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O FC Porto caiu nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, aos pés do Liverpool, mas na segunda mão, em Anfield, corrigiu a má imagem deixada no primeiro jogo – em que perdeu no Dragão por 5-0 – e arrancou um empate sem golos. Porém, assistiu-se a um jogo sem grandes rasgos ou oportunidades de golo, a espaços completamente vazio de emoção.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Domínio do Liverpool no arranque do jogo, com os ingleses a registarem 67% de posse, mas o Porto não dava espaços de progressão, sendo que pelo dez minutos não havia qualquer remate na partida. Porém, o Porto registava já quatro faltas.
  • Primeiro lance de perigo aos 18 minutos. Sadio Mané bem se esticou no ar, mas falhou uma ocasião flagrante, atirando por cima. Por volta dos 20 minutos já os portistas haviam equilibrado as operações, registando 44% de posse e um remate, desenquadrado (o mesmo que o Liverpool).

  • Meia-hora de jogo sem grande motivos de interesse, mas com a curiosidade de ambas as equipas apresentarem boa eficácia de passe, 88% o Liverpool, 84% o Porto – talvez pela sensação geral de que a eliminatória estava encaminhada e nenhum dos emblemas exercer pressão evidente sobre o adversário com bola. Aos 32 minutos, finalmente um abanão na partida, com Mané a acertar no poste direito da baliza lusa.
  • Perto do descanso, Felipe era o melhor portista, com um rating de 5.7, pois apenas havia falhado um passe em 23 e somava já seis acções defensivas.

  • Intervalo Jogo sem muito interesse. O Liverpool entrou mais forte e dominador, terminando a primeira parte com 66% de posse de bola e três remates, contra um do Porto. Mas nenhuma equipa conseguiu enquadrar qualquer disparo, apesar de os homens da casa terem usufruído de uma ocasião flagrante. O melhor ao intervalo era Joe Gomez. O lateral-direito dos “reds” criara a tal ocasião flagrante desperdiçada por Mané, para além de registar três desarmes e impressionantes 93% de passes certos (62 em 67) – GoalPoint Rating de 6.1.

  • Primeiro remate enquadrado do encontro pertenceu ao Porto, ao terceiro disparo dos “dragões” na partida, por Waris. Decorria o minuto 51, obrigando a defesa de Loris Karius. À hora de jogo continuava a dar mais Liverpool (65% de posse na segunda metade), mas parecia claro que os homens de Anfield não iam forçar muito no ritmo da partida.

  • Quando nos acordaram, por volta dos 70 minutos, pouco ou nada tinha mudado. Liverpool com bola (67% no segundo tempo), mais remates (sete), embora apenas um enquadrado, Porto com cinco (um bem direccionado), e com a curiosidade de apenas se registar um canto em todo o jogo, e para os “dragões”.
  • Últimos minutos com o Porto a tentar chegar ao golo. Óliver Torres viu uma floresta de pernas de jogadores do Liverpool negar-lhe o golo, aos 84 minutos, mas foi escasso para o que o “dragão” precisava de fazer. E aos 88 minutos, Danny Ings obrigou Iker Casillas a uma defesa estupenda.
  • No final, o nulo penalizava a falta de ambição dos “reds” e a pouca acutilância ofensiva dos “azuis-e-brancos”.

O Homem do Jogo 👑

O jogo em Anfield teve poucos motivos de interesse. Um Porto em gestão de plantel deparou-se com um Liverpool recheado das principais estrelas (menos Mohamed Salah), mas sem chama e com a eliminatória no bolso. Talvez por isso, o melhor em campo não tenha sido nenhum dos craques da frente de ataque, ou algum criativo das duas equipas. O MVP foi Alberto Moreno, lateral esquerdo dos “reds” que terminou com um GoalPoint Rating de 7.1. O espanhol foi, a par do compatriota Óliver Torres, o jogador que tentou mais vezes o remate, três, enquadrando apenas um. Terminou ainda com um passe para finalização, 90% de eficácia de passe, 97 acções com bola e nove acções defensivas.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Felipe 6.4 – O defesa-central foi o melhor do FC Porto ao longo de praticamente todo o jogo. O brasileiro terminou a partida com impressionantes 16 acções defensivas, das quais seis foram intercepções e quatro desarmes.
  • Iker Casillas 6.3 – O espanhol está a jogar de “raiva”. Pelo menos parece. Concentrado, empenhado, eléctrico quando chamado a intervir, Casillas terminou o jogo com cinco defesas, uma delas, ao cair do pano, que valeu o empate.

  • Joe Gomez 6.5 – Aquele que foi o melhor da primeira parte manteve um registo bem interessante no segundo tempo, terminando com 92 passes certos em 101, três dribles completos em quatro tentativas, 11 recuperações de bola e o máximo de acções com bola na partida: 137.
  • Bruno Costa 5.2 – O jovem de 20 anos que Sérgio Conceição lançou pela primeira vez na Champions realizou uma partida positiva, dentro do contexto. Jogou os 90 minutos e arrancou dois passes para finalização, tentando sem êxito três dribles.
  • Sérgio Oliveira 6.0 – O médio jogou apenas 30 minutos, mas foi tempo mais que suficiente para fazer dois passes para finalização e falhar apenas um passe em 17.

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