N. Zelândia 🆚 Portugal | Campeão puxa dos galões 🏆

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Portugal está nas meias-finais da Taça das Confederações. A Selecção das “quinas” goleou a Nova Zelândia por 4-0 num jogo em que poderia ter marcado ainda mais golos. Mesmo sem deslumbrar, os campeões da Europa foram superiores aos representantes da Oceania em todas as vertentes do jogo, sendo este um resultado natural face a tanto domínio e superior qualidade. Registo para o amarelo a Pepe que o afasta das “meias”.

O Jogo explicado em Números 📊

  • Todos esperavam um Portugal dominador desde o início, mas os primeiros dez minutos trouxeram um jogo confuso. A formação das “quinas” somava nesta altura 57% de posse de bola, é certo, mas o único remate (e enquadrado) pertencera à Nova Zelândia.

  • Jogo pobre de Portugal, quer colectiva, quer individualmente, com mais bola (59%), dois remates (um enquadrado), mas apenas dois passes para finalização. Aos 26 minutos, Cristiano Ronaldo acorreu a um cruzamento da esquerda de Quaresma e cabeceou à barra.
  • O capitão começava a ameaçar e marcou mesmo aos 33 minutos, de penalty, a castigar falta de um neozelandês sobre Danilo Pereira. Foi o 75º tento de Ronaldo pela Selecção lusa. Pelos 35 minutos já os homens da Oceania haviam perdido o ímpeto, com Portugal a registar 64% de posse de bola, sete remates, três enquadrados.

  • O 2-0 surgiu pouco depois, com Bernardo Silva a concluir à entrada da pequena área, após centro de Eliseu. Aconteceu ao oitavo remate, quarto enquadrado. Nesta fase Portugal somava também seis cantos, contra nenhum dos neozelandeses.
  • Intervalo Vantagem confortável de Portugal ao descanso, fruto da maior qualidade em todos os detalhes do jogo. A exibição não foi brilhante, mas foi suficiente para registar 63% de posse de bola, nove remates (sete de dentro da área), quatro deles enquadrados, sete pontapés de canto contra nenhum da Nova Zelândia, 76% de passes certos e 54% de duelos ganhos. O melhor até esta fase era Cristiano Ronaldo, que somava 6.5 no GoalPoint Ratings. Fez um golo, de penalty, quatro remates, dois deles enquadrados e outro à barra, e ainda um passe para finalização.

  • Reatamento morno, sem emoção, excepto quando se chegou perto da hora de jogo. Aí a Nova Zelândia esteve perto de marcar, valendo um corte de Bruno Alves, e a seguir foi Ronaldo, de cabeça, a obrigar Marinovic a defesa difícil. Nesta fase Portugal abrandava, mantendo ainda assim 62% de posse de bola.
  • Para além de Ronaldo, outros jogadores destacavam-se por volta dos 65 minutos: Nélson Semedo brilhava, com um remate, oito recuperações, cinco intercepções e dois desarmes. Quaresma era o rei dos cruzamentos de bola corrida, nove, sendo três deles eficazes. O recém-entrado Pizzi registava 18 passes certos em 19.

  • Pelos 80 minutos, já sem Ronaldo, Portugal jogava em contra-ataque e levava já 14 remates, oito enquadrados, (5-4 no segundo tempo), e numa transição rápida, André Silva contemporizou, esperou que Quaresma arrastasse a defesa, fugiu para a direita e fuzilou Marinovic para o 3-0. Estava decidido o vencedor do Grupo A.
  • Mas ainda houve tempo para o 4-0, de Nani, a fechar um dia de goleada.

O Homem do Jogo 👑

Primeiro foi Ronaldo, ao intervalo, depois chegou a ser Nélson Semedo e João Moutinho. Mas aquele golo de André Silva mudou tudo. O novo avançado do AC Milan foi o melhor do jogo frente à Nova Zelândia, graças ao seu tento, o 3-0, no qual fez o que quis da defesa contrária. O jovem foi ainda o mais rematador, com seis disparos, três deles enquadrados, fez a assistência para o 4-0 de Nani e foi sempre um perigo. Terminou com um GoalPoint Rating de 6.7.

Jogadores em foco 🔺🔻 

  • Cristiano Ronaldo 6.6 – Foi eleito pelos adeptos como o melhor no jogo e fez, de facto, uma boa partida a partir de meio do primeiro tempo. Fez um golo, de penalty, em cinco remates, três deles enquadrados, acertou 87% dos passes, fez um passe para finalização.
  • Nélson Semedo 6.7 – Substituiu Cédric Soares e esteve em bom plano. O lateral-direito fez cinco intercepções, três desarmes e dois alívios, recuperou nove vezes a bola e também se integrou no ataque, onde fez um remate e um passe para finalização. Foi quem mais tocou na bola, 91 vezes. Não foi o melhor em campo apenas por centésimas.
  • João Moutinho 6.7 – Pautou quase todo o jogo de Portugal. Não rematou, mas fez dois passes para finalização, acertou 84% dos passes que fez, ganhou os cinco duelos que disputou e ainda ajudou a defender com três intercepções e dois desarmes.
  • Danilo Pereira 6.6 – O substituto de William Carvalho fez um belo jogo. Foi, como se esperava, o pêndulo da equipa, com um remate de cabeça, dois passes para finalização, dois dribles eficazes em outras tantas tentativas e, na luta, ganhou 11 de 13 duelos e seis de sete pelo ar. Imperial!
  • Eliseu 6.5 – Uma bela surpresa, o substituto do lesionado Raphäel Guerreiro. Começou mal, com muitos passes falhados, mas foi ganhando consistência e terminou em alta, com dois passes para finalização, uma assistência, um remate, três de quatro tentativas de drible com sucesso, dez de 17 duelos ganhos e 11 recuperações de bola, o máximo do jogo.

Pedro Tudela
Pedro Tudela
Profissional freelancer com 19 anos de carreira no jornalismo desportivo, colaborou, entre outros media nacionais, com A Bola e o UEFA.com.
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