Pizzi, Galeno e Tiba em destaque nos rankings da Liga Europa 🇪🇺

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A fase de grupos da Liga Europa terminou e as duas equipas portuguesas em prova, Benfica e Sporting de Braga, seguiram em frente com relativa tranquilidade, garantindo a presença nos 16 avos-de-final uma jornada antes do final desta etapa. No rescaldo destes seis jogos, não podíamos deixar passar em claro os feitos de jogadores destas formações lusas ou, de alguma forma, com ligação ao nosso campeonato.

A começar por Pizzi e Galeno. O benfiquista e o bracarense lideram em dois dos principais momentos do jogo, nos golos e nas assistências. Os seguintes tops apresentam números absolutos e, em caso de “empate”, a posição dos jogadores tem por base os minutos de utilização na prova, por ordem crescente. E por isso mesmo, o médio do Benfica ocupa o primeiro lugar.

Pizzi na frente dos marcadores ⚽

O internacional luso fez seis golos na fase de grupos, os mesmos que Yusuf Yazici, turco do Lille que já destacámos nas nossas páginas como estando em grande forma. A diferença é que Pizzi conseguiu estes golos em menos minutos, mais concretamente em 263, enquanto Yazici precisou de 457 para o fazer. Olhando para a média por 90 minutos, o benfiquista registou mesmo extraordinários 2,1 golos e ainda fez duas assistências, o seu peso nos golos da equipa enquanto esteve em campo ascendendo assim a 67%. Terminou o grupo com o melhor GoalPoint Rating entre jogadores com pelo menos os mesmos minutos jogados que Pizzi.

Neste top surge outro jogador dos “encarnados”. Em terceiro lugar está Darwin Núñez, com cinco golos, sendo que três deles foram apontados em casa do Lech Poznań. Com cinco tentos há cinco jogadores, os três presentes nesta lista, mais Donyell Malen, do PSV, e Mikael Ishak, precisamente do Lech (bisou ante o Benfica), mas Darwin conseguiu este registo em menos minutos (339).

Galeno, o “Pai Natal” antecipado 🎁

No caso de Galeno nem precisamos de grandes contras para desempatar. O extremo do Sporting de Braga começou a época “on fire”, na Liga NOS e na Europa League, e no final da fase de grupos registava quatro assistências. Não houve mais nenhum jogador a passar os três passes para golo (foram, aliás, 15 os que se ficaram por esse número), o que destaca ainda mais o trabalho do “arsenalista”, autor de dois golos.

Nos jogadores com três assistências, o nosso destaque vai para Carlos Vinícius, ponta-de-lança do Tottenham emprestado pelo Benfica. O brasileiro chegou a este número em apenas 320 minutos de utilização na prova, na qual José Mourinho tem apostado no atacante com mais insistência.

Aquele passe em “bandeja de prata”

Vinícius destaca-se também numa outra variável. Para chegar às três assistências, teve de recorrer bastante aos passes para finalização, o que fez num total de nove vezes. E esses lances permitiram-lhe ficar em segundo lugar no número de ocasiões flagrantes criadas. Foram cinco, apenas atrás das sete do “gunner” Nicolas Pépé. E com quatro terminaram nada menos que dez jogadores.

Ainda no capítulo dos “passes açucarados”, destaque para um português, que joga na Polónia e que defrontou o Benfica esta temporada, mais concretamente no jogo da primeira volta. Falamos de Pedro Tiba, que ficou no lote de jogadores com três passes para ruptura, com a companhia de Giovali Lo Celso, do Tottenham, e Jonathan Bamba, do Lille. Tiba é o “patrão” do Lech e esteve em excelente plano frente às “águias”, bem como ante o Standard Liège.

“Cebola” irrequieta

Esta curta “viagem” por alguns dos tops da fase de grupos da Liga Europa termina no drible. Everton “Cebolinha” chegou a Portugal com rútulo de craque, que mostrou ser no Brasil e na “Canarinha”, e até começou bem a sua aventura lusa. Aos poucos foi perdendo protagonismo, mas a verdade é que, olhando com atenção para alguns números, nota-se que o brasileiro é especial em alguns momentos e desequilibra.

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No número total de tentativas de drible foi o quarto em toda a Liga Europa, com 37, subindo ao segundo posto quando se trata de dribles com sucesso, nada menos de 25 (68% de eficácia), apenas atrás de Chidera Ejuke, nigeriano do CSKA de Moscovo, equipa entretanto eliminada da prova. Chidera lidera também nos dribles completos ali onde as coisas começam a ser decisivas, no último terço, com 22, e Everton volta a surgir entre os melhores, com 15 certos. Números muitos apreciáveis.

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