Estoril 🆚 Porto | “Dragão” acorda a tempo

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O FC Porto conseguiu colocar pressão no líder Benfica, ao vencer por 2-1 na visita ao Estoril. Um triunfo difícil, consumado apenas após o minuto 80, mas que se adequa à boa exibição no segundo tempo, fase em que os comandados de Nuno Espírito Santo pressionaram bastante o seu adversário.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Início algo repartido, com mais Porto, mas sem conseguir impor totalmente o seu futebol – 52% de posse para os “dragões”. De referir que o Estoril somou seis faltas nos primeiros dez minutos.

  • Boa organização defensiva do Estoril, que aos 20 minutos apenas tinha permitido dois remates do Porto (ambos desenquadrados). Ofensivamente, os da casa não tinham, nesta fase, criado qualquer lance de perigo. Alex Telles destacava-se nesta altura, com dois passes para ocasião e duas intercepções.
  • Aos 36 minutos, Nuno Espírito Santo tirou Diogo Jota para lançar Yacine Brahimi e abrir o jogo portista, muito afunilado. O Porto ainda não tinha conseguido mudar o cariz do jogo e só tinha três disparos, todos para fora (o Estoril um).

  • Intervalo Primeira parte desgarrada, desinspirada e sem ocasiões de golo dignas de registo. Apenas quatro remates no total, três para o Porto, nenhum enquadrado. O Estoril destacou-se pelas faltas cometidas (18) até ao descanso, enquanto no passe a falta de qualidade foi generalizada: 71% de eficácia para o Estoril, 72% para o Porto. O lateral-esquerdo dos da casa, Ailton, foi o melhor do primeiro tempo, com um GoalPoint Rating de 6.0. Foi quem mais tocou na bola (46 vezes), ganhou dez de 18 duelos individuais, fez seis desarmes e quatro alívios e realizou o único remate da sua equipa. Marcano (6.0, atrás por centésimas) foi o melhor portista.
  • Arranque de segunda parte ainda mais confusa, com muitas faltas de parte a parte – sete para o Estoril, quatro para o Porto nos primeiros 15 minutos da etapa complementar. Portistas com 63% de posse de bola nestes primeiros momentos após o descanso e três remates, somente um enquadrado, o primeiro da partida, aos 56 minutos, por Felipe, um defesa…
  • O Porto aumentou a pressão a meio da etapa complementar, chegando aos cinco remates, dois enquadrados nesta fase, e até marcou, mas os golo de Maxi Pereira foi anulado por fora-de-jogo. Nesta altura o jogo somava um total de 41 faltas
  • Adivinhava-se o golo, perante o domínio total dos visitantes, e acabaria por surgir aos 82 minutos, de grande penalidade, apontada por André Silva, a castigar falta de Moreira sobre o jovem portista. Foi o corolário de um bom Porto no segundo tempo, com o 2-0 a surgir mesmo em cima do minuto 90, por Jesús Corona, num remate cruzado de pé esquerdo.

  • Já reduzido a dez (expulsão por segundo amarelo de Diakhité), o Estoril ainda reduziu nos descontos, por Dankler. Mas era tarde demais. O Porto venceu, e bem, com 12 remates contra quatro (5-2 enquadrados), 52% de posse de bola.

O Homem do Jogo 👑

Entrou apenas aos 66 minutos, para o lugar de Herrera, quando o Porto buscava desesperadamente o golo, e acabou por ser decisivo, com a sua presença do lado direito a desestabilizar um Ailton até então inultrapassável. Jesús Corona marcou um golo, o 2-0, no único remate que realizou, num belo lance e remate, e somou 7.0 no GoalPoint Rating, fruto também de dois dribles eficazes em quatro, três de cinco duelos ganhos.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • André Silva 6.8 – O jovem ponta-de-lança foi fundamental. Marcou um golo, de penalty, fez a assistência para o 2-0 e rematou três vezes, duas enquadradas. Pecou nos duelos, ao perder 11 de 18.
  • Herrera 6.4 – Foi importante na solidez portista ao longo da partida e saiu para dar lugar ao decisivo Corona. Mas nos 66 minutos que esteve em campo acertou três de seis tentativas de drible e teve sucesso em 87% dos passes que tentou. Foi também dono do único passe para ocasião flagrante da partida.
  • Alex Telles 6.8 – O lateral esteve sempre em jogo, com quatro passes para ocasião, embora apenas um de bola corrida. Foi um de três jogadores a tocar 66 vezes na bola, o máximo do jogo.
  • Afonso Taira 6.3 – O médio estorilista teve uma noite de grande sacrifício e entrega. Tocou também 66 vezes na bola, recuperou-a 12 vezes, ganhou oito de 14 duelos, fez seis desarmes e oito intercepções. Muito bom!
  • Ailton 5.7 – Foi o melhor do primeiro tempo, mas sentiu mais dificuldades na segunda parte, perante a entrada de Corona. Ainda assim registou sete desarmes e cinco alívios, recuperou nove vezes a bola e ganhou 12 de 23 duelos.

Resumo💻

Pedro Tudela
Pedro Tudela
Profissional freelancer com 19 anos de carreira no jornalismo desportivo, colaborou, entre outros media nacionais, com A Bola e o UEFA.com.
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