FIFA 15: Três “pérolas” para conquistar títulos (e o que valem na realidade)

O modo carreira do FIFA 15 não é o mais popular mas é um dos mais desafiantes. Recomendamos três "pérolas" que poderão levá-lo aos ambicionados títulos.

No modo carreira de FIFA 15 pode juntar as preocupações da linha lateral ao controlo directo dos seus "craques"
No modo carreira de FIFA 15 pode juntar as preocupações da linha lateral ao controlo directo dos seus “craques”

O modo carreira de FIFA 15 não é o mais popular mas é certamente um dos mais interessantes do jogo da Electronic Arts. Sendo o FIFA um jogo de “serões”, presenciais ou online, seguindo-se o “vício” já aqui abordado de Ultimate Team, o modo carreira é uma razoavelmente completa opção para quem gosta de gerir um clube sem abdicar do gozo de controlar os seus craques. É um facto que qualquer comparação entre este modo de FIFA e um jogo como Football Manager é um exercício inútil mas a maior simplicidade desta vertente do FIFA, aliada ao apelo do tipo de jogo em si, representa uma excelente e igualmente divertida opção (ainda que por outras razões) para quem gosta de “treinar”, jogar e não perder metade da sua vida útil a decidir todos os pormenores do dia-a-dia de um clube.

O modo carreira de FIFA oferece o que de mais fundamental se espera nessa vertente: controle a sua equipa (mas não necessita treiná-la), defina aquisições, vendas e empréstimos (e até pode pedir umas “massas” adicionais à Direcção) e desenvolva os seus jogadores da forma que mais os pode potenciar: fazendo-os jogar e bem, de preferência. Para retirar o melhor proveito e realismo não só do modo carreira de FIFA 15 como de toda a vertente single player, recomendamos definir o nível de dificuldade World Class ou Legendary e utilizar as definições de jogabilidade criadas por jogador, que conferem ao jogo maior realismo.

Posto isto partilhamos três “pérolas” que descobrimos através da nossa própria experiência. Evitámos propositadamente a muita (e demasiado objectiva) informação que existe pela Internet sobre os jogadores de futuro que podem levar-nos à glória pois, em nosso entender, isso retira boa parte do encanto do jogo. Os jogadores que hoje partilhamos (e mais se seguirão) resultam assim da nossa “tentativa e erro”, procurando encontrar futebolistas que nos levem à glória sem que para tal necessitemos investir as dezenas de milhões exigidas pelos consagrados.

Iniciamos estas recomendações com um médio-defensivo, um avançado e um extremo.

Junior Malanda, o “armário” belga

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Na realidade: Junior Malanda é um exemplo do emergente futebol de formação belga. Internacional pela Bélgica em todos os escalões entre os Sub-15 e os Sub-21, foi na equipa B dos franceses do Lille que Junior iniciou o seu trajecto. No entanto, foi uma bem conseguida época no Zulte Warengen (2012/13) que lhe valeu uma transferência para os germânicos do Wolfsburgo, apesar de ter permanecido mais meia época ao serviço dos belgas, por empréstimo. Esta temporada leva seis jogos disputados pelos germânicos, com três assistências. Capaz de actuar a central ou médio-centro, Malanda é, sobretudo, um médio-defensivo, embora registe um total de dez golos e nove assistências desde a época 2012/13, o que tendo em conta a sua posição no terreno e idade é um cartão de visita atípico para um “trinco”.

Em FIFA 15: Malanda já era em FIFA 14 um valor seguro. Apesar de não ser particularmente alto a sua força nota-se em campo, tanto a “trinco” como a central, constituindo o típico jogador que ganha a maioria das bolas a partir do momento em que consegue “encostar” nos adversários. As suas principais falhas residem na agilidade, velocidade e aceleração, sobretudo no ponto de partida, visto que após começar a evoluir o jogador ganha competências nestes capítulos tornando-se num atleta útil e importante em ambas as posições defensivas. Quando o contratámos Junior, este apresentava uma classificação global de 73 pontos, tendo atingido após uma época os 78.