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Após o Brasil enterrar em definitivo o “mineiraço”, eis que, na mesma noite, o Mundo testemunhou a uma outra goleada histórica. É certo que não foi na casa do derrotado, muito menos numa meia-final de um Mundial jogado no solo deste – apenas em mais um amigável internacional -, mas uma goleada por 6-1 é sempre doloroso para quem a sofre, em especial se a vítima se chamar Argentina.

Sem a sua grande estrela, Lionel Messi, a formação das Pampas foi humilhada em Madrid, no Estádio Metropolitano, pertença do Atlético de Madrid. Um autêntico “madridazo” que os argentinos tão cedo não esquecerão e que teve dois responsáveis: a espantosa eficácia ofensiva de Espanha e o génio de Isco. O médio do Real Madrid fez um “hat-trick”, aos 27, 52 e 74 minutos, e foi claramente o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 8.5 – criou também uma ocasião flagrante, rematou cinco vezes e teve sucesso nas suas três tentativas de drible. Os outros golos foram apontados por Diego Costa, Thiago Alcántara e Iago Aspas para os espanhóis, e por Otamendi para a Argentina. O “português” Marcos Acuña entrou perto do final, registando dois dribles eficazes em apenas sete minutos.

Colectivamente, destaque para a eficácia espanhola no ataque. Nuestros hermanos realizaram apenas 11 remates, seis deles enquadrados, os quais deram todos golo, para desespero de Caballero e Romero, os dois guardiões utilizados pelos visitantes e que não realizaram qualquer defesa. A Argentina fez precisamente o mesmo número de disparos, mas só enquadrou três, terminando com 48% de posse de bola. Destaque ainda para os 91% de eficácia de passe de Espanha e os 90% da Argentina.

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