Não, não vamos partilhar mais um dos milhares de artigos e vídeos que ensinam como defender, atacar ou que fintas fazer para atingir a “glória” em FIFA 16. Para esse peditório já encontrará muito conteúdo na internet. Vamos mais fundo sim, no que toca à customização do popular videojogo de modo a oferecer-lhe a melhor jogabilidade possível, para lá do que a EA Sports lhe oferece por defeito. Se já conhece a palavra “sliders” quando aplicada a FIFA saberá já do que estamos a falar. Se a palavra nada lhe diz provavelmente terá ficado curioso.

UM “CPU TERMINATOR”

Depois do lançamento de FIFA 16 sob o lema de “Jogar Bonito”  muitos jogadores estariam a espera de uma jogabilidade a altura do lema, com uma melhoria perceptível na componente offline e seus modos mais jogados – Carreira e Jogador.  Essa evolução verifica-se: o  jogo é pausado, mais dinâmico e realista, exigindo maior entrosamento colectivo tanto no ataque como na defesa mas tratando-se de um videojogo existe sempre um mas… o “Tiki Taka” digital, ainda que atenuado, sobretudo quando do outro lado está a inteligência artificial programada pela EA.

Nos níveis de dificuldade mais avançados (e verdadeiramente interesantes), World Class e Legendary, o “CPU” atinge regularmente uma eficácia de passe média próxima dos 100%, tornando o “jogo bonito” num jogo de “corre atrás da bola à espera que o código te dê uma borla”. É caso para dizer que aplicado o algoritmo GoalPoint Ratings ao FIFA 16 os “terminators” comandados pela EA não encontrariam dificuldade em atingir pontuações sempre acima dos 8.5. Por um lado a coisa é desafiante mas, com o passar do tempo, torna-se repetitiva e pouco realista, por maior qualidade individual e colectiva que seja suposto terem as equipas que defrontamos.

COMO MELHORAR A JOGABILIDADE?

Como melhorar então a jogabilidade de FIFA sem ter de esperar pela próxima versão? Os “profissionais” já conhecem o segredo, mas tanto para eles como para os principipantes as definições que temos para partilhar poderão valer a pena.

O primeiro passo é simples: deverá navegar em Menu > Personalizar > Definições Jogo e após definir o nível de dificuldade para “Lendário” (ou Legendary, para quem joga em inglês) e a velocidade para “Normal” deverá dirigir-se às últimas opções de personalização, que lhe permitem customizar a jogabilidade do CPU e do jogador humano e aplicar as seguintes definições, que recomendamos após os nossos testes:

VALORES JOGADOR / CPU:

Velocidade Sprint  49/47
Aceleração 48/46
Erros de Remate 49/49
Erros no passe 49/52
Velocidade no Remate 49/49
Velocidade de Passe 49/48
Frequência de Lesões  60/60
Gravidade de Lesões 39/39
Capacidade dos Guarda Redes  45/45  Se sentir que os GK´s estão demasiado eficazes, basta reduzir ainda mais os valores (sugestão 40/40)
Posicionamento Marcação 54/48
Frequência desmarcações 55/45
Posicionamento Altura da linha 55/55
Posicionamento comprimento da linha 30/45
Posicionamento Largura 50/50
Posicionamento Laterais 45/45
Erro no controlo Primeiro Toque 50/53

Caso sinta dificuldades acrescidas recomendamos reduzir o nível de dificuldade para World Class, pelo menos até se sentir confortável o grau de dificuldade de FIFA 16 com estas definições. Eis um vídeo da jogabilidade após a aplicação destes “settings”:

Esperamos que goste destas alterações. Não tenha receio em operar as suas próprias mudanças nos slides propostos e caso encontre uma configuração que lhe pareça ainda mais certeira partilhe connosco. Deixe-nos também a sua opinião sobre estas definições após experimentar e… bons jogos!

 

FIFASagas

 

Conteúdo produzido pela FIFASagas, a maior comunidade luso-brasileira de EA Sports FIFA, parceira GoalPoint e que em breve lhe irá oferecer ainda mais novidades sobre FIFA gaming.