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Histórico. O duelo de Manchester, entre o City e o Tottenham, tem entrada directa para a História da Champions por razões que vão dos golos aos recordes, passando pelo espectáculo inesquecível protagonizado pelos dois emblemas ingleses.

Os “spurs” entraram no Etihad com uma magra vantagem de um golo, conquistada na primeira mão, e aos quatro minutos já estava tudo empatado, por intermédio de Sterling. Mas esse era só o primeiro capítulo de um arranque vertiginoso, com voltas e reviravoltas, no marcador e na eliminatória, e com quatro golos em apenas 11 minutos (recorde histórico da prova, o quarto assinado pelo português Bernardo Silva). Aos 21 minutos chegava o quinto tento, o bis de Sterling. O City recolhia ao intervalo na frente no jogo (3-2), mas não na eliminatória.

A segunda parte traria menos golos, mas não seria menos emocionante por isso. Aguero faria o quarto dos “citizens” ao minuto 59, colocando os da casa na frente da eliminatória pela primeira vez, mas, aos 73 minutos, Llorente “cabecearia” para o golo do descontentamento de Guardiola e companhia, com decisão validada pelo VAR.

O City tentaria ainda carregar, com Sterling a marcar para nova reviravolta perto do apito final, mas com o VAR a entrar novamente em acção, anulando o lance e garantindo o resultado final que coloca os “spurs” na meia-final frente ao Ajax.

Apesar da vitória londrina, foi Kevin de Bruyne a arrecadar o MVP GoalPoint Ratings da partida, com um 8.0, oferecendo três assistências que podiam ter sido cinco, caso os colegas tivessem aproveitado as duas ocasiões flagrantes adicionais que o belga lhes colocou nos pés.