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O FC Porto esteve longe de brilhar ou de concretizar o seu intenso domínio sobre o Feirense com muitos golos ou jogadas de perigo, mas a verdade é que, em dia de dérbi entre Benfica e Sporting, o “dragão” não deixou fugir a oportunidade de somar três pontos e colocar os rivais sob grande pressão. A segunda parte foi fraca, mas Aboubakar e Felipe resolveram os problemas de Sérgio Conceição.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Jogo algo “mastigado” no arranque, com o Porto a assumir as despesas ofensivas da partida, ao ponto de atingir os 75% de posse de bola no primeiro quarto-de-hora. Contudo, apesar de ambas as equipas terem um remate nesta altura, apenas os anfitriões somavam um disparo enquadrado.

  • Até que, aos 22 minutos, a insistência portista acabou por dar os seus frutos. Brahimi recuperou a bola na esquerda, cruzou atrasado para Aboubakar e este rodou antes de rematar para o fundo das redes de Caio Secco. Foi ao terceiro remate portista no encontro, segundo com a melhor direcção.
  • Mas a resposta dos “fogaceiros” foi rápida. Aos 26 minutos, no segundo remate da equipa, Tiago Silva bateu um livre da esquerda para a grande área e Luís Rocha saltou mais alto que toda a gente, para cabecear com êxito para o empate.
  • O Porto pareceu sentir o toque e, aos pouco, deixou de causar tanto perigo. Por volta da meia-hora, o domínio continuava a ser do “dragão”, com 72% de posse, mas às nove bolas colocadas na área dos homens da casa o Feirense respondia com cinco e os portistas não passavam dos quatro disparos, três deles enquadrados.

  • Bom jogo de Brahimi ao aproximar do descanso, com uma assistência e dois dribles eficazes em três tentativas, para além de dois remates enquadrados, nos únicos que tentou.
  • Intervalo O descanso chegou com empate no marcador a uma bola, uma recompensa pela grande eficácia do Feirense no ataque – dois remates, ambos enquadrados, um que deu golo – e um castigo pelos poucos disparos portistas até então, cinco, embora quatro deles enquadrados. O domínio era do “dragão”, dono de todos os cinco pontapés de canto da etapa inicial, mas os da casa iam lidando bem com a movimentação portista. Vincent Aboubakar era o melhor em campo nesta fase do jogo, com um GoalPoint Rating de 7.0, fruto do golo que marcou no único remate que fez à baliza, mas também de uma ocasião flagrante criada.

  • Reinício algo confuso, com o Feirense muito fechado e a não dar espaços para o ataque do Porto criar perigo. Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo o “dragão” registava 75% de posse e o único remate desta fase. Pouca emoção e muitas faltas, 13 para cada equipa no total do encontro.
  • A falta de ideias nesta fase era total nesta fase, com o jogo a chegar aos 70 minutos apenas com dois remates desde o intervalo, ambos para o Porto e sem a melhor direcção. O Feirense ia recorrendo à sua melhor arma, os alíviosLuís Rocha somava sete, Kakuba e Briseño seis cada.
  • Mas o Feirense acabaria por cair. Aos 76 minutos, Felipe saltou mais alto, após canto de Alex Telles da esquerda, e fez o 2-1. Foi o sexto remate dos portistas na segunda parte, primeiro enquadrado, na sequência do seu décimo canto.

  • O jogo estava nas mãos dos visitantes, que registavam 74% de posse de bola por volta dos 80 minutos, frente a uma formação do Feirense sem qualquer remate desde o intervalo. E aos 84 minutos, Felipe viu segundo cartão amarelo e foi expulso. Porém, sem impacto no jogo.

O Homem do Jogo 👑

Por centésimas. O melhor em campo no triunfo do Porto em Santa Maria da Feira foi Aboubakar, mas apenas por centésimas em relação a Brahimi. O camaronês terminou com o mesmo GoalPoint Rating de 7.3, mas esteve “uns pozinhos” melhor. Fez o primeiro golo da partida e terminou com dois remates, um enquadrado. Porém, criou uma ocasião flagrante de golo e teve sucesso em duas de três tentativas de drible.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Yacine Brahimi 7.3 – Na generalizada falta de ideias, o argelino foi que conseguiu, ainda assim, mostrar mais esclarecimento. Para além da assistência para o 1-0, o extremo rematou três vezes, duas delas enquadradas, ganhou de dos 18 duelos em que participou e teve sucesso em cinco das seis tentativas de drible, duas delas na grande área adversária.
  • Luís Rocha 6.9 – O defesa-central foi o melhor da sua equipa. Não apenas porque esteve muito bem a defender, com dez alívios e um bloqueio de remate, mas também porque marcou o golo da sua equipa.
  • Felipe 6.8 – O central portista estava em franca competição com Aboubakar e Brahimi pelo título de melhor em campo, graças ao golo que marcou, aos quatro duelos ganhos em oito e às três intercepções. Porém, a expulsão acabou por penalizar a nota do jogador.
  • Alex Telles 6.7 – Talvez não tenha sido tão exuberante como em outras partidas, mas o lateral brasileiro voltou a ser decisivo. Para além das quatro intercepções, colocou a bola 15 vezes na grande área do Feirense e fez a assistência para o tento de Felipe, que deu a vitória ao FC Porto.
  • Ricardo Pereira 6.0 – Bom jogo do lateral, que jogou atrás de Corona. O português tentou cinco vezes o cruzamento de bola corrida, teve sucesso em dois de três tentativas de drible e colocou 11 vezes a bola na área “fogaceira”.

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