O primeiro Benfica 🆚 Sporting do ano em 10 curiosidades

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O ano começou da melhor maneira: com um dérbi escaldante entre Benfica e Sporting. O apito final soou, concedendo um ponto a cada emblema e deixando o FC Porto novamente isolado no comando da Liga, numa noite em que o grande duelo lisboeta prendeu a atenção do país. A análise detalhada já a demos, pelo que destacamos agora 11 curiosidades, daquelas que apenas a nossa “máquina” permite identificar.

  • O Benfica rematou muito. Rematou tanto que estabeleceu um novo recorde de disparos num “clássico”/dérbi, desde que existe GoalPoint (2014/15). A diferença de 15 remates no final do jogo, entre os dois emblemas, é também um novo máximo em igual período, em confrontos envolvendo os “grandes”.
  • Não fosse o golo do empate e a produção de Jonas passaria despercebida, mas o brasileiro não esteve propriamente “desaparecido” como noutros jogos “grandes”, esteve quanto muito… desinspirado: Jonas igualou o máximo de remates num jogo da Liga 17/18, com nove disparos, cinco bloqueados e apenas dois enquadrados (um deles o da grande penalidade).
  • Em apenas 36 minutos de jogo o mexicano Raúl Jiménez rematou cinco vezes, tantas quanto toda a linha avançada leonina: Gelson (2), Bruno Fernandes (1), Acuña (2) e Dost (0).
  • Apesar de rematar muito, o Benfica acertou (muito) pouco: a primeira defesa de Rui Patrício aconteceu apenas aos 58 minutos, até aí… tiros para fora/bloqueados, com o campeão europeu como espectador ansioso. O Benfica terminou o jogo com quatro remates enquadrados, apenas mais um do que o “leão” em apenas nove tentativas.
  • André Almeida esteve particularmente certeiro no cruzamento, entregando com eficácia três das quatro tentativas que totalizou. Para que se perceba a “excentricidade”, basta dizer que as restantes “águias” completaram um cruzamento em sete e os “leões” não entregaram nenhum em oito tentativas.
  • O facto de o jogo “encarnado” passar todo por Pizzi nem sempre corre bem. O médio perdeu a posse 20 vezes no dérbi, num “universo” de 38 acções com bola nos 54 minutos em que esteve em campo.
  • O desacerto leonino no capítulo do passe rendeu máximos individuais negativos, com Rui Patrício (17), Bas Dost (14) e Fábio Coentrão (12) a registarem novos “recordes” pessoais de passes falhados na presente edição da Liga.
  • Jesus lançou Bruno César, na tentativa de mudar o rumo dos acontecimentos, mas o brasileiro não conseguiu apanhar o comboio e foi “contagiado”: efectuou apenas um passe nos 15 minutos de jogo que disputou.
  • William Carvalho não fez um jogo muito produtivo, mas ainda assim registou um feito curioso: travou (bloqueou) tantos remates (2) quantos os defendidos pelos guardiões em campo, Rui Patrício e Bruno Varela.
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