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Goleada do Benfica na visita ao Nacional da Madeira, por 4-0. Num jogo em que controlou sempre as operações e mostrou maior qualidade na maior parte dos momentos de jogo, a equipa de Rui Vitória venceu com grande naturalidade, com dois golos em cada parte. Mesmo sem um domínio territorial, a formação “encarnada” foi sempre muito mais acutilante em termos ofensivos, rematou muito mais e fez quatro golos em sete remates enquadrados.

Resumo💻

O Jogo explicado em Números 📊

  • Partida muito dividida nos minutos iniciais, com o Nacional a não permitir que o Benfica assumisse as rédeas do jogo. Nesta fase, os insulares registaram 51% de posse de bola, 82% de eficácia de passe, os “encarnados” os dois únicos remates até ao momento, ambos desenquadrados.
  • Aos poucos a formação lisboeta começou a criar mais perigo, assumindo mais o jogo. Aos 20 minutos somava já 55% de posse e quatro remates, mas todos sem a melhor direcção – muito por culpa de três terem acontecido de fora da área, fruto da boa organização defensiva dos homens da casa.

  • Até que o Benfica marcou mesmo. Aos 28 minutos, Salvio, em grande destaque nesta primeira parte, trabalhou bem e serviu Haris Seferovic. O ponta-de-lança suíço, isolado, não desperdiçou a ocasião para fazer o 1-0. Um tento ao sétimo remate benfiquista, segundo enquadrado. O Nacional registava apenas um, sem a melhor direcção.
  • Ljubomir Fejsa teve de sair aos 29 minutos, lesionado, dando lugar a Alfa Semedo. Ainda assim, a equipa benfiquista não perdeu o equilíbrio e manteve o domínio, com 53% de posse e facilidade em anular as investidas madeirenses. E o segundo golo surgiu ainda antes do descanso.

  • Os protagonistas foram os mesmos, mas com papéis invertidos. Seferovic fugiu pela esquerda, cruzou de pronto e, ao segundo poste, Salvio saltou e cabeceou como mandam as regras, de cima para baixo, para o 2-0.
  • Intervalo Vantagem natural do Benfica ao intervalo, mercê de uma superioridade expressa em 52% de posse de bola. Mas não foi nesse domínio que mais se notou a maior qualidade benfiquista, foi sim no ataque, onde os “encarnados” registaram dez remates, três deles enquadrados e dois golos, embora somente quatro dos disparos tivessem acontecido dentro da área do Nacional. Os insulares pouco ou nada conseguiram em termos ofensivos nesta fase. O melhor em campo ao intervalo era Eduardo Salvio, com um GoalPoint Rating de 6.8. O argentino fez um golo em três remates, uma assistência em dois passes para finalização e foi sempre o elemento mais desequilibrador.

  • O Benfica regressou do descanso com a mesma toada ofensiva, registando dois remates nos primeiros 15 minutos do segundo tempo. O Nacional não quis ficar atrás e enquadrou o seu primeiro disparo aos 59, com Aleksandar Palocevic a obrigar Odysseas a boa defesa.
  • O Nacional conseguiu assumir mais o jogo a partir dessa altura, chegando aos 59% de posse de bola por volta dos 70 minutos. O Benfica passava a ter um pouco mais de espaço para as suas transições.

  • Não espantou, portanto, o 3-0, aos 76 minutos. Pizzi descobriu Álex Grimaldo na esquerda, com um grande passe, e este, após entrar na grande área, rematou cruzado para o fundo da baliza. Um golo que surgiu ao 15º remate benfiquista no jogo, quinto no segundo tempo.
  • O terceiro golo benfiquista acabou com as esperanças insulares. O Nacional deixou de mostrar a mesma energia em busca do golo, notando-se que o vencedor estava encontrado. Apesar de ter perdido um pouco do domínio de jogo, o Benfica nunca deixou de controlar as operações, terminando por cima nos principais registos da partida e com mais um golo, já nos descontos, por Rafa.

O Homem do Jogo 👑

O melhor em campo não fez nenhum dos quatro golos do Benfica. Mas foi verdadeiramente decisivo na goleada “encarnada” na Choupana. Eduardo Salvio brilhou intensamente na primeira parte, mas a consistência de Pizzi acabou por vir ao de cima, com um GoalPoint Rating de 7.6. O médio português fez duas assistências em seis passes para finalização, registou uma eficácia de passe de 82% e recuperou a bola em nove ocasiões. Excelente exibição.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Eduardo Salvio 7.4 – O argentino foi fundamental na fase de jogo que começou por definir a tendência do resultado. No primeiro tempo, Salvio foi o melhor, ao servir Seferovic para o 1-0 e ao fazer, ele próprio, o segundo da equipa. No final registou quatro remates, uma assistência em dois passes para finalização e quatro dribles eficazes em seis tentativas.
  • Haris Seferovic 6.8 – O suíço parece ter recuperado confiança. Após o jogo positivo em Salónica, Seferovic manteve a titularidade em fez uma excelente partida, com um golo, uma assistência em três passes para finalização e muita interveniência no futebol ofensivo “encarnado”.
  • Gedson Fernandes 6.6 – Diz-se e escreve-se que o jovem médio está desgastado com o início de época muito preenchido do Benfica. Mas a verdade é que não se nota no desempenho. O médio rematou três vezes, fez um passe para finalização, recuperou sete vezes a bola e fez nove desarmes.
  • Álex Grimaldo 6.0 – O espanhol fez um jogo discreto, muito por culpa do pouco trabalho que teve em termos defensivos. Mas na frente compensou, com um golo marcado, 91% de eficácia de passe e quatro dribles eficazes em seis tentativas.
  • Vítor Gonçalves 5.5 – O médio foi o melhor jogador do Nacional nesta partida. Sem grande presença ofensiva, registou 86% de eficácia de passe, recuperou três vezes a posse de bola e somou quatro acções defensivas.

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