Mercado 14/15: Benfica, Porto e Sporting investiram 100 milhões

Após analisarmos números, nacionalidades e posições fazemos agora contas ao deve e haver dos "três grandes" neste mercado.

FC Porto: Afinal o “petróleo” estava escondido nas vendas e parcerias

 

Clique na infografia para ler em detalhe (foto: Bertrand/Shutterstock infografia: GoalPoint)
Clique na infografia para ler em detalhe (foto: Bertrand/Shutterstock infografia: GoalPoint)

Em virtude da sucessão de nomes sonantes e talvez pelo impacto daquela que será a compra mais desequilibrada dos “dragões” (11 milhões por 50% do passe de Adrián), a actividade do FC Porto neste mercado gerou comentários e dúvidas frequentes sobre a explicação para tamanha “saúde” portista neste defeso, operando uma revolução no plantel já aqui caracterizada previamente.

A análise dos números permite no entanto perceber que os “azuis-e-brancos” não deram um passo tão arriscado como vinha sendo questionado: mesmo investindo mais do que os dois rivais (43,3 milhões) o Porto realizou cerca de 62 milhões de euros, fechando o defeso com o balanço líquido mais saudável dos “três grandes” (18,5 milhões) e um balanço face ao valor de mercado bastante saudável face à valia de diversas das apostas feitas (-4,5 milhões de euros). Se a isto somarmos eventuais vendas posteriores de percentagens de passes, como já sucedeu com Brahimi (as chamadas “parcerias”, não contabilizadas nesta análise), os portistas terão certamente um balanço líquido ainda mais positivo.

Os “dragões” fecham o plantel com um custo médio por aquisição inferior aos “encarnados” (2,7 milhões de euros) e foram os que até agora mais reforços utilizaram em jogos oficiais (56%), embora a isso também possa ajudar o facto de terem cinco jogos a contar, contra quatro do Benfica e apenas três do Sporting.