O “El Clásico” em 🔟 factos que provavelmente desconhece

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Que rica prenda de Natal. Como se já não nos bastasse o intenso futebol inglês que terá lugar nos próximos dias, tão agradável ao adepto de sofá como nocivo para o físico dos envolvidos, o advento oferece-nos ainda um Real Madrid – Barcelona no dia 23 (às 12h00 portuguesas). É certo que os 11 pontos que separam o líder Barça dos “blancos” (estes com um jogo a menos) retiram alguma emoção do embate mas… “el clásico” é sempre “el clásico”.

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A turma de Cristiano Ronaldo sabe que não pode facilitar. Uma derrota torna ainda mais improvável qualquer miragem de recuperação na luta pelo título. Já o Barcelona avança para o Bernabéu no conforto de uma margem gerível, não só em relação os “blancos” como também para o segundo classificado, o Atlético, que se encontra a oito pontos de Messi e companhia.

Mas para lá do contexto apurámos outras curiosidades em redor do embate. Eis a nossa selecção:

A marca 400

O Real Madrid pode ser o primeiro dos dois “gigantes” a atingir os 400 golos no somatório dos “el clásicos” para todas as competições. Os “merengues” estão a um golo do registo redondo, enquanto o Barcelona fica-se pelos 384. No que toca a vitórias, o registo mostra o equilíbrio previsível: 95 vitórias para o Madrid, 92 para os “blaugrana”.

Zidane persegue feito de Molowny (quem?!)

Pese o momento actual, curiosamente foi o Real a iniciar o ano da melhor maneira, fase em que somou duas vitórias frente ao Barcelona (Supertaça 2017). Aliás, caso os madridistas somem a terceira vitória consecutiva, igualam um feito que já não reproduzem há 38 anos, quando venceram o rival em três partidas seguidas, todas a contar para a Liga, entre 1977 e 1979, sob o comando do técnico Luis Molowny.

Bernabéu sem factor-casa

O Madrid venceu apenas dois dos últimos nove “clássicos” caseiros. A favor de Ronaldo e companhia surge uma curiosidade: ambas as vitórias tiveram lugar em contexto classificativo semelhante, ou seja, com o Barcelona na liderança da Liga. Já o Barcelona não quererá perder uma oportunidade de conquistar uma medalha que apenas o Atlético de Madrid ostenta: a de somar três triunfos consecutivos no “castelo” do Real.

Ronaldo ainda persegue Di Stefano…

Apesar de quebrar recordes atrás de recordes, existe um em que Cristiano ainda persegue o mítico “blanco” Di Stefano: o de máximo goleador “merengue” na história do “el clásico”. O melhor do mundo está a um golo de igualar o registo máximo do hispano-argentino (18), portanto a dois de se tornar o maior marcador da história do evento com a camisola do Real.

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…e Messi persegue-se a si próprio

Já a “pulga” Lionel Messi não encontra outro nome que não o seu, quando olha ao recorde de tentos no grande duelo. O argentino é o máximo goleador da história do “el clásico” em todas as vertentes: em “clássicos” para todas as competições, com 24 golos; em “clássicos” a contar para a Liga, com 16 tentos; e em “clássicos” jogados no Bernabéu, com 14. O estádio “merengue” é, curiosamente, o anfiteatro visitado onde Messi mais golos marca em toda a sua carreira.

Na próxima página: dos artistas “blancos” para lá de Ronaldo ao “flop” do Barça que afinal não o é

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