uma forte contrariedade com a lesão de Raphäel Guerreiro, que era por esta altura um dos melhores jogadores de Portugal, com uma assistência, eficácia máxima nos duelos disputados e ainda cinco acções defensivas.
  • Com o passar dos minutos, Portugal foi perdendo o controlo do meio-campo, chegando aos 70 minutos com apenas 40% de posse de bola no decorrer da segunda parte. O jogador russo que mais nas vistas dava era o médio Aleksandr Golovin, já com três passes para finalização.

  • As alterações introduzidas por Fernando Santos acabaram por mexer pouco no jogo, especialmente a entrada de Gelson Martins, que nos 12 minutos que esteve em campo tocou na bola apenas três vezes. Já no tempo de compensação, Rui Patrício passou por alguns calafrios, mas, ainda assim, conseguiu manter a sua baliza inviolável, muito por culpa da falta de pontaria dos russos que, dos dez remates que fizeram (oito deles na segunda parte), nenhum deles saiu enquadrado.

O Homem do Jogo 👑

Já na primeira parte tinha dado nas vistas, mas foi no segundo tempo que deixou decididamente a sua marca em campo. Pepe terminou a partida como o melhor em campo, o que espelha a garra e a determinação necessárias para conseguir este triunfo. O defesa português somou 17 alívios, três intercepções e quatro desarmes, números verdadeiramente impressionantes. Para além disso, fez 62 passes, deu 90 toques na bola e venceu 12 dos 13 duelos que disputou. Tudo somado, Pepe deixa a Arena Otkrytiye, em Moscovo, com nota 7.4 nos GoalPoint Ratings.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Cédric 6.9 – Rubricou uma exibição de grande nível. Conseguiu um passe para finalização, um remate enquadrado e sete duelos ganhos em dez disputados. Somou ainda oito acções defensivas.
  • Akinfeev 6.4 – Sofreu um golo madrugador, mas manteve a sua equipa na luta até ao fim com cinco defesas, duas delas a remates de dentro da área.
  • Bernardo Silva 6.3 – Esteve a um bom nível no regresso à titularidade. Contabilizou dois passes para finalização, dois cruzamentos eficazes, 13 recuperações de bola e cinco desarmes. Disputou ainda 22 duelos, vencendo 11.
  • Cristiano Ronaldo 5.9 – Caiu de rendimento ao longo da segunda parte. No total, apenas três dos seis remates que fez foram enquadrados com a baliza. Falhou ainda uma ocasião flagrante de golo.
  • Smolov 4.8 – Tarde para esquecer. Fez cinco remates, nenhum deles enquadrado, controlou mal a bola oito vezes e venceu apenas dois dos 13 duelos que protagonizou.

Luís Mira
Luís Mira
Jornalista com mais de uma década de experiência profissional. Colaborou com vários órgãos de comunicação, nacionais e estrangeiros, entre os quais Público, A Bola, Goal.com, Sky Sports e BBC.
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