A nove jornadas do final da Liga NOS recuperamos uma análise que ensaiámos no final do primeiro terço da prova, com o objectivo de perceber que equipas melhoraram (e pioraram) o seu desempenho face à época anterior. De fora ficam naturalmente as três equipas que subiram ao primeiro escalão do futebol nacional.

“ÁGUIA” E “DRAGÃO”, SINÓNIMOS DE GOLO

No que respeita aos dois actuais candidatos ao título as diferenças são notórias sobretudo… no Porto. Os “azuis-e-brancos” são mesmo uma das quatro equipas que apresentam o saldo mais positivo na hora de contabilizar quantos pontos a mais amealharam nesta época face ao registo anterior, precisamente mais 12. Já o Benfica apenas contabiliza mais um ponto do que no ano passado, apesar de marcar mais 14 golos e sofrer menos quatro do que no mesmo período de 2013/14. Os “dragões” acompanham as “águias” no incremento goleador, com mais 12 golos do que na (negativa) época transacta (o mesmo saldo que Belenenses e  Guimarães) e sofrendo menos dez, uma melhoria defensiva ultrapassada apenas pelo Braga, que encaixou até agora menos 14 tentos do que na campanha passada.

Fechando a análise dos “grandes” surge o Sporting, que apesar da distância para os dois primeiros classificados apenas perde quatro pontos face a uma época em que surgia no segundo posto da Liga. Os “leões” de Marco Silva sofreram mais cinco golos e marcaram menos um do que durante a liderança de Leonardo Jardim, trocando duas vitórias por dois empates.

BELENENSES E ESTORIL, MUNDOS OPOSTOS

Na época 2013/14 poucos teriam a veleidade de prever que um impressionante Estoril (na altura sob o comando de Marco Silva) e um titubeante Belenenses a lutar para não descer quase trocariam de papéis na época seguinte. Os “azuis” do Restelo são a equipa que mais pontos ganhou até agora face ao ano anterior (+18) com os estorilistas (que caem oito posições) a perderem 16. Os de Belém (com uma subida de nove lugares) conseguem assim suplantar a segunda e terceira equipas com registo comparado mais positivo, o Braga e o Paços de Ferreira, respectivamente com mais 14 e 13 pontos que em igual período de 2013/14.

Apenas o apito final da prova poderá confirmar quem efectivamente se superou ou desiludiu face à época anterior, mas por agora é já possível antever os grandes “vencedores” e “vencidos”, para lá da óbvia atribuição do título nacional e do preenchimento dos lugares que dão acesso às provas da UEFA.

Eis a tabela de análise completa:

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