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A Holanda é a selecção adversária de Portugal na final de domingo da Liga das Nações. A “laranja” precisou de prolongamento, mas derrotou a Inglaterra por 3-1, aproveitando dois erros clamorosos de jogadores dos “três leões”. Os holandeses foram quase superiores e mais perigosos, terminando com números ofensivos que afastam qualquer dúvida sobre a justiça do resultado.

Um jogo repartido na primeira metade, pelo menos em termos de posse de bola, teve na selecção holandesa a formação mais perigosa e rematadora, colocando muitos homens na frente em contra-ataque. Contudo, pouco depois da meia-hora, a Inglaterra marcou de penálti, por Marcus Rashford (32′), a castigar falta de Matthijs de Ligt sobre o atacante do Manchester United. Rashford foi, aliás, o melhor em campo, no primeiro tempo, com um GoalPoint Rating de 6.4.

Jadon Sancho, de cabeça, esteve perto de ampliar para Inglaterra aos 54 minutos, mas Jasper Cillessen fez uma grande defesa. No mesmo minuto, Memphys Depay roubou a bola a um defesa inglês e, com Jordan Pickford pela frente, atirou para grande intervenção do guardião inglês. Isto num arranque de segunda parte muito movimentado, com a Holanda a assumir as despesas ofensivas.

A formação “laranja” registava 67% de posse de bola quando, aos 73 minutos, De Ligt redimiu-se da grande penalidade cometida com o golo do empate, de cabeça, após canto da direita – ao sétimo remate na segunda parte, quarto enquadrado (os ingleses registavam apenas três disparos, um com boa direcção). Contudo, aos 83 minutos, Ross Barkley isolou Jesse Lingard, este marcou para Inglaterra, mas o lance foi anulado por fora-de-jogo.

A partida foi para prolongamento, altura em que a Holanda marcou, aos 97 minutos, num autogolo de Kyle Walker a remate de Quincy Promes, após um erro clamoroso de John Stones. Um tento lógico perante a melhor qualidade dos holandeses durante o encontro, apesar da tentativa de reacção inglesa. E o 3-1 surgiu aos 114, após novo erro inglês, desta vez por Barkley, que Depay aproveitou para assistir Promes.

A Holanda venceu o jogo com todo o mérito, terminando com mais bola e mais do dobro dos remates da formação britânica, 14 deles enquadrados. O melhor em campo foi a nova coqueluche do Barcelona, Frenkie de Jong. O médio terminou com um GoalPoint Rating de 7.1, com dois passes para finalização, 13 recuperações de posse, cinco desarmes, bem como impressionantes 128 acções com bola (máximo da partida) e 101 passes certos em 105 tentativas.